Capinha de celular pode atrapalhar o sinal?

04 de junho de 2018, 12:27

Dois especialistas em smartphones respondem a questão.

Capinhas de celular são ótimas aliadas para manter o smartphone protegido e mais resistente. Também podem ser consideradas quase um adereço de moda, visto que há carcaças cada vez mais arrojadas, como as com ‘frufrus’, spikes ou formatos totalmente inusitados. Mas será que o material pode interferir no sinal do aparelho?

O UOL ouviu dois especialistas em celulares para esclarecer a questão: o professor do departamento de comunicação da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, Gustavo Fraidenraich, e o técnico especialista da rede de assistências técnicas Suporte Smart, Junior Gromoski.

“De forma geral, essas capinhas são praticamente ‘transparentes’ em termos de radiofrequência que o celular opera, então elas não afetam em nada o funcionamento do aparelho”, explica Fraidenraich sobre os tipos mais comuns de capinhas.

Mas já se for o caso de capinhas com materiais mais fortes, como metal, a resposta pode mudar. “Modelos mais resistentes podem usar metal em sua composição, o que pode interferir na recepção e emissão da antena do aparelho”, diz Gromoski.

Segundo a reportagem, o metal poderia tanto causar interferência no caminho das ondas de radiofrequência quanto funcionar como uma barreira para elas.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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