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Seleções da Copa América trouxeram nova variante do coronavírus ao Brasil

12 de julho de 2021, 14:56

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Ao menos uma nova variante do coronavírus que não circulava no Brasil foi introduzida no País por causa da Copa América. Amostras colhidas do Mato Grosso com duas pessoas diferentes, que estavam com a doença, foram analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, que identificou a variante de interesse B. 1.216, até então inédita em território brasileiro.

Os testes positivos foram de um colombiano e um equatoriano. Colômbia e Equador se enfrentaram na Arena Pantanal, em Cuiabá, na abertura do torneio, em 13 de junho. No último balanço divulgado pela Conmebol, em 24 de junho, 166 pessoas relacionadas à Copa América estavam com o vírus. Os Estados mandaram para o instituto fazer a sequência de amostras vindas dos jogadores, comissão e delegações dos países.

A possibilidade que jogadores estrangeiros que viessem ao Brasil pudessem trazer novas variantes do coronavírus foi um dos motivos para especialistas e autoridades criticarem a realização do torneio no País. Alguns Estados, como São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Rio Grande do Sul chegaram a vetar a realização de partidas em seus Estados.

A variante encontrada nos testes é originária da Colômbia, mas já chegou no Caribe, nos Estados Unidos e em algumas localidades da Europa. Variantes de interesse, como a B 1.216, são aquelas mutações que precisam ser acompanhadas mas que, até o momento, não trouxeram indicação de desenvolverem formas mais letais ou contagiosas da doença. Há ainda as variantes de preocupação, como a Delta, que têm essas características.

Desde que o governo federal e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciaram a realização da Copa América no Brasil, o Ministério da Saúde solicitou auxílio do Adolfo Lutz para a realização do mapeamento genômico dos testes de covid-19 realizados no pessoal envolvido na competição. É o mapeamento que permite a identificação de novas variáveis.

Após confirmar a identificação da nova variável, o Adolfo Lutz enviou alertas para o Estado do Mato Grosso, território onde o material foi coletado, e ao Ministério das Saúde.

Durante os jogos, além do Mato Grosso, a seleção da Colômbia teve partidas contra Venezuela, Peru, Brasil, Argentina e Uruguai em Goiás, no Rio e no Distrito Federal. Já o Equador só saiu do Mato Grosso para enfrentar o Brasil, no Rio. O país também jogou contra Venezuela, Peru e Argentina.

Só em São Paulo, Estado onde fica o Adolfo Lutz, já foram identificadas 21 variantes diferentes do coronavírus, segundo balanço do Instituto Butantan do último dia 26. A variante Gama, originária de Manaus, é a mais comum em circulação. A variante B. 1.216, por de interesse, ainda não tem outro nome.

A reportagem não conseguiu contato com o governo do Mato Grosso neste domingo para saber quais medidas haviam sido adotadas para monitorar pessoas que eventualmente tiveram contato com os contaminados. O Ministério da Saúde foi procurado, mas não se manifestou sobre o caso.

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CBF antecipa para 16 horas jogo de quinta entre Ceará e Bahia pela Série A

14 de junho de 2021, 17:16

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CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou neste domingo, 13, a antecipação o horário da partida entre Ceará e Bahia, pela quarta rodada da Série A. Anteriormente previsto para às 19 horas, o confronto foi alterado para às 16. O local, na Arena Castelão, e o dia, quinta-feira, 17, foram mantidos.

De acordo com a justificativa da CBF, a mudança foi um pedido da emissora detentora do direito de transmissão para um ajuste na grade de programação.

Ceará e Bahia se reencontram após a final da Copa do Nordeste, fazendo a terceira partida entre as equipes na temporada. Cada equipe venceu um confronto, dos dois realizados anteriores, mas o Esquadrão acabou se sagrando campeão do Nordestão em cima do Vovô.

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Peru é 4ª seleção com infectados pela covid-19 na Copa América

14 de junho de 2021, 14:45

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A Federação Peruana de Futebol (FPF, na sigla em espanhol) informou nesta segunda-feira (14/6) que o preparador físico Néstor Bonillo testou positivo para a covid-19 e não viajará para o Brasil para enfrentar o time comandado pelo técnico Tite, em sua estreia na Copa América, marcada para essa quinta (17/6), no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro.

Desta forma, o Peru se torna o quarto país participante a registrar infectados (são 20 no total) pelo novo coronavírus na primeira semana do torneio, que mudou de sede “de última hora” da Argentina para o Brasil. Anteriormente, Venezuela, Bolívia e Colômbia também tiveram membros de suas delegações contaminados.

