Arquivo do Autor: Gervásio Lima

Esmeralda de meia tonelada é encontrada na Bahia e pode valer R$ 4 bilhões

Uma esmeralda encontrada na Bahia quase foi vendida em Minas Gerais. Mesmo sem ter seu valor exato divulgado, espera-se que a pedra preciosa tenha preço similar a outra gema de peso parecido, encontrada em 2001, de US$ 925 milhões (R$ 4.6 bilhões).

A esmeralda de 404,8 quilos foi encontrada na Bahia e levada para Minas Gerais na segunda-feira (16) para uma possível negociação. A venda não foi realizada e a pedra preciosa será levada de volta para o nordeste pelo seu dono, um empresário baiano.

Segundo o G1, o advogado Flávio Otero, que representa o empresário comentou que: “Havia uma negociação em curso, mas acabou não dando frutos”.

De acordo com o advogado, a esmeralda foi definida como “obra de arte da natureza, com relevância geológica”. E, por fim, ele revelou que a expectativa é de que ela seja exposta no futuro.

O nome do dono da pedra não foi divulgado.

É igual! Novo sósia de Michael Jackson é um fenômeno no Tiktok

Há um novo sósia de Michael Jackson dando o que falar pelas incríveis semelhanças físicas com o rei da pop. Fabio Jackson é igual ao cantor, que morreu a 25 de junho de 2009, e um verdadeiro fenômeno na rede social Tiktok.

O britânico, de 28 anos, tem mais de um milhão e setecentos mil seguidores na rede social, onde compartilha vídeos divertidos que prendem os internautas… precisamente pelas suas semelhanças com Michael Jackson.

Fabio Jackson, nome que escolheu usar publicamente, é acusado de ter feito várias cirurgias para ficar parecido com o seu ídolo, acusação que o criador de conteúdo nega convictamente. 

Dengue dispara no país, e reagente de testes se esgota

O número de casos de dengue disparou no Brasil, e o reagente usado para fazer o exame que confirma a doença está esgotado na rede pública e privada.

Ao todo, em quatro meses, o Brasil superou os 544 mil casos de dengue registrados em todo o ano passado. De janeiro a abril, houve 654,8 mil notificações da doença.

O Ministério da Saúde não especificou a situação de cada região, mas confirmou que a reposição nacional só deve ser restabelecida em junho e que, no momento, está sem a entrega de novos kits moleculares para o diagnóstico da dengue, chikungunya e zika.

De acordo com o Ministério da Saúde, os insumos para tratamento têm sido enviados.

Segundo o último boletim epidemiológico federal (semana 18, publicado na última sexta-feira), as notificações prováveis triplicaram em relação ao mesmo período do ano passado (alta de 146,5%, passando de 307.133 para 757.068 casos).

Os casos notificados à União pelos municípios e estados subiram 56,7% (de 542.970 para 850.657 pacientes) e os confirmados aumentaram 65,7% (de 254.836 para 422.342 contaminados).

A recomendação do Ministério da Saúde no momento é que os casos de dengue sejam “confirmados por critério laboratorial ou por critério clínico-epidemiológico”, segundo resposta da pasta.

Para locais onde não for possível fazer exames laboratoriais, “a recomendação é seguir os protocolos de diagnóstico por critério clínico, notificando o caso suspeito com o diagnóstico por critério clínico-epidemiológico”.

A nota diz ainda que na “impossibilidade de realização de confirmação laboratorial específica ou para casos com resultados laboratoriais inconclusivos, deve-se considerar a confirmação por vínculo epidemiológico com um caso confirmado laboratorialmente”.

São Paulo está sem reagente. Piauí e Paraná estão com estoques baixos e têm orientado as equipes de saúde pública a priorizar o uso da testagem com os kits remanescentes em pacientes graves e grávidas.

Bahia e Mato Grosso do Sul estão sem reagentes e abriram processos emergenciais para compra pelos próprios estados.

Segundo a TV Globo, há carência do material também em Minas Gerais e Santa Catarina.

Em São Paulo, o número de confirmações de dengue manteve-se estável, mas os óbitos por dengue subiram de 41 para 77 (aumento de 87,8%). O estado registrou em 2022, até 2 de maio, 107,4 mil casos de dengue contra 104 mil casos no mesmo período do ano anterior.

