A moda agora é irracionalizar

05 de abril de 2018, 13:37

Por Gervásio Lima

O comportamento humano, por mais racional que se acredita ser, surpreende e assusta àqueles que procuram entender ou compreendê-lo. Atitudes intoleráveis estão se tornando comuns entre os viventes que outrora eram considerados seres inteligentes. Atos deploráveis não são mais prerrogativas dos ‘brutos’, estão presentes no cotidiano e não selecionam suas vítimas. Os que nunca tiveram o direito de acesso à informação passaram a acreditar apenas no que passa na televisão.

A globalização mudou a forma das pessoas ver e viver o mundo, principalmente do ponto de vista cultural, econômico e social. O acesso às mais diversas formas de comportamento e pensamento tem contribuído positivamente e negativamente para a formação da sempre buscada sociedade justa. A maneira como estão sendo interpretadas as mensagens enviadas pelos inúmeros meios físicos e até mesmo subjetivos tem causado um reboliço na vida de muita gente. A capacidade de pensar está sendo substituída pela facilidade de encontrar pensamentos pré-estabelecidos. Os sujos passaram a falar bem mais dos mal lavados, enquanto os erros justificam outros. Paladinos da moralidade, salvadores da pátria e até mesmo falsos profetas permeiam e emitem pareceres como sendo absolutos e verdadeiros. Anticristos prenunciam o apocalipse? Só a Bíblia explica.

A moda não é mais vestir uma calça ‘boca de sino’, fumar cigarro Malboro, possuir um ‘LP’ do Beatles, ir à uma sessão matinê no cinema ou se divertir no parque ao som de Roberto Carlos. Muitos acontecimentos que marcaram épocas ficaram démodé e viraram apenas reminiscências. A emancipação intelectual ora se confunde e o que se espera do outro se transforma em decepção. A incapacidade de discernir o certo do errado é considerado um retrocesso para os que não viveram sem a internet e um provedor global de filmes e séries? A banalização da violência e da corrupção, a extinção dos pudores e do conceito de família estão entre as principais pautas dos meios de comunicação que têm deixado de formar para deformar opiniões e, o pior, estão conseguindo.

O ódio preocupa pela sua disseminação desenfreada e por está sendo capitaneado por um leque de setores que gozavam de confiança e respeito. A teatralização ocorrida em volta de fatos políticos transforma o Brasil em um verdadeiro ‘país mambembe, com sua população passando de meros expectadores para protagonistas, mesmo não sabendo os objetivos das tramas que se envolveu.

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.

Martin Luther King

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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