Brasil tem o iPhone mais caro do mundo

25 de agosto de 2019, 08:31

Pesquisa revela que iPhone XS pode custar 64% mais aqui do que nos Estados Unidos – 

OBrasil tem o iPhone mais caro do mundo, é o que mostra uma pesquisa realizada pelo banco alemão Deutsche Bank. Segundo o levantamento, o iPhone XS custa 58% mais no Brasil do que nos Estados Unidos. Com a conversão do dólar e inclusão de taxas a diferença pode ser de 64%.

Ainda, de acordo com a pesquisa, no Brasil o smartphone custa, em média, 2.050 dólares – na conversão para reais esse valor chega a R$ 6.850. Já nos EUA o aparelho pode ser comprado por 1.300 dólares. Analisando os dados do ranking vemos que fica mais barato comprar três iPhones XS no mercado americano do que dois em solo brasileiro. No entanto, para quem deseja driblar o “iPhone mais caro do mundo” uma alternativa é apostar no compartilhamento de bagagens.

O aplicativo Grabr, por exemplo, conecta compradores a viajantes ao redor do mundo. Com a tecnologia, é possível solicitar que um viajante traga o aparelho pelo valor real do produto direto dos Estados Unidos.

Funciona assim: para gerar um pedido no app é necessário inserir alguns dados do iPhone, como a descrição e link de onde ele pode ser comprado. Com isso, o viajante pode trazer o smartphone, com uma taxa de recompensa – o valor da comissão só é liberado para o viajante após a entrega ser efetuada, garantindo a segurança do acordo. Em caso de problemas com o pedido e entrega da compra, o aplicativo reembolsa os valores pagos, garantindo a segurança das transações.

O comprador além de economizar, não precisa pagar altas taxas de frete nem esperar meses para receber o produto. 

Confira o ranking:

Países com iPhone XS mais caro do mundo:

Brasil: 2.050 dólares

Turquia: 1.880 dólares

Argentina: 1.776 dólares

Índia: 1.635 dólares

Grécia: 1.591 dólares

Países com o iPhone XS mais barato do mundo:

Nigéria: 1.178 dólares

Estados Unidos: 1.251 dólares

Japão: 1.256 dólares

Hong Kong: 1.262 dólares

Austrália: 1.317 dólares

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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