A Secretaria de Estado da Saúde paulista disse que “encaminhou ofícios para o órgão federal para envio de novos testes, mas não houve sinalização de nova entrega” e que a “aquisição e distribuição dos testes para detecção da dengue são de responsabilidade do Ministério da Saúde”, cabendo ao governo estadual “apenas redistribui o item”.

Ainda segundo o órgão, a falta do exame não impede o diagnóstico clínico nem o tratamento do paciente pelos municípios e que a “suspensão de coleta de sorologia para os casos não graves já é prevista nas diretrizes para prevenção e controle das arboviroses urbanas no estado”.

O CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) do estado põe em ranking as cidades com casos acima do esperado para seu histórico sazonal de dengue.

Essa lista é usada para definir onde a coleta de amostras para confirmação do diagnóstico por sorologia será suspensa, mesmo quando há o reagente disponível.

O ranking não é divulgado, segundo o estado, por ser um quadro de atualizações muito dinâmico -é preciso estar há quatro semanas consecutivas com alta de casos acima do esperado, e a entrada e saída de cidades é constante.

É o caso Barretos, município no interior, a 233 km da capital paulista, que esta semana foi declarado com epidemia de dengue pelo estado.

Com a alta de de casos suspeitos, os testes deixaram de ser realizados na cidade. O secretário municipal de saúde da cidade, Kleber Rosa, disse que agora os pacientes que procurarem a rede pública de saúde apresentando três sintomas ou mais da doença receberão o tratamento direto.

“Mesmo sem o teste específico para dengue iremos continuar fazendo os hemogramas para o controle das plaquetas dos pacientes”, afirmou Rosa.

Em Ribeirão Preto, que manteve índices de dengue baixos nos últimos dois anos, o total de pacientes com sintomas de dengue também disparou.

No pronto-atendimento do plano de saúde privado Unimed Ribeirão, a procura diária por testagem para a doença cresceu sete vezes em relação ao mesmo período do ano passado e pelo menos desde segunda a rede está sem reagentes.

Em nota, a rede disse que “o não-abastecimento dos insumos laboratoriais específicos para o teste NS1 é momentâneo”, “generalizado em função da alta demanda dos casos de dengue na região nos últimos dias” e que houve “atraso na entrega dos fornecedores deste insumo para todos os laboratórios”.

Os pacientes com sintomas de dengue estão sendo submetidos aos testes capazes de confirmar o diagnóstico e de orientar os tratamentos, tais como hemograma e testes de anticorpos, que seriam “suficientes para orientar a conduta clínica, sendo o exame NS1 de natureza apenas complementar (confirmação diagnóstica).”

Para o médico Amaury Lelis Dal Fabbro, professor do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP), ainda que seja possível o diagnóstico, a falta de reagentes pode afetar o sistema de vigilância epidemiológica da dengue.

Segundo ele, exames virológicos e sorológicos de dengue ajudam a lidar com uma sintomatologia “razoavelmente inespecífica”, que pode eventualmente ser confundida com outras viroses. “É essencial para o sistema de vigilância epidemiológica confirmar os casos, ou pelo menos um certo número de casos para ter certeza do tipo de vírus que está circulando na população”, disse Fabbro.

Os dois tipos básicos de exames de sangue específicos são o sorológico, que identifica os anticorpos contra a dengue e confirma o diagnóstico, e o virológico, que mostra qual vírus da dengue infectou o paciente e está circulando naquele momento -é este que está em falta no país.

“Esta informação [de sorologia] é fundamental para virologia, porque cada sorotipo tem comportamento diferente na população e é fundamental que haja disponibilidade de exames”, afirmou o médico.

Denis Henrique da Silva, 43, vendedor e engenheiro civil, está com sintomas de dengue desde a semana passada. “Senti muitas dores no corpo, na articulação, sem força para fazer nada, febre. Uma experiência que nunca tive, nem quando peguei Covid fiquei assim”, afirmou.

O caso dele só foi confirmado com exame laboratorial e com o surgimento de pintas vermelhas. “Minhas plaquetas baixaram muito em três dias. Procurei a UPA de Barretos e não fizeram o teste [de dengue], só foi detectado através da plaqueta, mas [é] muito ruim ficar um mês sem saber se é verdade ou não”, contou.

