Bruno Henrique provoca Vasco: ‘Estamos brigando por título, já eles…’

14 de novembro de 2019, 07:29

O jogador foi autor de dois dos quatro no empate com o Vasco (Foto: Alexandre Vidal / Flamengo)

Bruno Henrique resolveu provocar o Vasco após o empate por 4 a 4, na noite desta quarta-feira, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. Autor de dois gols do Flamengo no clássico, o atacante enalteceu a sua equipe e ironizou a campanha do rival, que chegou a brigar pelo rebaixamento, mas hoje está na zona intermediária da classificação, com chances remotas de obter uma vaga na Copa Libertadores de 2020, enquanto o time rubro-negro está perto de garantir a taça.

“Discussão de jogo. Para ganhar da gente tem que ser assim. A equipe está de parabéns pelo desempenho, pela atitude. Mas vou aproveitar para mandar um recado: ‘Nós estamos brigando pelo título, eles não sei pelo que estão brigando'”, falou Bruno Henrique.

Os ânimos estavam à flor da pele no final da partida. Após uma discussão entre Pablo Mari e Ribamar, houve um tumulto generalizado, rapidamente contido pelos treinadores de ambas as equipes. No entanto, o clima acabou ficando quente.

“Temos que ter a cabeça no lugar. Isso é o que eles queriam. Ficaram fazendo gracinha o tempo inteiro. O Henríquez provocou o jogo todo. Nós perdemos a cabeça um pouco. Perdemos o foco do jogo, mas não da batalha. Vamos descansar, porque a gente tem grandes coisas pela frente”, concluiu o atacante.

Bruno Henrique citou o duelo contra o Grêmio, no próximo domingo, em Porto Alegre, jogo que poderia dar o título brasileiro para a equipe rubro-negro se não fosse o tropeço diante de seu arquirrival. No dia 23, o time carioca faz a final da Libertadores frente o River Plate, em Lima, no Peru.

PROVOCAÇÃO – As provocações não aconteceram apenas no final da partida. Bruno Henrique fez gestos provocativos nas suas comemorações de gol. Além do atacante, Rafinha também deu uma alfinetada através de gestos.

No segundo gol do Flamengo, o lateral imitou uma histórica comemoração de Edmundo. Em 1997, o “Animal” saiu rebolando e agitando os braços ao fazer o terceiro gol da vitória por 4 a 1 do Vasco na fase semifinal do Campeonato Brasileiro daquele ano.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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