Afinal, de onde vem o ouro? Cientistas procuram explicação

18 de setembro de 2020, 15:21

(Foto: Reprodução)

De onde vem o ouro? A origem de um dos metais mais valiosos do mundo ainda é mistério para os cientistas. Eles já conhecem o processo que leva as estrelas a criarem elementos mais pesados que o ferro, mas ainda não podem explicar a abundância desses elementos no universo.

Forjado nas estrelas

As estrelas são as forjas que produzem a maioria dos elementos do universo. No núcleo delas, ocorre a fusão nuclear, que é o processo em que vários núcleos atômicos se juntam para formar outro núcleo de maior número atômico. Ao fim da vida, elas culminam em uma explosão gigantesca, que então espalha grande parte de toda a sua matéria pelo universo, num fenômeno conhecido como supernova.

Nas estrelas, o principal processo de fusão que ocorre é o de conversão do Hidrogênio em Hélio. Essas reações, que acontecem em seu interior, mantêm elas brilhando por bilhões de anos.

Nas primeiras estrelas, cada vez mais elementos se fundiram ​​para formar elementos mais pesados, até produzir, finalmente, o ferro.

isso, confirmaram a teoria de que, nessas explosões, elementos mais pesados ​​que o ferro são forjados.

 

Isso se explica pelo chamado processo-R, que ocorre em explosões altamente energéticas, gerando uma série de reações nucleares. No processo, núcleos atômicos colidem com nêutrons para sintetizar elementos mais pesados ​​que o Ferro – como o Ouro, a Prata, o Tório e o Urânio. Se trata, enfim, de um processo de captura rápida de nêutrons.

Mas de onde vem todo o ouro?

Na época da detecção da colisão, os cientistas pensaram ter a resposta para a pergunta: como exatamente esses elementos, incluindo o ouro, se alastraram pelo universo? Para eles, o processo-R seria a resposta.

Mas há um problema com isso. De acordo com modelos mais recentes de evolução química galáctica, a quantidade de elementos pesados ​​encontrados na Via Láctea hoje é muito grande para que o processo-R, por si só, explique tudo.

À medida que as estrelas envelhecem, elas produzem elementos cada vez mais pesados enquanto o seu interior se aquece. O próprio ferro pode se fundir, mas isso consome uma quantidade enorme de energia – mais do que produz a própria fusão.

que o ferro, o processo-R deve ser muito rápido, de forma que o decaimento radioativo não ocorra antes.

Sabe-se, agora, que a explosão gerada por uma colisão de estrelas de nêutrons pode fazer o processo-R ocorrer. Mas, para produzir a quantidade observada desses elementos mais pesados no universo, deveria haver mais colisões.

A verdade é que as colisões de estrelas de nêutrons não chegam nem perto de produzir a quantia encontrada no espaço. No geral, simplesmente não há colisões suficientes para explicar a abundância desses elementos. De onde mais vem o ouro então?

A pesquisa foi publicada no The Astrophysical Journal. Com informações de Science Alert.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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