Folhapress

STF pode autorizar motorista a não fazer teste do bafômetro

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode julgar na quarta-feira três ações que podem alterar as regras do Código Brasileiro de Trânsito e a Lei Seca. Estão em jogo a tolerância zero com álcool na direção, a proibição da venda de bebidas alcoólicas nas estradas federais e a aplicação de sanções a quem se recusa a fazer o teste do bafômetro, como aplicação de multa de R$ 3 mil e a suspensão do direito de dirigir por 1 ano. O relator das ações no Supremo, o ministro Luiz Fux, chegou a fazer audiência pública sobre esses temas em 2012, mas os casos nunca foram a julgamento.

Em janeiro de 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou uma medida provisória para proibir a venda de bebidas alcoólicas nas rodovias federais. O texto foi incrementado pelo Congresso, com a aprovação da chamada Lei Seca. Em vigor até hoje, ela prevê punição ao motorista que consumir qualquer quantidade de álcool, por menos que seja. Normas posteriores vieram a tornar mais duras as penalidades aplicadas a quem se recusa a fazer o teste do bafômetro ou se submeter a outra forma de atestar o nível de álcool no sangue.

Das três ações, duas são de 2008. Numa delas a Confederação Nacional do Comércio (CNC) pleiteia a liberação da venda de bebidas ao longo das estradas. Na outra a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) questiona diversos pontos e considera alguns trechos da Lei Seca inconstitucionais.

Defende, entre outras medidas, que se estabeleça um limite de consumo de álcool por motorista, diferente de zero. Para isso, cita como exemplos o que vigora em outros países, como nos Estados Unidos e em nações da Europa.

“Nestes países, a concentração permitida é bem mais elevada do que era no Brasil mesmo antes da atual tolerância zero – equivalente ao de países muçulmanos –, e nem por isso eles convivem com os drásticos índices de acidentes e mortes que afligem nosso país, como sofismam os prós Lei Seca”, destacou a entidade em uma manifestação entregue ao STF em 2013.

Quanto ao uso do bafômetro, a Abrasel diz que ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. Segundo o atual presidente da entidade, Paulo Solmucci, os vários questionamentos à lei levaram a alterações que permitem o uso de outras provas, como vídeos e testemunhos, para constatar se a o motorista está ou não sob efeito do álcool. Para ele, se alguém com indícios de embriaguez se recusa a soprar o equipamento, o correto é recorrer aos outros tipos de provas.

“Hoje o policial tem outras formas de apurar se o motorista está embriagado. Vale testemunho de terceiro, vale teste psicotécnico, que não valia. A lei só previa o bafômetro. Ao questionar a lei, a gente conseguiu ajudar que fosse aprimorada”, afirmou Solmucci ao GLOBO.

Terceira ação

Hoje, há algumas decisões judiciais contra a aplicação de sanções a quem se recusa a fazer o teste. No pacote de ações que poderão ser julgadas na quarta, por exemplo, há um recurso do Departamento de Trânsito (Detran) do Rio Grande do Sul que chegou ao STF em agosto de 2019 contra uma decisão do Tribunal de Justiça (TJ) do estado anulando um auto de infração. O processo tem repercussão geral, ou seja, o que for decidido nesse caso específico deverá ser observado por juízes e tribunais de todo o país. Segundo dados compilados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), há 1.010 processos no Brasil à espera de uma definição.

O TJ gaúcho destacou que o motorista só poderia ser autuado por não fazer o teste caso tivesse sinais externos de embriaguez, o que não era o caso. Para o tribunal, isso violaria os princípios da liberdade, da presunção de inocência, da não autoincriminação e da individualização da pena. No recurso, o Detran destacou outros direitos: à vida e à segurança. Assim, as punições administrativas pela recusa de fazer o teste do bafômetro, como multa e suspensão do direito de dirigir, são razoáveis e proporcionais.

Já a ação da CNC, de 2008, é focada na proibição da venda de bebidas alcoólicas nas estradas federais. A entidade questionou primeiro a medida provisória de Lula, e depois a parta da Lei Seca que trata do tema. A CNC destacou que o comércio de bebidas alcoólicas é uma atividade lícita e que sua proibição viola os princípios constitucionais da livre iniciativa e da livre concorrência, afetando também o direito de propriedade.

“É de se destacar que a Medida Provisória não atinge necessariamente os motoristas transgressores, pois aqueles que costumam regularmente ingerir bebidas alcoólicas, não deixarão de fazê-lo. Vão apenas sair das rodovias federais e irão beber nos bares, restaurantes e churrascarias situadas em cidades próximas às estradas, nas quais a venda daquelas bebidas não é vedada. Isso cria o risco de incentivo ao mercado clandestino ou paralelo de bebidas alcoólicas, repetindo a lastimável experiência da ‘Lei Seca’ norte-americana”, diz trecho da ação da CNC apresentada em 2008.