Com exceção de Bonillo, todos os outros casos foram descobertos quando as delegações já estavam em solo brasileiro. “O professor Bonillo encontra-se em bom estado de saúde e não viajará nesta segunda-feira, 14, com o restante da deleção peruana. O departamento médico continuará zelando pela integridade de seu profissional e irá dar suporte durante todo o período de confinamento. Ao mesmo tempo, continuará cumprindo estritamente as normas sanitárias estabelecidas pelas autoridades competentes”, disse um trecho do comunicado da FPF, que assegura o cumprimento à risca do protocolo estabelecido pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

Antes de enfrentar o Brasil na abertura da Copa América, a Venezuela informou que 13 pessoas de sua delegação contraíram a covid-19, precisando chamar 15 atletas venezuelanos de emergência. A Bolívia, que encara a Argentina nesta segunda-feira (14/6), teve três atletas infectados, além de um membro da comissão. Já a Colômbia, que começou a sua campanha com vitória sobre o Equador, ficou sem um fisioterapeuta e um auxiliar-técnico por conta da doença.

Neste domingo, em entrevista coletiva em Buenos Aires, o craque argentino Lionel Messi falou sobre o medo de se infectar em meio ao surto da covid-19 no continente sul-americano. (Agência Estado)

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Membro do conselho executivo do Comitê Olímpico aponta Japão ‘encurralado’

05 de junho de 2021, 10:54

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Kaori Yamaguchi, membro do conselho executivo do Comitê Olímpico Japonês, criticou, nesta sexta-feira, a realização dos Jogos, com início previsto para daqui 49 dias. Segundo a ex-judoca, em editorial publicado na agência Kyodo News, o país asiático “está encurralado” e sofre grande pressão popular para que os Jogos Olimpícos e Paralímpicos sejam cancelados.

“A Olimpíada não deveria ser um festival de paz? Trabalhar pela paz não é uma tarefa fácil. Tudo começa com um diálogo tenaz com pessoas que têm pontos de vista diversos. Se abandonarmos esse processo, a Olimpíada não terá sentido”, afirmou a dirigente, que conquistou a medalha de bronze em Seul/1988 e outras cinco em campeonatos mundiais.

Um dos movimentos que demonstram o descontentamento do povo japonês com a realização dos Jogos apresentou uma petição pedindo o cancelamento da competição com 350 mil assinaturas. Organizadores e o governo continuam garantindo a realização do evento, apesar das pressões.

“O oposto da paz é uma abordagem linha-dura e teimosa baseada na visão de que as pessoas podem estar dizendo todo tipo de coisa, mas assim que a Olimpíada começar, tudo ficará bem. Eu entendo que os organizadores podem estar se sentindo confusos com a proximidade da abertura da Olimpíada, mas há processos que não devem ser omitidos”, concluiu Yamaguchi.

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Acusados pela morte de Maradona serão investigados por ‘assassinato com intenção eventual’

19 de maio de 2021, 23:17

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As sete pessoas acusadas pela morte de Diego Maradona foram intimadas, nesta quarta-feira, a uma instrução de investigação por suposto “assassinato com intenção eventual”, crime que inclui de 8 a 25 anos de prisão. Entre os acusados estão o neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov.

A Procuradoria-Geral da República de San Isidro (periferia norte de Buenos Aires), a cargo do caso, mudou a capa de homicídio culposo (involuntário) para homicídio simples com fraude eventual (quando a pessoa não pode ignorar as consequências de suas ações), seundo fonte informou à France Presse.

“Depois de tantas injustiças, o círculo se fecha para onde vai a causa e o mais forte é a mudança da página de rosto, que é simples homicídio com eventual fraude”, disse à AFP uma pessoa próxima à causa. Diego Maradona morreu no dia 25 de novembro, aos 60 anos, em uma casa alugada em um bairro privado ao norte de Buenos Aires, onde se recuperava de uma operação por causa de um hematoma na cabeça.

No fim do mes passado, um relatório, feito por uma junta médica formada por 20 profissionais, concluiu que o capitão da seleção argentina campeã do mundo no México em 1986 “teria mais chance de sobrevivência” se tivesse tido uma internação adequada e em um centro de saúde polivalente. “Levando em conta o quadro clínico, clínico-psiquiátrico e o mal estado geral, deveria ter continuado a sua reabilitação e tratamento interdisciplinar em uma instituição adequada”, insistiu a junta.

