Afinal, quantas vezes posso reutilizar o óleo para fritar alimentos?

06 de fevereiro de 2020, 10:00

Sim, pode ser utilizado várias vezes, mas tenha atenção para que não comprometa o estado do alimento (Foto: Reprodução)

O Lavanguardia explica que o melhor óleo é aquele que já aqueceu e fritou por duas ou três vezes, isto porque se torna gradualmente mais apurado. Mas atenção que tudo depende do tipo de alimento frito, já que quanta mais gordura exigir, menor será a qualidade do óleo que será utilizado no preparo de frituras posteriores. 

Ao fim da terceiro, quarto uso no máximo, o óleo já deu o que tinha a dar. Será mesmo assim?

Os especialistas garantem que não. Se separar o óleo utilizado dos resíduos desagregados durante a fritura, e deixá-lo esfriar antes de o voltar a guardar, o óleo de fritar as batatas pode durar até sete meses, aponta Brígida Jiménez, professora doutorada em farmacologia. 

Tal como acontece especificamente com as batatas, por serem um alimento com baixo teor de gordura que não ‘sujam’ muito o óleo. Entretanto, o mesmo não ocorre ao fritar peixe ou carne, em que ocorre a libertação de várias gorduras que põem em causa a próxima utilização daquele mesmo óleo.

Adicionalmente, para saber caso a caso, quando é que o óleo já deu o que tinha a dar, tenha em atenção a quantidade de bolhas formadas durante a fritura em si: se forem muitas, poderá estar no momento de mudar o óleo. O próprio sabor do alimento sofre alterações quando é frito num óleo com pouca qualidade ou que já passou do prazo. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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