A Abrasel, que também questionou a proibição da venda, sustentou que a medida não vai impedir os motoristas de beberem em outros lugares, e ainda fere o princípio da isonomia, por punir “de forma injustificada” uma parte dos bares e restaurantes.

Especialista

O professor Hartmut Günther, pesquisador em psicologia do trânsito da Universidade de Brasília (UnB), é favorável à manutenção da Lei Seca nos termos atuais.

“Eu não tenho muita dúvida de que eu, provavelmente, depois de uma cerveja, posso dirigir numa boa, mas o problema é o seguinte: um dos efeitos do álcool é que você perde a noção e o juízo. Então, a primeira cerveja, tudo bem. A segunda também tudo bem, a terceira. De repente, você está na quinta e pensa que está tudo bem. Normalmente, por via de dúvidas, é melhor zero do que zero vírgula um”, argumenta Günther.

O professor da UnB também acredita que o motorista deve ser punido quando se recusa a se submeter ao bafômetro.

“Existem países em que, ao entrar no carro, o motorista implicitamente concorda com exames. Não pode recusar. Ponto. No momento em que você entra no carro, você deve tomar uma série de atitudes para proteger vocês e os outros. Se você quiser beber e se matar, problema seu. Mas, obviamente, quando a gente bebe e dirige, implica no bem estar dos outros. Sua liberdade vai até o direito do outro”, disse Günther.

Quanto à proibição do comércio de bebidas em estradas, o pesquisador da UnB não tem uma opinião taxativa. Ele é contra o consumo no local, mas não vê problemas em alguém poder comprar uma bebida no estabelecimento e levá-la para casa.

IG

Mulher descobre traição e cola carta de término no carro do ex-companheiro

No domingo (15), Benedita Carvalho Lopes colou uma carta de término no carro do agora ex-companheiro. Isso ocorreu depois que ela descobriu uma traição. O bilhete, escrito à mão, chamou a atenção de quem passava pela avenida Marquês de Herval, no bairro da Pedreira, em Belém (PA). As informações são do G1.

Na mensagem, que viralizou nas redes sociais, Benedita, conhecida como Naná, afirmou que ela e Alessandro viviam juntos havia 13 anos e ele sumia para dormir com a amante.

“Ele saía todo final de semana e voltava só na segunda-feira. A gente trabalhava juntos aqui no restaurante. Eu fiz isso e pensei que só ele fosse ver. Nunca pensei que fosse ter essa repercussão”, disse Benedita em entrevista ao G1.

No bilhete, Benedita ainda pediu que Alexandro respeite a outra mulher e vá morar com ela.

Confira a carta na íntegra:

“Alessandro, depois de 13 anos nós vivendo juntos e você sumir toda semana e vir dormir com essa moça. A gente trabalha juntos e quando você volta pra casa, quer transar? Ela não te satisfaz no sexo? Na segunda-feira volte em casa para pegar suas coisas, porque eu não te quero mais. Crie vergonha na sua cara e vai morar com a moça, respeite ela… Ass: Naná.”

Volta por cima

Diante da grande repercussão do caso, Naná se manifestou em suas redes sociais.

“Desculpa a repercussão dos fatos, não faz parte da minha conduta. Mas eu já estava no meu limite de estresse. Quem convive, sabe e ponto!”, declarou. Benedita é pequena empreendedora e trabalha com a venda de alimentos.

Benedita, que se apresenta nas redes sociais como ‘Naná Show’, mostra que já está superando a desilusão amorosa

Nas redes sociais ela adota o apelido de ‘Naná Show’. Ela comentou sobre a fama repentina: “Página de fofoca nenhuma vai me calar, até porque nunca vivi esse mundo de subcelebridade! Sejam bem-vindos todos. Beijos da Naná Show”.

Naná também demonstrou que não vai se abater com a desilusão amorosa. Nesta segunda, ela postou uma foto toda arrumada e de salto alto.

“Partiu dar uma espairecida, pois mereço, né, meu bem”, escreveu.

Motorista viraliza após expulsar clientes por comentário racista

Ovídeo do início de uma viagem de carro – que não chegou a acontecer – viralizou, depois de um motorista o ter compartilhado no Facebook, rede social na qual já teve mais de 10 mil visualizações.