Os especialistas indicaram que Maradona “não estava em pleno uso de suas faculdades mentais, nem em condições de tomar decisões sobre sua saúde” no momento em que deixou a clínica de Olivos, onde havia sido submetido a uma cirurgia na cabeça. Nos dias anteriores, o ex-astro do Napoli e do Barcelona havia insistido em deixar a clínica e se recusado a ser encaminhado para outro centro de saúde, segundo o seu médico pessoal, Leopoldo Luque, um dos investigados.

Entre as conclusões, a banca sustenta que “foram ignorados os sinais de risco de vida que apresentava” e os cuidados de enfermagem nestas últimas semanas “estão repletos de deficiências e irregularidades” e com falta de exames.

“A equipe médica assistencial representou plena e cabalmente a possibilidade do desfecho fatal em relação ao paciente, sendo absolutamente indiferente a essa questão, não modificando suas condutas e plano médico/assistencial traçado, mantendo as omissões prejudiciais acima mencionadas, abandonando ‘à própria sorte o estado de saúde do paciente’, acusam os peritos no relatório.

Estadão

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Associação de médicos japoneses pede cancelamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio

18 de maio de 2021, 14:01

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Uma associação japonesa de médicos pediu nesta terça-feira o cancelamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, adiados em um ano por causa da pandemia do novo coronavírus. Esta é mais uma entidade de classe do Japão que afirma que o evento esportivo pode agravar a situação sanitária já precária no país, atualmente afetado pela quarta onda de infecções da covid-19.

“Pensamos que cancelar um evento que tem o potencial de aumentar o número de infecções e de mortes é uma boa decisão”, relatou em um comunicado oficial a associação, que tem quase seis mil integrantes.

Ao destacar que reservar leitos de hospital para os atletas não corresponderia à Carta Olímpica, a

associação apela com veemência ao governo japonês, à cidade de Tóquio e ao Comitê Organizador dos Jogos de Tóquio-2020 que solicitem o cancelamento do evento ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Na semana passada, um sindicato de médicos que trabalham em hospitais do Japão considerou “impossível” organizar os Jogos Olímpicos com total segurança “no momento em que as pessoas no mundo inteiro lutam contra o novo coronavírus”.

A 66 dias do evento, previsto para acontecer de 23 de julho a 8 de agosto, a população japonesa defende em sua maioria um novo adiamento ou o cancelamento, de acordo com todas as pesquisas. Mas o Comitê Organizador insiste que medidas de combate ao vírus muito rígidas e a proibição de torcedores procedentes do exterior permitirão que os Jogos Olímpicos aconteçam “com total segurança”.

Além disso, os organizadores de Tóquio-2020 anunciaram nesta terça-feira que receberam 395 candidaturas de médicos do esporte e voluntários para ajudar, o dobro da estimativa inicial. Confirmaram também que no mês de abril solicitou os serviços de 500 enfermeiros japoneses para o evento, uma iniciativa que recebeu muitas críticas no Japão.

Relativamente menos afetado pela pandemia em comparação com outros países, com 11.500 mortes oficialmente registradas, o Japão sofre, no entanto, com um aumento de casos de covid-19, o que obrigou na semana passada o governo a ampliar o estado de emergência imposto em parte do país até o próximo dia 31.

O governo também é criticado pela lentidão de seu programa de vacinação, quando apenas pouco mais de 1% da população recebeu as duas doses do imunizante da Pfizer/BioNTech, a única autorizada até o momento no país.

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Em teste para Tóquio, baiano Isaquias mostra que é favorito a 2 medalhas

17 de maio de 2021, 22:53

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Foram quase dois anos sem competir, sem mostrar ao mundo sua força. E na primeira vez em que caiu na água para remar ao lado de adversários, Isaquias Queiroz mandou o recado: segue o mesmo de sempre.

O brasileiro ganhou duas medalhas na Copa do Mundo disputada na Hungria, no fim de semana, e confirmou que é favorito a repetir a dose da Rio-2016 e subir ao pódio em todas as provas possíveis em Tóquio. Desta vez, em duas.

Por uma cultura que o técnico Jesús Morlan trouxe ao Brasil e que foi mantida depois de sua morte, Isaquias precisa entregar seu melhor no Mundial, na Olimpíada e, se possível, no Pan. As outras competições, incluindo Copas do Mundo, são testes para esses eventos maiores.

Por conta da pandemia, esses testes deixaram de existir depois do fim da temporada 2019 e só foram retomados com essa etapa de Copa do Mundo na Hungria, onde Isaquias foi muito bem.

