Ano bissexto foi criado para arredondar o número de dias para 365

04 de janeiro de 2020, 07:24

2020 é um ano bissexto (Foto: Reprodução)

A Terra leva cerca de 365 dias e seis horas para completar uma volta em torno do sol. Na prática, um ano teria 365,25 dias – algo complicado de se colocar em um calendário. 

Os anos bissextos, como é o caso de 2020, ajudam a arredondar a conta. Mas vamos por partes. 

Na Roma Antiga, o calendário se baseava nas fases da lua para contar os dias. Com a ideia de alinhar o calendário ao ano solar, o imperador Júlio César pediu ao astrônomo Sosígenes que reformulasse o calendário para um sistema mais preciso. 

Esse novo formato foi chamado de calendário juliano e tinha 365 dias, divididos em 12 meses, com 30 e 31 dias. 

Para compensar as seis horas que ficam de fora todos os anos, acrescentou-se um dia a cada quatro anos. O dia extra é a soma das seis horas que sobram todos os anos durante quatro anos, totalizando 24h, assim  6+6+6+6 = 24. 

Em 1582, o papa Gregório 13 promulgou uma bula papal que alterava o calendário, após novas análises realizadas pelo astrônomo Cristóvão Clávio. O objetivo era corrigir erros na relação das datas com o ano solar. Esse calendário é o que usamos atualmente: o gregoriano.

Já o nome do fenômeno, “ano bissexto”, surgiu por outra razão. Fevereiro, no calendário juliano, era o último mês do ano. Decidiu-se que o dia extra deveria ser acrescentado no sexto dia antes das calendas (1º dia do ano), ou seja, 1º de março. Havia uma frase que nomeava e ao mesmo tempo explicava a regra: “ante diem bis sextum Kalendas Martias”, que quer dizer “o sexto dia antes das calendas de março”. 

Por ser longa, a frase foi reduzida a “bis sextus” e, hoje, bissexto. Apesar fevereiro não ser mais o último mês do ano, o dia extra ainda é acrescentado no segundo mês. 

Os anos bissextos são aqueles divisíveis por 4. No caso dos anos centenários, só será bissexto aquele que for divisível por 400; todos os outros centenários, como 2100 e 2200, por exemplo, não serão bissextos. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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