O vídeo acima, capturado pela câmara de segurança do veículo, capta o momento em que um casal está entrando num Lyft – uma plataforma de transportes como a Uber -, e, admirada, a mulher diz: “Você é branco!”, rindo-se, parecendo manifestar alívio. O motorista, James W. Bode, questiona a afirmação e a passageira, já sentada no carro, acrescenta: “Um homem normal, fala inglês”.

Divertida com a situação, a cliente da plataforma bate no ombro do motorista e pede-lhe desculpa – talvez percebendo que a reação do motorista não estava indo ao encontro da sua.

“Podem sair do carro”, responde o motorista, explicando que o comentário que tinha acabo de ouvir era “completamente inapropriado”“Se quem estivesse sentado neste lugar não fosse branco, faria diferença?”, questiona.

O passageiro masculino, que não chega a entrar no carro, pergunta o que está acontecendo e, depois de o motorista lhe explicar, a conversa fica mais agressiva. “É um ‘merda’ – um idiota. Devia te esmurrar”, disse o homem.

“Vai me ameaçar?”, pergunta-lhe James W. Bode. Em resposta, e já sozinho no carro e com as portas fechadas, o motorista diz que vai chamar a polícia – depois de o passageiro o ameaçar e o mandar embora do local.

Na sua página de Facebook, James W. Bode, explica ainda que a queixa foi feitas às autoridades, e deixa um aviso a futuros utilizadores que possam vir pegar carona com ele. “Se me fizerem sentir desconfortável, garanto que vou fazer o mesmo, especialmente no meu carro ou propriedade. Sim, eles tinham a noção de que eu os estava gravando e sim, eu tenho sinais no meu carro que indicam que os passageiros estão sendo gravados“.

Eleições 2022: entenda o que candidatos podem fazer em pré-campanha

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estipula o dia 16 de agosto como data de início da das campanhas eleitorais visando a votação de outubro. Movimentações feitas pelos candidatos, no entanto, deixam o eleitor em dúvida sobre o que é permitido – e o que não é – nesse período, o chamado período de “pré-campanha”.

As motociatas lideradas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), são frequentemente apontadas como campanha antecipada, bem como a aparição da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, na mensagem de dias das mães veiculada em pronunciamento oficial ao lado da ministra Cristiane Britto, que assumiu a pasta dos Direitos Humanos substituindo Damares Alves.

Do outro lado, no Lollapalooza, bolsonaristas afirmaram que manifestações de artistas e do público durante os shows configurariam campanha para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O que pode?

Segundo o especialista em direito eleitoral Francisco Emerenciano, fazer menção à pretensa candidatura e exaltar as qualidades pessoais dos pré-candidatos, pedir apoio político e divulgar a pré-candidatura estão entre os itens permitidos pela legislação.

Nas prévias partidárias, material informativo, encontros seminários e congressos custeados pelos partidos também são permitidos, desde que limitados ao que se chama de “ambiente intrapartidário”.

Atos parlamentares sem pedidos de votos e campanhas de arrecadação prévia de recursos na modalidade vaquinha virtual são permitidos, “desde que não faça pedido de voto e obedeça às demais regras relativas à propaganda eleitoral na internet”, alerta Emerenciano.

O que não pode?

Pedidos explícitos de votos e menções ao número com o qual o pré-candidato concorrerá não são permitidos pela legislação eleitoral, assim como a instalação de outdoors em prol do eventual candidato.

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Senado Federal e Supremo Tribunal Federal (STF), além do próprio Presidente da República, não podem convocar as redes de radiofusão para divulgar atos que “denotem propaganda política ou ataques a partidos políticos e seus filiados ou instituições”, explica o especialista.

Os candidatos que ferirem as determinações podem ser punidos com multa de até R$ 25 mil imposta pela Justiça Eleitoral.

Último Segundo IG

Morador de rua é preso tentando estuprar adolescente

Na manhã desta segunda-feira (16), um morador de rua foi preso em flagrante após tentar estuprar um adolescente, de 13 anos, no centro de São Paulo. As informações são do R7.

Conforme a Guarda Civil Metropolitana (GCM), equipes realizavam patrulhamento de rotina pela praça Júlio de Mesquita quando foram informados por uma senhora de que um morador de rua puxou um menino em direção ao seu cobertor.

Ao atenderem a ocorrência, os policiais encontraram o jovem e o suspeito, ambos seminus. A vítima havia saído de casa e estava a caminho da escola.