No C1 1.000m, conquistou a medalha de prata, superado pelo alemão Conrdad-Robin Scheibner, testado pela Alemanha no lugar do bicampeão olímpico Sebastian Brendel. Como na Olimpíada só é possível inscrever um barco por país por prova, apenas um deles vai a Tóquio.

Atual campeão mundial na distância, Isaquias deixou para trás todos os outros principais nomes da prova: o tcheco Martin Fuksa, em terceiro, o cubano José Ramon Cordova, em quarto, e mais atrás, o moldavo Serghei Tarnovschi, que voltou depois de quatro anos suspenso após ter sido pego no doping na Olimpíada.

Depois, Isaquias voltou para a raia para competir no C2 1.000m, a outra prova olímpica da canoa. Seu parceiro habitual, Erlon Souza, se recuperou recentemente de uma lesão no quadril e foi poupado, substituído por Jacky Godmann.

E a dupla fez bonito, ganhando o bronze na competição, derrotada pelos barcos da Alemanha e de Cuba, mas à frente de Polônia e República Tcheca, outros rivais importante. Atual campeão mundial, o barco chinês não participou.

No Rio, Isaquias ganhou três medalhas -duas pratas e um bronze- porque havia três provas de canoa no programa. Agora são apenas duas, uma vez que o C1 200m foi retirado para a inclusão de mais uma competição feminina.

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Torcida que for à final da Liga dos Campeões terá de deixar Portugal em 24 horas

13 de maio de 2021, 18:11

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A Uefa confirmou o estádio do Dragão, na Cidade do Porto, para a decisão da Liga dos Campeões da Europa com a presença de 12 mil torcedores. Serão seis mil fãs de cada um dos finalistas, Manchester City e Chelsea. Mas ninguém poderá “fazer turismo” em Portugal e serão obrigados a retornarem à Inglaterra no mesmo dia, de acordo com a ministra de Gabinete, Mariana Vieira da Silva.

Com as restrições impostas em todo o planeta por causa da pandemia da covid-19, os torcedores ingleses terão de respeitar regras e viver em uma bolha em Portugal. Eles terão duas “fan zones” à disposição, além do palco da decisão do próximo dia 29.

“As pessoas que vierem à final da Liga dos Campeões terão de regressar no mesmo dia”, informou Mariana Vieira da Silva. “Com testes obrigatórios feitos ainda antes de entrarem no avião e estarão sempre em situação de bolha”, seguiu a ministra do Gabinete de Portugal.

Os torcedores serão conduzidos para as “fan zones” antes de serem direcionados para o estádio do Dragão. Ainda ficarão distribuídos nas arquibancadas com distanciamento social e terão de estar usando máscara de proteção.

Também não poderão comemorar a conquista do título de seu clube nas ruas do país, como habitualmente acontece. Assim que o jogo terminar e a premiação ocorrer, já terão a obrigação de deixar o local e regressar para o aeroporto.

“É do estádio para o aeroporto, ficando em Portugal menos de 24 horas. Quem vier de avião (para estar na Cidade do Porto durante o jogo, mas que não no estádio) terá de cumprir as regras estabelecidas e medidas de segurança em vigor”, concluiu a ministra.

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Jogador é suspenso por 10 jogos por racismo

14 de abril de 2021, 13:43

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A Uefa anunciou nesta quarta-feira, após investigação de seu Comitê Disciplinar, uma punição de 10 partidas de suspensão para o zagueiro checo Ondrej Kudela, do Slavia Praga, da República Checa. O motivo foi o insulto racista dirigido ao meia finlandês Glen Kamara, do Rangers, da Escócia, durante uma partida das oitavas de final da Liga Europa no mês passado.

Por outro lado, a entidade que comanda o futebol europeu também puniu a vítima deste caso. Kamara recebeu uma suspensão de três jogos por causa de uma agressão a outro jogador – no caso Kudela, no túnel dos vestiários após o fim do jogo.

Segundo o meia do Rangers, o zagueiro do Slavia Praga disse a ele: “Você é uma porra de um macaco”. O jogador do time checo negou o ocorrido, mas testemunhas ouvidas pela Uefa após investigação disseram que ele insultou racialmente o rival.

Os jogadores do Rangers e o técnico da equipe, o ex-meia inglês Steven Gerrard, se revoltaram com o zagueiro adversário, que teria sussurrado palavras discriminatórias para Kamara. O Slavia Praga negou as alegações de racismo e afirmaram que o meia finlandês tentou agredir Kudela.

Segundo a imprensa escocesa, o Rangers vai tentar retirar a punição de Kamara, que revelou na semana passada sofrer abusos raciais e de ódio nas redes sociais após ele denunciar Kudela.

