Casa de repouso cria ambiente retrô para pacientes com Alzheimer

23 de julho de 2019, 16:36

(Foto: Reprodução)

Um dos sintomas mais marcantes e tristes da Doença de Alzheimer é o fato de que, com o passar do tempo, a pessoa vai perdendo a memória, e isso também acontece com pacientes que desenvolvem outros tipos de demência. Nessas situações, é bastante comum que a pessoa se esqueça principalmente das situações mais recentes, mas se lembre do que viveu há décadas.

Foi pensando exatamente nisso que uma casa de repouso de Ohio, nos EUA, resolveu criar um espaço completamente retrô, com construções, decoração e um clima capaz de fazer com que as pessoas se sentissem nos anos de 1940.

A área da nostalgia foi construída para agradar aos moradores que hoje estão com na casa dos seus 90 anos de idade – nessa área, no entanto, eles têm a impressão de que voltaram realmente aos seus 20 anos de idade, época da qual têm muitas memórias.

As instalações contam com varandas típicas da época, cadeiras de balanço, postes de ferro e até mesmo alto-falantes que reproduzem o canto dos pássaros. Além disso, até mesmo as questões referentes à pintura foram pensadas de modo que não fossem apenas uma característica retrô, mas também terapêutica. Os pacientes contam, ainda, com um campo de golpe, um salão de beleza e até uma pequena cachoeira.

Todo esse trabalho foi planejado para que pacientes com a Doença de Alzheimer se sintam menos angustiados, já que frequentemente têm a sensação de que estão vivendo em um lugar errado, estranho, ainda que estejam em suas próprias casas. Infelizmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas têm a doença apenas no Brasil – nos EUA, esse número sobe para 5,1 milhões.

Jean Makesh, terapeuta ocupacional e um dos responsáveis pelo projeto, afirma que a ideia era oferecer um cuidado extra a esses pacientes, com ainda mais atenção aos detalhes, para que a sensação de estranhamento que eles possam ter em relação a lugares novos seja diminuída e, dessa maneira, eles consigam ter mais tranquilidade. 


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Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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