O acusado foi encaminhado para o 77° DP (Santa Cecília), que redirecionou a ocorrência para a 1ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). A mãe e o padrasto do garoto foram acionados para comparecerem à delegacia.

Diversas atividades marcam a campanha de combate ao abuso e à exploração de crianças e adolescentes em Caém

A Secretaria de Assistência Social de Caém, através do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e em parceria com Conselho Tutelar, está realizando ações da Campanha  Nacional  de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A mobilização municipal  trás como tema: Caém no Faça Bonito – Proteja Nossas Crianças e Adolescentes.

A ação está sendo desenvolvida com os alunos da rede municipal de ensino. O tema está sendo abordado de forma lúdica, dinâmica e divertida com o objetivo de orientar e alertar as crianças e adolescentes sobre esse gritante crime que é acometido contra os mesmos. E que estes precisam ser protegidas integralmente, a proteção de meninos e meninas precisa ocorrer em todos os aspectos da sua vida, como negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

A secretária de Assistência Social, Kelciane Moura Gomes, destaca que a Prefeitura de Caém promove ao longo de todo o ano ações de enfrentamento e atividades que visam sensibilizar e mobilizar a população para o combate ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes. No dia 18 de maio, quarta-feira, acontece a Blitz da Secretaria na rua Odelice Ribeiro, a partir das 09 horas para conscientizar sobre a passagem do ‘Dia Nacional de combate ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes’.

 “Cada um de nós é responsável por mudar essa realidade. É importante ficar atento e não fechar os olhos se observarmos qualquer mudança nas reações de crianças e adolescentes. Se testemunhar, souber ou suspeitar de violências sexuais, denuncie. O principal canal de denúncias é o Disque 100, mas é possível acionar Conselho Tutelar, Delegacia e CRAS”, salientou a secretária, completando que a campanha é para destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes. “É preciso garantir que toda criança e adolescente tenham direitos ao desenvolvimento de forma segura e protegida livre do abuso e exploração sexual”, finalizou.

A proposta anual da campanha este ano é comemorar o 22º aniversário da “Faça Bonito”, que  tem por finalidade proteger e resguardar crianças e adolescentes, assim como também proporcionar a população o conhecimento e a conscientização acerca da proteção social destes sujeitos de direitos.

Disque 100 – O Disque 100 é um serviço telefônico de recebimento, encaminhamento e monitoramento de denúncias de violação de direitos humanos. As ligações são anônimas e o atendimento é 24 horas, todos os dias da semana. As denúncias também podem ser encaminhadas diretamente para o Conselho Tutelar de Caém.

Repórter da Globo, Ananda Apple surpreende ao revelar sua idade: ‘Não gosto de falar idosa’

A repórter Ananda Apple realizou uma reportagem na sexta-feira (13) sobre a vacinação para o programa SP1, da TV Globo. A profissional surpreendeu o público ao expor a sua idade, de 61 anos. Ela ainda afirmou que “não gosto de falar ‘idosa’, essa palavra não me cai bem”. As informações são do portal Notícias da TV.

A jornalista aproveitou a reportagem para pedir que a população com mais de 60 anos tome a quarta dose da vacina contra a Covid-19. “Eu tomei agora há pouco tempo, há uma hora, na UBS Jardim Edite, e só tinha eu para tomar a vacina. Ou seja, é justamente esse público da faixa dos 60 aos 64 anos que menos está se vacinando.”

“E são essas pessoas que têm que tomar mais cuidado, não ficar descansando e achando que está tudo bem”, completou a repórter.

No Twitter, alguns internautas expuseram o seu espanto ao saberem a idade da jornalista.

“Ananda Apple entregando sua idade no jornal, mais de 60 anos… Tudo bom? Não dava nem 40”, escreveu o perfil identificado como Rafa Costa.

“A sexta-feira é 13 quando você descobre que a Ananda Apple tem 61. Que loucura! Ela é maravilhosa!”, comentou o internauta Bruno Tomas Buzzo.

“Chocada com a Ananda Apple dizendo que faz parte do grupo +60. Que mulher linda. Só vem meus 60 assim”, relatou Suzane Bezerra da Silva Onofrio.

“Mentira!! A Ananda Apple tem 60 anos? Me lembro dela cobrindo a queda do TransBrasil aqui em Guarulhos nos anos 80. Como o tempo passa”, comentou Rogério Macêdo.