Gerrard apoiou o jogador do seu time na ocasião. “Eu acredito 100% no que Kamara disse em termos de acusação. Outros jogadores ao redor dele ouviram isso. Algo precisa acontecer rapidamente. Isso está acima de mim. Tudo o que posso confirmar é que o meu jogador me disse que sofreu abusos raciais”, disse o técnico na entrevista coletiva após a partida.

Naquele jogo, o Slavia Praga venceu por 2 a 0, na Escócia, após empate por 1 a 1 na República Checa. O time checo está enfrentando o Arsenal pelas quartas de final da Liga Europa e entrará em campo nesta quinta-feira, pela rodada de volta, em Praga. Na ida, na semana passada, no Emirates Stadium, em Londres, houve um empate por 1 a 1.

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Campeonato Brasileiro terá limite de troca de treinadores

25 de março de 2021, 19:37

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Os clubes do Campeonato Brasileiro poderão demitir apenas um treinador ao longo da competição neste ano. O limite de trocas no comando das equipes foi aprovado nesta quarta-feira pelo Conselho Técnico da Série A, após sugestão apresentada pela CBF em reunião com os dirigentes.

A nova regra determina que o clube começará o Brasileirão com um técnico inscrito. Se demitir este treinador, poderá inscrever apenas mais um técnico. Caso ocorra uma segunda demissão, o substituto terá de ser um profissional que já trabalhe registrado na comissão técnica ou nas categorias de base do clube há no mínimo seis meses. Se o pedido de demissão partir do próprio treinador, não haverá limitação ao clube para contratar um novo técnico.

Esse técnico que pedir demissão, no entanto, só poderá ser inscrito por mais uma equipe durante todo o Campeonato Brasileiro. Ou seja, em caso de novo pedido de demissão, ele não poderá mais trabalhar na competição. Mas, se a demissão for feita pelo clube, o técnico não sofrerá nenhum tipo de limitação para arrumar um novo clube.

“É um grande avanço do futebol brasileiro, que fará bem tanto aos clubes quanto aos treinadores. Vai implicar em uma relação mais madura e profissional e permitir trabalhos mais longos e consistentes. É o fim da dança das cadeiras dos técnicos. Significa organização administrativa e planejamento financeiro”, disse o presidente da CBF, Rogério Caboclo.

O Brasileirão começa no dia 29 de maio e terminará em 5 de dezembro. Os clubes terão o direito de inscrever até 50 atletas.

Ficou definido também que, por causa da pandemia da covid-19, os mandos de campo serão remanejados caso o município ou Estado de origem esteja impedido de receber jogos. Essa é uma prática que já vem sendo adotada pela CBF na Copa do Brasil. O Corinthians, por exemplo, enfrentará o Retrô, de Pernambuco, sexta-feira, em Saquarema, no Rio de Janeiro, porque as partidas de futebol estão proibidas no Estado de São Paulo até o dia 30 de março.

A possível paralisação de campeonatos com o avanço do novo coronavírus é um tema delicado dentro da CBF. Na terça-feira, o jornal O Dia divulgou vídeo de reunião de Caboclo com dirigentes no último dia 10 na qual o presidente da CBF diz que os clubes “estão f… se não tiver” jogos. Em determinado momento do encontro, Caboclo afirma: “Eu vou mandar no futebol brasileiro e vou determinar que vai ter competição”.

Nesta quarta-feira, durante o Conselho Técnico da Série A, o assunto voltou a ser debatido e foram aprovadas por unanimidade uma moção de repúdio e solidariedade em relação ao vazamento das imagens e também a abertura de uma sindicância para apurar quem repassou o conteúdo da reunião à imprensa.

ARBITRAGEM – O VAR terá uma central única no Brasileirão, montada pela CBF, no Rio. Assim, os árbitros de vídeo não precisarão mais usar cabines nos estádios onde são realizados os jogos e se comunicarão remotamente com os juízes no gramado. O novo escritório foi inspirado na central que existe atualmente da NBA. A Copa do Mundo da Rússia também adotou esse modelo de VAR centralizado, com sede única em Moscou.

Confira a primeira rodada do Brasileirão:

Flamengo x Palmeiras

Corinthians x Atlético-GO

São Paulo x Fluminense

Atlético-MG x Fortaleza

Internacional x Sport Recife

Ceará x Grêmio

Bahia x Santos

Athletico x América-MG

Chapecoense x Red Bull Bragantino

Cuiabá x Juventude

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Boas Festas!

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