Bolsonaro afirma que a imprensa mundial é de esquerda

25 de maio de 2020, 11:26

O presidente tem sido criticado por veículos de comunicação no exterior. Na última semana, o jornal francês Le Monde publicou um editorial no qual afirmou que Bolsonaro ignora a catástrofe (Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro disse na manhã desta segunda-feira (25/5) que a imprensa mundial é de esquerda. A afirmação foi feita a apoiadora que pedia por uma “propaganda melhor” do presidente por parte Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom). De acordo com ela, Bolsonaro não é bem visto no exterior.

“A imprensa mundial é de esquerda. O Trump sofre muito nos EUA também”, disse. Bolsonaro conversou por 16 minutos com apoiadores no Palácio da Alvorada nesta segunda-feira, e não chegou a falar com jornalistas. 

O presidente tem sido criticado por veículos de comunicação no exterior. Na última semana, o jornal francês Le Monde publicou um editorial no qual afirmou que Bolsonaro ignora a catástrofe. “Há algo podre no reino do Brasil, onde o presidente Jair Bolsonaro afirma que a covid-19 é uma ‘gripezinha’, um produto da imaginação histérica dos meios de comunicação”, escreveu o jornal.

Em abril, um editorial publicado pelo jornal britânico Financial Times chamou Bolsonaro de Trump dos Trópicos e disse que ele mesmo estava construindo o seu próprio processo de impeachment. O jornal The Guardian publicou texto em março dizendo que Bolsonaro “tem resistido a tomar medidas fortes para parar o contágio do que ele chama de ‘gripezinha’. 

 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS