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Irrigação compartilhada promete aumentar a produtividade de agricultores familiares

15 de julho de 2019, 13:53

(Foto: Divulgação Aiba)

Assentamento Santa Rita pode ser a primeira área a contar com essa tecnologia na Bahia -  Por: Agrolink Com. Inf. de Assessoria -Aliados da agricultura empresarial, os pivôs centrais viabilizam a produção em grandes áreas cultivadas. O que poucos sabem é que eles também já são utilizados na agricultura familiar. Em alguns países da África, por exemplo, o compartilhamento destes equipamentos entre pequenos agricultores tem contribuído para o fortalecimento da atividade, rendendo mais produtividade aos pequenos produtores que cultivam sob o pivô e, consequentemente, proporcionando transformação social para a categoria. Esse modelo de agricultura pode ser adotado no Oeste da Bahia. Técnicos da Aiba e do Iaiba, acompanhados de pesquisadores da Ufob e UFV e representantes do Incra e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Barreiras, visitaram o Assentamento Santa Rita, para estudarem a viabilidade de instalar um pivô central na comunidade agrícola. A ideia é que o equipamento sirva aos pequenos produtores de lá, de forma compartilhada. O objetivo da experiência é que, com um sistema eficiente e inteligente de irrigação, eles passem a produzir mais, aumentando, assim, a sua competitividade no mercado. O projeto é visto com bons olhos pelos assentados. O pequeno agricultor Adenilson Santos, do Sítio Sucupira, se alegrou com a possibilidade. “Quanto mais frente de trabalho conseguirem para as famílias estaremos ajudando a amenizar o sofrimento de muitos que buscam tirar o sustento da terra, mas que não têm condições de investir em tecnologia. Esses pivôs seriam de grande salvação”, pontua. Com dedicação à agricultura de pequeno porte, a presidente da Associação do Assentamento, Maria da Conceição, entende que os pivôs centrais só agregariam ao negócio familiar, uma vez que daria viabilidade à atividade durante todo o ano, aumentando a produtividade sem aumentar a área cultivado. “Sem essa tecnologia, temos produzido pouco e, com isso, os lucros têm sido pequenos, o que nos leva a recorrer a outras atividades para complementar o nosso sustento. Isso interferiu no desempenho da própria agricultura, colocando em risco a nossa principal atividade. No caso da minha família, por exemplo, tínhamos também uma criação de porcos, mas, com a falta de recursos, perdemos muitos animais e acabamos abrindo mão para trabalhar fora e garantir o sustento”, observa. “O acesso às tecnologias disponíveis para o desenvolvimento agrícola da região deve chegar aos pequenos produtores como forma de fortalecer a agricultura familiar. Durante nossa visita ao Assentamento Santa Rita foi possível constatar a existência de ações já desenvolvidas pela CERB, mas que requerem continuidade e disponibilidade de apoio técnico para fixação das famílias assentadas e, consequentemente, possibilitar geração de renda. Destaca-se a possibilidade de compartilhamento do equipamento e aprimoramento de técnicas para o uso de maneira sustentável dos recursos hídricos existentes no local, viabilizado pela utilização de tecnologia compatível com os interesses daquela comunidade”, enfatizou Jacques Miranda, professor e vice-reitor da Ufob. A possibilidade de ampliar sua produção animou a pequena agricultora Maria de Fátima Perim, que vê na irrigação compartilhada a solução mais eficiente para o seu cultivo de morangos e maracujás. “Não se trata apenas de aumentar a produtividade, mas a renda e as perspectivas das famílias. Se na África está dando certo aqui também dará. Onde há tecnologia há desenvolvimento social”, defende.

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Em crise, universidades cortam bolsas, transporte e até bandejão

15 de julho de 2019, 13:41

(Foto: © Pixabay)

O bloqueio de verbas nas universidades federais feito pelo MEC está fazendo instituições e alunos passarem por diversos problemas para terem acesso à educação -    De falta de bandejão até viagens técnicas barradas. Os efeitos do bloqueio de verbas nas universidades federais, anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), vêm sendo sentidos por aqueles que estão na ponta: os alunos. Em meio aos cortes, as instituições têm anunciado medidas de economia, enquanto que os estudantes, para contornar os problemas, apelam para marmitas, caronas, vaquinhas e até empréstimos, destaca o jornal O Estado de S. Paulo. Em abril, o MEC anunciou o bloqueio de verbas discricionárias das universidades. Esses recursos são usados, por exemplo, para o pagamento de terceirizados, contas de água e luz e obras. Universidades ouvidas pela reportagem relatam dificuldades para honrar os contratos de funcionários nas áreas de limpeza e segurança - e algumas preveem até a suspensão das atividades. Bolsas de intercâmbio, iniciação científica e estágio também estão ameaçadas. Segundo especialistas, a falta de apoio a estudantes - principalmente em um contexto de inclusão de alunos mais pobres nas universidades - tem impacto no engajamento dos universitários nos estudos, reduz possibilidades de dedicação a atividades complementares e contribui para a evasão. Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o corte de um programa de intercâmbio surpreendeu o estudante de Economia Vicente Heinen, de 21 anos. Selecionado em primeiro lugar, ele pretendia cursar um semestre em Buenos Aires, na Argentina. "Dois dias após o resultado, recebi a notícia do cancelamento", reclama. Em junho, a universidade anunciou a suspensão dos programas de mobilidade internacional por causa do contingenciamento. Por decepção parecida passou a aluna de Pedagogia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Fernanda Vanzeli, de 22 anos, aprovada para viajar a Portugal, com uma bolsa de mérito de R$ 10 mil, suspensa pelo bloqueio de verbas. Para cobrir o gasto, ela recorreu a uma vaquinha. Estudante de Engenharia Florestal da UFPR, Winicius Schaeffer, de 22 anos, também pretendia viajar: um professor havia organizado uma visita técnica a Urubici (SC) para estudos sobre infraestrutura, mas foi barrado. "Não esperávamos que isso fosse atingir a gente dessa maneira", diz Schaeffer. "É difícil aprender sobre florestas dentro da cidade." No fim de maio, a UFPR anunciou restrições a viagens para cidades a mais de 300 quilômetros de distância por motivo de economia. Também resolveu suspender, neste mês, os serviços do restaurante universitário. Schaeffer apelou para as marmitas. Com R$ 400 por mês que recebe do estágio em um laboratório, almoçar na rua estava fora de cogitação. Agravamento As dificuldades da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) se acirraram com o contingenciamento. Três ônibus que faziam o trajeto entre as unidades de Diadema - há prédios no centro e em um bairro mais afastado - quebraram e a frota não foi recomposta. Segundo a reitoria, a licitação depende da liberação de recursos. "O fretado da universidade tem horário para ser cumprido, que vem sendo reduzido a cada dia", diz a aluna de Licenciatura em Ciências Andressa da Paz, de 20 anos, que também vê problemas de limpeza e manutenção de laboratórios. Para o colega de curso Miguel de Lima, de 18 anos, as dificuldades são um banho de água fria. Primeiro da família a ingressar no ensino superior, neste ano, ele se surpreendeu quando conheceu a estrutura física da universidade. "Pensei em um câmpus bonito. Foi uma quebra", lembra. "Somos obrigados a andar a pé pela cidade e várias pessoas já foram assaltadas." Enquanto não tinha resposta se conseguiria uma bolsa de permanência estudantil (não há aumento nesses benefícios, enquanto que o número de alunos de baixa renda só cresce), ele chegou a "escolher os dias para faltar" e a mãe fez até empréstimo para arcar com os gastos do aluno. Segundo a reitoria, não há previsão de redução na assistência estudantil, mas os valores "são insuficientes para atendimento da demanda". Uma série de "nãos" também está no planejamento da Universidade Federal do ABC (UFABC), que prevê a impossibilidade de manutenção e reformas de prédios e equipamentos. A construção de novos blocos em Santo André, na Grande São Paulo, continua comprometida com o bloqueio de recursos. Em maio, mudança na contratação de uma empresa de ônibus levou à redução no transporte do câmpus a terminais de transporte público. Também tornou mais difícil atender a todos que precisavam se deslocar entre as unidades. " (O bloqueio) faz com que a UFABC não consiga ampliar a capacidade de transporte, em um cenário de expansão do número de alunos", informou a universidade. O resultado é que alunos precisam enfrentar um caminho perigoso e já organizam esquemas de caronas. "Quem chega pelo terminal (Santo André Leste) tem de passar por baixo do viaduto a pé", diz Andressa Silva, de 22 anos, aluna de Ciência e Tecnologia na UFABC. "Decidi trancar minha matrícula para tirar carta de motorista. Me vi ameaçada de estar sujeita a assaltos", diz ela, que escuta relatos de violência ao menos duas vezes por semana no trajeto. Sem poda, o mato alto cria insegurança e a redução de vigias aumenta o risco de furtos na Universidade Federal de Goiás (UFG). A UFG admite atrasos no pagamento de prestadores de serviço e, para economizar, recomendou até desligar o ar-condicionado de manhã e à noite. "É um desconforto. A sala foi adaptada, é de tapumes. Temos de ligar ventiladores, que são lentos, e deixar a janela aberta. Mas o prédio é de frente para um bosque com macacos, que querem entrar na sala", diz Letícia Scalabrini, de 20 anos, aluna de Ciências Sociais. Critério Em nota, o MEC informou que o critério para o bloqueio "foi operacional, técnico e isonômico". Segundo a pasta, o bloqueio no orçamento foi de 3,9%, de um total de R$ 149,7 bilhões para 2019. Para as universidades, foi 3,4% dos R$ 49,6 bilhões para o ano, "sem comprometer as despesas obrigatórias". O MEC informou que está "aberto ao diálogo com reitores", buscando liberar recursos para questões urgentes. Disse, ainda, que o bloqueio não compromete o Programa de Assistência Estudantil. Oportunidade perdida "Sempre estudei em escola pública em um bairro periférico de Curitiba e nem pensava que estaria na Universidade Federal do Paraná. No terceiro ano, resolvi me inscrever no intercâmbio. Só tentei porque tinha a possibilidade de uma bolsa de R$ 10 mil", contou Fernanda Vanzeli, aluna de Pedagogia da UFPR. "Fiz entrevista, análise de currículo. Foram meses de espera. Recebi a resposta da bolsa em fevereiro e a carta de aceite da Universidade do Porto (em Portugal) no início do mês de julho. Minha intenção com o intercâmbio é ter a experiência de morar fora. Faço Pedagogia e quero entender como funciona o sistema educacional de lá", disse a estudante de 22 anos. "Quando pedi um comprovante de que havia ganhado a bolsa para dar entrada no pedido de visto, recebi um e-mail (da universidade) falando que a bolsa não seria paga (por causa do bloqueio de verbas). Senti a minha oportunidade, todo meu esforço, escorrendo pelos dedos igual água", lamentou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Ex-capitão da seleção, Cafu enfrenta dívidas milionárias

15 de julho de 2019, 13:34

*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 05.09.2017: O ex-jogador de futebol Marcos Evangelista de Morais, o Cafu, na entrega da Medalha da Ordem do Ipiranga no Palácio dos Bandeirantes em São Paulo. (Foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress)

O ex-jogador teve vários imóveis e bens penhorado pela Justiça   SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-jogador Cafu, 49, enfrenta dívidas de várias espécies e perdeu, no Tribunal de Justiça, cinco imóveis em pagamentos para cobrir empréstimos milionários. Além desses bens, outros 15 imóveis no nome dele e no nome de sua esposa, Regina, estão penhorados por dívidas da Capi-Penta International Player, empresa, constituída em 2004 para gerenciar carreira de atletas, pertence ao casal.A companhia é cobrada por empréstimos que vão de R$ 1,1 milhão a R$ 6 milhões. "É um problema particular meu. Posso dar meus imóveis, meu carro, minha casa, posso dar o que quiser como pagamento de dívida", afirmou Cafu à Folha de S.Paulo. Todos os bens foram adquiridos enquanto Cafu jogava futebol. Há pelo menos 32 imóveis. São apartamentos de 55 a 293 metros quadrados em São Paulo e Alphaville, em Barueri, uma casa, com mais de 2.000 metros quadrados, outra no litoral paulista, de 1.080 metros quadrados, e terrenos no interior. Um deles, em Mairinque, tem 38 mil metros quadrados. Cafu fez seu último jogo como atleta profissional em 2008, no Milan. Ele estreou no futebol no São Paulo de Telê Santana, depois de ter sido reprovado em nove peneiras. Bicampeão mundial no clube paulista, vestiu ainda as camisas do Juventude, Palmeiras e Roma. Ele é o atleta que mais jogou na seleção brasileira, com 149 partidas, e esteve em três finais seguidas da Copa–1994, 1998 e 2002. A Capi Penta é réu em um processo movido pela Vob Cred, uma securitizadora que cobra R$ 5,275 milhões da empresa desde 2018. A Vob baseia a cobrança numa escritura pública de confissão de dívida, com garantia hipotecária do terreno de 38 mil metros quadrados na cidade de Mairinque, adquirido por Cafu em 2005 por R$ 380 mil (R$ 793 mil atuais). Procurada, a empresa não respondeu à reportagem. Em fevereiro deste ano, o juiz Bruno Paes Straforini, da 1ª Vara Cível de Barueri, determinou o bloqueio do imóvel deste terreno e de mais 14 imóveis no nome de Cafu e Regina. Os bloqueios também são frutos de cobranças em ações movidas por Valentim Osmar Barbizan, diretor-administrativo da Vob Cred, no valor de R$ 2,691 milhões, e pelo banco ABC Brasil, no valor de R$ 1 milhão. Nessa última, a instituição financeira alerta a Justiça das dívidas fiscais de Cafu que, segundo consta no processo, no final de 2017 já atingiam R$ 407 mil. O ABC Brasil não foi o único que acusou Cafu de inadimplência. O Banco Industrial foi à Justiça por empréstimo de R$ 3,5 milhões. Como o ex-atleta não quitou a quantia até a data prometida, em julho de 2017, quatro meses após retirar o dinheiro, o ex-capitão da seleção passou a ser cobrado em R$ 6 milhões, com os juros contratuais e honorários. Além dos imóveis penhorados e bloqueados, outros estão alienados em empréstimo feito por Cafu. A matrícula de dois imóveis, com área total de 1.080 metros próximos do mar em Peruíbe, estão alienados como garantia de uma dívida de R$ 1 milhão com o banco Santander. O ex-jogador terá que quitar esse valor com 96 parcelas mensais (até outubro de 2023) de R$ 23,1 mil cada. Cafu adquiriu os imóveis, em Peruíbe, em agosto de 2008 por R$ 1,4 milhão (R$ 2,9 milhões atuais).A Fundação Cafu, no jardim Irene, em São Paulo, está inscrita na Dívida Ativa da União com R$ 857 mil. A Capi Penta está inscrita em R$ 598 mil e o próprio Cafu (pessoa física) está sendo cobrado em R$ 235 mil na dívida ativa. Cafu atendeu a reportagem e disse que não iria falar sobre a sua situação financeira e nem sobre a Capi Penta, principal responsável pelas dívidas que penhoraram os imóveis. O ex-capitão da seleção disse que falaria apenas sobre a Fundação Cafu. A instituição está com atividades suspensas enquanto, de acordo com Cafu, passa por um processo de "reformulação geral, em termos de projetos e de estatuto". "Está fechada por um planejamento, é óbvio que estamos com problemas financeiros [na Fundação]", afirmou Cafu. "A Fundação custa R$ 150 mil por mês, e eu que tenho que mantê-la. Se você pesquisar nos últimos anos, as empresas deixaram de investir no terceiro setor. Estou batalhando para deixar nossa fundação em pé, mas isso requer alguns sacrifícios." Segundo o ex-atleta, a fundação oferece atividades como dança, balé, coral, bateria e informática. Os problemas na instituição se tornaram públicos em 2018, quando funcionários fizeram greve. O ex-jogador rechaçou a palavra endividamento. "[Financeiramente] estou tranquilo, não posso deixar minhas 950 crianças na rua, porque se eu parar tudo o que estou fazendo hoje, levo minha vida tranquilo. Mas não quero isso", disse o ex-jogador. Sem jogar, Cafu segue envolvido com o futebol. Ele foi um dos membros do Comitê Organizador Local da Copa América. Em junho, foi anunciado pelo Comitê Organizador da Copa de 2022, no Qatar, como o embaixador no Brasil.

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Afinal, o uso de celular pode mesmo causar mais câncer no cérebro

15 de julho de 2019, 13:23

(Foto: Reprodução)

Não é difícil ouvirmos por aí, quando um novo tipo de tecnologia se torna extremamente popular, que aquilo pode fazer mal de infinitas maneiras. As pessoas mais velhas devem lembrar como as pessoas se preocupavam com a distância na qual assistíamos à TV de maneira que não prejudicasse nossa visão. A bola da vez agora são, obviamente, os smartphones: será que o uso exagerado deles pode nos causar algum mal, como câncer ou algo parecido? O grande problema dessa pergunta é que ela não possui resposta. Ou pelo menos não apenas uma. Já usamos celulares em larga escala há tempo suficiente para que estudos indicassem algumas consequências de usá-los tanto. Ainda assim, as pesquisas feitas a respeito por uma infinidade de órgãos e institutos especializados apresentam resultados dos mais diversos possíveis, métodos nem sempre confiáveis e conclusões por vezes precipitadas e tendenciosas. 20 anos de estudos Dessa vez, foi um estudo realizado no Reino Unido que levantou novamente a polêmica. Segundo a pesquisa, que rastreou a incidência de todos os casos diagnosticados de câncer cerebral na Inglaterra de 1995 a 2015, o número de casos se manteve mais ou menos parecido com o passar do tempo com exceção para um tipo específico da doença, o glioblastoma multiforme, que foi de 953 casos em 1995 para nada menos que 2.531 em 2015. Tudo isso indicaria, de maneira aparentemente óbvia, alguma mudança de hábito ou estilo de vida das pessoas O estudo não se propunha, no entanto, a oferecer um motivo para esse aumento, sendo responsável apenas por apontar o aumento no registro dos casos. Porém, foi inevitável que os responsáveis oferecessem algum tipo de explicação que indicasse o motivo de um tipo tão específico de câncer – e, diga-se de passagem, tão agressivo – aumentasse tanto nesses 20 anos de período do estudo. O que mudou? O celular O trabalho em si não é sobre celulares; é apenas sobre essa mudança nos tumores Tudo isso indicaria, de maneira aparentemente óbvia, alguma mudança de hábito ou estilo de vida das pessoas e aí fica bastante fácil apontar para o potencial vilão: o celular. Claro que são levados em conta outros elementos, como o aumento de todo tipo de emissão de ondas de rádio, maior exposição a raio X medicinal, tomografia computadorizada, entre outros. O foco, porém, vai sempre acabar sendo os smartphones e similares, como afirmou um dos próprios autores da pesquisa: “O trabalho em si não é sobre celulares; é apenas sobre essa mudança nos tumores... Mas os celulares parecem realmente ser a causa mais provável”, disse Alasdair Philips em depoimento para a CNN. "Pode ser que não seja" Outros estudos realizados em países diferentes, como os Estados Unidos, indicaram resultados muito parecidos, da mesma maneira que algumas pesquisas não só diferiram disso, mas mostraram o oposto – uma redução na incidência desse tipo de câncer. No fim das contas, o debate e a dúvida continuam: celulares causam câncer de cabeça nas pessoas? Keith Neal, professor emérito de epidemiologia da Universidade de Nottingham, acha que é impossível afirmar isso com base nessas pesquisas: Como seu uso em larga escala tem menos de 20 anos, ainda não houve nem tempo e nem pesquisas suficientes para que resultados mais precisos fossem obtidos “Os autores demonstram claramente um aumento em um tipo de câncer cerebral, o que é motivo de preocupação. A sugestão de que o uso de telefones celulares é responsável não pode ser comprovada, já que o aumento é maior em pessoas com mais de 55 anos, que usam celulares muito menos, e houve muito pouco uso de celulares em 1995, quando as taxas já estavam aumentando”, disse Neal. No fim das contas, estamos muito distantes de bater o martelo e afirmar categoricamente se o uso de celulares pode ou não apresentar algum risco desse tipo. Como seu uso em larga escala tem menos de 20 anos, ainda não houve nem tempo e nem pesquisas suficientes para que resultados mais precisos fossem obtidos e, portanto, é impossível afirmar qualquer uma das respostas com certeza absoluta e garantia científica de estar certo. Afinal, o uso de celular pode mesmo causar mais câncer no cérebro? via TecMundo

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Inter chega a quase um ano sem vitória fora no Brasileiro

15 de julho de 2019, 12:58

(Foto: © Reprodução / YouTube)

O jejum de mais de 300 dias afeta a campanha do time, que em 2018 perdeu força na briga pelo título PORTO ALEGRE, RS (UOL/FOLHAPRESS) - O Internacional está há quase um ano sem vencer fora de casa no Campeonato Brasileiro. A derrota para o Athletico, por 1 a 0, no domingo (14), apenas confirmou a sina recente do clube longe do Beira-Rio. O jejum de mais de 300 dias afeta a campanha do time, que em 2018 perdeu força na briga pelo título e agora não consegue decolar –também pelo foco dividido. A diretoria não esconde que Copa do Brasil e Libertadores recebem tratamento prioritário. Tanto assim que titulares foram preservados em jogos fora de casa no Brasileirão (e a fórmula será mantida nos próximos jogos). A última vitória do Inter longe dos seus domínios foi em 22 de agosto, diante do Bahia. O gol de Patrick na Fonte Nova, em duelo da vigésima rodada do Brasileirão do ano passado, manteve o time na cola do São Paulo, então líder do campeonato. Ainda em 2018, foram mais oito partidas como visitante no Campeonato Brasileiro, com cinco empates e três derrotas. Nesta temporada são quatro derrotas fora de casa e apenas um empate –diante do Santos, na Vila Belmiro. "Eu acredito em boas atuações, boas performances, para ter sequência de resultados positivos. Não estamos confortáveis com essa situação, de não conseguir resultado fora. Mas vamos trabalhar para ter isso", disse Odair Hellmann, treinador do Inter. Para o grupo de jogadores, os números fora de casa são uma dor de cabeça. "Claro que incomoda viver essa sequência sem vencer fora. A gente sabe que poderia estar brigando na ponta se vencesse fora. Mas estamos trabalhando para melhorar isso", comentou Marcelo Lomba, goleiro e capitão do Inter diante do Athletico. O Inter minimiza os números ruins como visitante do Campeonato Brasileiro lembrando a estatística de visitante no ano todo –com partidas do Gauchão e da Libertadores. Ainda assim, existe incômodo pela falta de resultados.A equipe de Odair volta a campo na quarta-feira (17), diante do Palmeiras, em jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. No sábado (20), o jogo é com o Grêmio. As duas partidas acontecerão no estádio Beira-Rio. Até atingir a marca de exatamente um ano sem vencer fora de casa no Brasileirão, o Inter ainda enfrentará Fluminense, Fortaleza e Goiás longe dos seus domínios.

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Sabia que beber água em determinados momentos do dia engorda

15 de julho de 2019, 12:38

(Foto: Divulgação)

Beber enquanto come pode engordar, já que o hábito aparentemente inocente dilata o estômago, fazendo com que caiba cada vez mais comida nesse órgão Ao ingerir água enquanto almoça ou janta, com o tempo a tendência é comer mais em cada refeição. Isso acontece por que a informação de estar satisfeito chega mais tarde ao cérebro, já que o estômago necessita de mais comida se sentir saciado. Além disso, beber durante a refeição engorda na medida em que os líquidos ‘roubam’ espaço dos alimentos sólidos no estômago o que faz com que a pessoa pare de comer mais cedo, mas por outro lado o indivíduo fica com fome mais rapidamente, aumentando assim a probabilidade de devorar a refeição seguinte. Outros líquidos como sucos, refrigerantes ou bebida alcoólicas, aumentam as calorias da refeição assim como a tendência à fermentação que pode gerar por sua vez gases e provocar mais arrotos. Por isso, é contra indicado beber enquanto come para quem sofre com refluxo ou dispepsia, que consiste na dificuldade em digerir normalmente os alimentos.  Quanto tempo antes ou depois de comer devo beber? Até 30 minutos antes e 30 minutos depois da refeição é possível ingerir líquidos sem que estes atrapalhem na digestão. Porém, na hora da refeição não é o momento ideal para ‘matar a sede’ e o hábito de se hidratar durante o dia e fora das refeições é importante para diminuir a necessidade de beber durante as refeições.

