Caso Marielle: pescador diz que viu armas serem jogadas no mar

03 de julho de 2019, 14:51

(Foto: Reprodução)

Um pescador disse que foi contratado por um homem que jogou armas no mar a cerca de 1.800 metros da costa

 

Um barqueiro afirmou à Polícia Civil que em março foi contratado por um homem que jogou armas no mar a cerca de 1.800 metros da costa. A polícia suspeita que era um aliado de Ronnie Lessa, preso em 12 de março sob acusação de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, um ano antes, no centro do Rio. A polícia investiga se uma das armas seria a submetralhadora usada na execução.

Essas armas teriam sido retiradas de um apartamento na Pechincha (zona oeste), ligado a Ronnie Lessa. Em 13 de março, um dia após a prisão de Lessa e de Élcio Queiroz, acusado de dirigir o carro usado no crime, a polícia foi ao edifício para cumprir um mandado de busca e apreensão, mas não encontrou nada. Horas antes, um homem recolheu armas no local.

Segundo a Polícia Civil, o pescador narrou ter sido procurado por um homem, que chegou de táxi ao Quebra-Mar, em 14 ou 15 de março, e disse que queria contratar uma embarcação para fazer pesca submarina perto das Ilhas Tijucas. O barqueiro aceitou o serviço por R$ 60.
Segundo ele, o homem aparentava ter entre 30 e 35 anos, tinha porte atlético e os braços cobertos por tatuagens. Ele entrou no barco com uma caixa de papelão e uma mala grande, onde o barqueiro acreditava que havia arpões e material de pesca. Ao chegar perto das Ilhas Tijucas, o homem retirou da mala o armamento, que incluiria fuzis e a submetralhadora. Assustado com as seis armas, o barqueiro não cobrou o cliente, que acabou dando R$ 300.

Em março e abril, equipes da Marinha e do Corpo de Bombeiros realizaram buscas na região onde o armamento foi jogado, com auxílio de sonar, mas até agora nada foi encontrado. Para a Polícia Civil, quem descartou as armas foi um comparsa de Lessa conhecido como Márcio Gordo. Outras três pessoas teriam participado e são investigadas por obstrução.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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