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Irã está disposto a negociar com os EUA desde que retirem as sanções

15 de julho de 2019, 12:23

(Foto: Divulgação)

Em mais um capítulo da tensão geopolítica, o Irã se manifestou afirmando estar disposto a negociações desde que os Estados Unidos retirem as sanções econômicas e retornem ao acordo nuclear. O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou no último domingo (14) que acredita em “conversações”. “Se eles removerem as sanções, encerrarem a pressão econômica e voltarem ao acordo, estaremos prontos para conversar com a América hoje, agora e em qualquer lugar, contanto que encerrem as intimidações e punições”, disse o presidente. Além disso, o Rohani afirmou que a estratégia do país persa é tratar os EUA da mesma forma que eles os tratam. “Mudamos nossa estratégia da paciência para retaliação. Qualquer ação que o outro lado tome, retaliaremos à altura. Se eles reduzirem, nós também vamos reduzir nossos compromisso [com o acordo nuclear]. Se eles os implementarem, nós também implementaremos os nossos”, disse Hassan. Preocupados com a tensão geopolítica, o Reino Unido se manifestou nesta segunda-feira (15) afirmando que existe uma “janela pequena” de tempo para salvar o acordo. “O Irã ainda demora um bom ano para desenvolver uma bomba nuclear. Ainda existe uma janela pequena, mas que está se fechando, para manter o acordo vivo”, disse o secretário das Relações Exteriores britânico, Jeremy Hunt.

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OAS acumula novas dívidas e corre risco de falir

15 de julho de 2019, 12:13

(Foto: Divulgação)

Relatórios da OAS entregues à Justiça apontam que a empresa corre grande risco de entrar em falência. As informações foram publicadas em reportagem do jornal Folha de S.Paulo nesta 2ª feira (15.jul.2019).Alvarez & Marsal, administradora judicial da empreiteira, tem feito alertas de uma grave situação fiscal da empresa. A empreiteira está com processo de recuperação aberto desde 2015. No último alerta, referente ao mês de junho, declara que a liquidez do grupo está em “estágio crítico”. Em abril, afirmou que havia dúvida sobre “a capacidade de soerguimento das atividades empresariais” da OAS. O número de obras em curso e a receita da OAS caíram desde a prisão do ex-presidente da empreiteira Léo Pinheiro, em 2014. Na época, a empresa tocava 80 obras e era considerada a 3ª maior empreiteira do país, com receita de R$ 77 bilhões. Neste ano, são 20 obras em andamento, e a receita bruta para o ano está em 900 milhões. O número de trabalhadores também diminuiu, de 127 mil em 2014 para 19 mil em 2019. O que diz a OAS Consultada pela reportagem, a assessoria da OAS afirmou que as receitas disponíveis para o ano de 2019 serão suficientes para cumprir com suas obrigações. “Todas as equipes seguem firmes para o cumprimento do planejamento estratégico para o ciclo 2019/2021”, afirma. “A expectativa continua sendo a de que nas próximas semanas encerre o plano e saia da recuperação judicial”, diz. A empresa também afirmou que a dívida, que chegou a ser de R$ 9,2 bilhões, passou a R$ 2,8 bilhões; que toda a gestão da OAS foi reformada e que “o objetivo é concluir os acordos de leniência e poder seguir com os negócios de forma ética, transparente e íntegra, voltando a participar do crescimento e fortalecimento da infraestrutura no país”.

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Estados investem em vigilância nas escolas e alunos como mediadores para inibir violência

15 de julho de 2019, 12:05

Há um ano, Congresso aprovou lei antibullying contra a violência nas escolas. (Foto: © Edilson Rodrigues (Agência Senado))

Beatriz Jucá (El País) - Duas tragédias escolares marcaram o Brasil. Em 7 de abril de 2011, um ex-aluno, Wellington Menezes, entrou na Escola Municipal Tasso de Silveira, e matou 12 crianças. A escola fica em Realengo, zona oeste do Rio. Oito anos depois, o país assistiria atônito a mais um ataque gratuito, na escola Estadual Raul Brasil que matou oito pessoas na cidade de Suzano, na grande São Paulo. Massacres como esses são casos extremos. Mas há um problema crônico que assola as escolas brasileiras: a violência cotidiana. No país em que 69% dos estudantes afirmam ter presenciado alguma situação de violência no chão da escola —segundo dados do Diagnóstico Participativo da Violência nas Escolas—, as políticas desenvolvidas pela maioria dos Estados focam principalmente em ações de segurança ostensivas e ainda patinam em soluções com o intuito de melhorar a convivência escolar, apontadas por especialistas como mais eficazes para enfrentar o problema a longo prazo. Um ano depois que a lei federal 13.663/2018 obrigou expressamente o poder público a desenvolver ações para combater todos os tipos de violência nas escolas —da agressão ao bullying—, as ações desenvolvidas pelos Estados envolvem medidas difusas que vão da criação de aplicativos para controlar a presença do aluno na escola e instalação de sistemas de vigilância 24 horas até ações de educação socioemocional e mediação escolar. Há três anos, o Distrito Federal implementou um formulário online preenchido em parceria com a Polícia Militar para identificar os principais tipos de violência que acontecem nas escolas e pensar soluções para reduzir as estatísticas. Os dados são mantidos em sigilo, mas sinalizam que as turmas de Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) são as mais violentas, conta a secretária executiva de Educação do DF, Janaína Almeida, sem citar cifras específicas. Uma pesquisa do Sindicato dos Professores do DF lança luzes sobre o tamanho do problema: segundo o levantamento, 97% dos profissionais que atuam em escolas públicas já presenciaram situação de violência dentro das instituições. Para reverter o cenário, o Distrito Federal tem apostado em medidas polêmicas, como um regimento escolar rígido, que permite por exemplo a revista aos pertences dos estudantes por funcionários das escolas. "Em relação à parte pedagógica, reformulamos o regimento escolar com um rigor maior para a disciplina. Também teremos uma nota para o comportamento. O estudante que se sai bem e que tem uma conduta elogiosa, recebe pontos. Nós acreditamos que assim acabaremos com a cultura da impunidade. Correndo o risco de perder pontos e influenciar na nota final, acreditamos que o estudante mudará sua conduta", explica Janaína. As novas regras começam a valer no segundo semestre deste ano. A secretária também conta que será implementado um aplicativo para que os pais possam monitorar o tempo que os filhos permanecem na escola através dos registros de entrada e saída nas instituições por meio de um cartão personalizado com um código de barras. Ações de patrulhamento, implantação de sistema de vigilância 24 horas e parcerias com agentes de segurança para dar palestras e cursos são as políticas mais comuns adotadas para combater e prevenir a violência escolar no Brasil, segundo levantamento feito pelo EL PAÍS — que procurou as secretarias de educação dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal para entender como os Governos vêm preparando as escolas brasileiras para lidar com o problema. Ao todo, 15 gestões responderam às solicitações da reportagem. Em Sergipe, por exemplo, a gestão estadual implementou um sistema de monitoramento em tempo real em 48 escolas para reduzir as estatísticas de arrombamentos e furtos. Já Goiás estuda um protocolo de segurança para ser seguido pela comunidade escolar, com um contato direto por Whatsapp entre os profissionais das escolas e os agentes de segurança. "Esses mecanismos atuam para conter a violência nas escolas, mas agem nas consequências e não nas causas", afirma a doutora em Educação pela Unicamp, Telma Vinha. Ela pondera que ações para coibir a violência dura nas escolas são necessárias, mas defende que o poder público precisa ir além deste modelo "reativo" de atuação para lidar com o problema de forma mais ampla, com ações de planejamento para a melhoria da convivência e do clima escolar. "O objetivo principal [dessa forma de atuação reativa] é impedir que as condutas negativas ocorram estabelecendo um controle. Desobriga a escola de rever-se como também produtora da violência institucional, como por meio de regras abusivas e sem sentido, currículo destituído de significado para os alunos, sanções injustas, manutenção do preconceito entre outros", explica. Telma Vinha afirma que estudos nacionais e internacionais apontam que o que mais tem crescido na escola não são os chamados casos de violência dura, mas a indisciplina. Ela defende a importância de um levantamento regular para que cada Estado possa desenvolver políticas mais efetivas aos seus problemas. "A Lei Antibullying aprovada no ano passado coloca a importância desse monitoramento, mas infelizmente isso ainda não é cumprido por muitos estados", acrescenta. Nesta perspectiva de tentar mensurar o que de fato se passa no ambiente escolar, Santa Catarina é um dos estados que apresentam um sistema mais detalhado, coordenado por um núcleo de prevenção à violência. Esse sistema aponta que, no Estado, a violência verbal, agressões físicas e bullying dominam as ocorrências no chão da escola. Os principais motivos dos conflitos são incivilidade, vandalismo e preconceito. Os dados também indicam que a sala de aula é o local onde há mais incidência de casos, envolvendo principalmente estudantes dos últimos anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. O levantamento feito com as gestões estaduais pelo EL PAÍS, no entanto, mostra que grande parte dos estados não consegue armazenar dados e fazer esse tipo de diagnóstico. "A gente não tem muito acesso ao que de fato acontece nas escolas porque os registros, quando feitos, ainda são considerados burocráticos. Muitas vezes são registros de encaminhamentos de ações que indicam uma terceirização do problema para as diretorias de ensino, conselho tutelar ou órgãos de segurança", alerta a pesquisadora Luciene Tognetta. Para ela, as escolas precisam se preparar para resolver internamente seus conflitos. Para isso, aponta, o poder público precisa garantir os recursos humanos necessários e desenvolver ações que ensinem os jovens a agir de forma assertiva. "Precisamos formar professores que saibam como ajudar os jovens nisso. Isso não quer dizer que vou esquecer dos órgãos de segurança ou do atendimento psicológico, mas temos que criar redes de apoio porque quem está na base dessas ações é a escola. Temos que parar de terceirizar os problemas", defende. "Que atividades a gente faz com os alunos pra colocar na pratica ações socioemocionais? Como organizar o cotidiano para que possam se sentir respeitados e pertencentes a esses espaços", questiona a pesquisadora. Uma ação que tem apresentado resultados nas escolas, informa Tognetta, são os projetos que colocam o próprio aluno como protagonista na mediação de conflitos nas escolas. Estados como Ceará, Bahia, Mato Grosso e Minas Gerais afirmam desenvolver ações nesta perspectiva. A pesquisadora pondera, no entanto, que a implantação da mediação escolar também requer formação dos profissionais para que eles saibam como solucionar os conflitos por meio de um trabalho que seja organizado e sistemático. "A formação é fundamental para a implantação de políticas contínuas, que durem mais de um semestre ou o dia da paz", afirma.

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Padre Marcelo afirma ter perdoado mulher que o empurrou de palco

15 de julho de 2019, 11:58

(Foto: © Egberto Nogueira/ÍMÃ/VEJA/Reprodução)

Arremessado para fora do palco por uma mulher que alegou sofrer de bipolaridade, o padre Marcelo Rossi afirma ter perdoado sua agressora. Ele não quis fazer boletim de ocorrência — a queixa ficou sob responsabilidade da Canção Nova, onde a missa era realizada. Padre Marcelo não teve nenhuma fratura ou problema grave, a não ser por pequenas escoriações. “Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente”, disse o padre após o episódio. Ele está recluso no momento, não quer dar entrevistas.

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NASA explica por que americanos ainda não voltaram à Lua nem pousaram em Marte

15 de julho de 2019, 11:53

(Foto: Divulgação)

O administrador da NASA, Jim Bridenstine, explicou à CBS por que é que os EUA suspenderam o seu programa espacial lunar e não pousaram em Marte. Segundo Bridenstine, isto deve-se a riscos políticos, pelos quais ele subentende a falta de financiamento. Ele acrescentou que, se não fosse isso, os americanos já estariam na Lua e em Marte. Bridenstine disse que na década de 1990 e início dos anos 2000, a NASA tentou voltar à Lua e pousar em Marte, mas ambos os programas levaram muito tempo a preparar e implicavam gastos sérios. O administrador da NASA também observou que, pela mesma razão, o pouso em Marte, previsto para 2024, pode não se realizar. Planos de Donald Trump Recentemente, a administração de Donald Trump estabeleceu o objetivo de acelerar a implementação do programa lunar e enviar um homem para o satélite da Terra nos próximos 5 anos, em vez de 2028. O programa espacial atualizado foi chamado de "Artemis" em honra da deusa grega da Lua. Segundo a mitologia, Artemis também era irmã de Apolo. Seu nome foi usado pelo programa lunar americano anterior, durante o qual, em julho de 1969, foi realizada a primeira viagem do homem à Lua.

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Mais de um milhão de brasileiros sofrem com queimaduras anualmente

15 de julho de 2019, 09:54

(Foto: Divulgação)

As festas de São João e brincadeiras sem supervisão aumentam em até 10% o número de queimaduras Uma triste estatística se repete durante as férias de julho: o aumento da incidência das queimaduras em crianças. Anualmente, cerca de um milhão de brasileiros sofrem com acidentes que provocam queimaduras e durante as férias o índice aumenta em até 10%. As brincadeiras sem supervisão, e até mesmo as comemorações de São João, são alguns dos fatores que contribuem para o crescimento. Queimaduras por água fervente, por óleo quente ou queimaduras nos bebês enquanto estão no colo são as mais comuns, ocasionando muitas vezes queimaduras graves e profundas que se não tratadas podem deixar cicatrizes. A mãe Fernanda Padilha enfrentou um acidente doméstico que causou queimaduras quando seu filho tinha apenas um ano. “Eu estava com o bebê no colo e parei para conversar logo ao lado do fogão. Eu não sabia que o fogão ainda estava quente apesar das chamas apagadas e o Lucas encostou nas grades, ocasionando diversas queimaduras”, conta. Lucas sofreu queimaduras de segundo grau, mas devido a agilidade no atendimento não teve consequências mais graves. Muitas vezes as cicatrizes acontecem pela forma como as queimaduras são tratadas. “No momento em que acontece a queimadura as pessoas precisam passar no local afetado somente água em temperatura ambiente e nenhum outro produto. Muita gente fala em passar margarina, babosa e até mesmo pasta de dente, mas isso só piora o ferimento e aumenta as cicatrizes, já que depois é necessária uma limpeza rigorosa com esponja abrasiva para remover o produto colocado. O recomendado é água e a busca por atendimento médico dependendo da gravidade”, conta Thiago Moreschi, diretor da Vuelo Pharma, empresa que desenvolve produtos para queimaduras. Além da água, um dos tratamentos mais efetivos é a cobertura do local com uma membrana de celulose, produto que pode ser encontrado em lojas especializadas em materiais médicos. A membrana é um produto tecnológico desenvolvido no Paraná que acelera a cicatrização e diminui a dor, fatores relevantes em casos de queimaduras. Considerada o tratamento do futuro, a Membracel já é utilizada pelos principais centros médicos do país por aliar eficácia, conforto ao paciente e baixo custo. “A Membracel é um produto inédito no mercado nacional e internacional, com autorização do FDA (Food and Drug Administration dos Estados Unidos) para a comercialização”, destaca Thiago Moreschi.

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