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Decisão de Toffoli vai causar ‘enxurrada de ações’ nos tribunais

21 de julho de 2019, 15:13

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O ministro decidiu suspender alguns processos após pedido da defesa de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que estava sendo investigado Adecisão do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, de suspender processos e investigações abertas com base em dados da Receita ou do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), sem prévia autorização da Justiça, vai ser muito contestada nos tribunais e pode causar uma 'enxurrada de ações'. A avaliação é do criminalista Yuri Sahione, presidente da Comissão de Compliance da Ordem dos Advogados do Brasil. Toffoli decidiu que todos os casos que foram deflagrados a partir de informações do Coaf, sem aval da Justiça, têm de ser suspensos. Sua decisão vale até novembro, quando a Corte máxima leva a plenário a matéria. A medida contrariou promotores e procuradores em todo o País, que alertam para o 'engessamento' de investigações sobre corrupção e também contra facções criminosas e o tráfico. A ordem do ministro foi dada no âmbito de pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ), filho do presidente, alvo de investigação do Ministério Público do Rio por suposta lavagem de dinheiro quando ainda exercia o mandato de deputado estadual fluminense. "O problema é que há casos que só existem em razão da comunicação ou de informações pedidas ao Coaf pelo Ministério Público, como é o caso envolvendo o senador Flávio Bolsonaro", afirma Sahione, mestre em Direito Penal pela Universidade do Estado do Rio. "Mas há muitos outros casos em que já existia uma investigação deflagrada, por exemplo, em razão de uma colaboração premiada ou de algum outro elemento que as autoridades tomaram conhecimento", ele assinala. Segundo Sahione, 'a partir de então é solicitado apoio ao Coaf com informações para que possa embasar a operação'. Ele aponta uma dúvida que deverá surgir a partir da decisão do ministro. "Se o Coaf já prestou informações e a solicitação se deu em razão de outros elementos de prova anteriormente obtidos, mas sem autorização judicial, a investigação poderia seguir considerando que a mesma não foi aberta por causa de dados pedidos pelo órgão?. Essa é uma interrogação que vai ter de ser decidida caso a caso e, na minha opinião, a partir da importância e da influência das informações prestadas pelo Coaf para as investigações." Para Sahione, 'a verdade é que hoje, das centenas de investigações e ações judiciais propostas na Lava Jato e em outras operações, todas são passíveis de questionamento judicial sem a menor sombra de dúvidas'. "Inclusive as ações que já possuem decisões com condenações", assegura.

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‘Cemitério’ de aviões Boeing 737 Max é descoberto na Califórnia

21 de julho de 2019, 14:59

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Em um aeroporto no sul da Califórnia, em Victorville, foi descoberto "um cemitério" de aviões Boeing 737 Max, modelo que já esteve envolvido em dois acidentes, com 338 vítimas. Segundo informa o portal Daily Mail, mais de 35 aviões da companhia Southwest Airlines estão estacionados no aeroporto e vão permanecer ali até à abolição da interdição de voos deste modelo. A companhia Boeing admitiu que os aviões podem não voltar a voar até o ano que vem. Assombroso cemitério dos Boeing 737 Max da Southwest Airlines parqueados após dois acidentes mortais​. Todos os voos do Boeing 737 Max foram suspensos nos EUA e em vários outros países após dois acidentes com aviões deste modelo. Em março desse ano, um avião da companhia aérea Ethiopian Airlines com 157 pessoas a bordo caiu seis minutos após a decolagem perto da cidade de Bishoftu. Em novembro de 2018 um outro Boeing 737 com 181 pessoas a bordo caiu 13 minutos após a decolagem, sem deixar sobreviventes. Depois dessas catástrofes, 20 países fecharam seu território para voos dos aviões deste modelo. Várias companhias aéreas pararam de explorar os Boeing 737 Max. Nos EUA, a Administração Federal de Aviação introduziu a proibição de uso deste modelo. Durante as investigações foram revelados erros no Sistema de Aumento de Características de Manobra (MCAS). Além de corrigir esses erros, a companhia Boeing está atualizando o programa de instrução dos pilotos. A exploração dos aviões Boeing 737 Max foi lançada em 2017. O modelo se tornou o avião mais vendido na história da empresa.

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Falhas em apps de mensagens abrem espaço para manipulação de arquivos

21 de julho de 2019, 14:51

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Os arquivos de mídia dos aplicativos me mensagens podem ser expostos e manipulados por hackers devido falhas SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Arquivos de mídia do WhatsApp e do Telegram podem ser expostos e manipulados por hackers devido falhas dos aplicativos em versão Android, de acordo com uma pesquisa da Symantec, empresa especializada em proteção de sistemas operacionais. De acordo com o estudo, aplicativos em sistemas Android podem ser usar o armazenamento externo e interno para salvar arquivos. No primeiro caso, o arquivo fica legível e pode ser modificado por outros aplicativos ou usuários. No segundo, ele é acessado apenas pelo próprio aplicativo.  O problema, chamado de "Media File Jacking", decorre de um intervalo de tempo entre o momento em que arquivos recebidos pelos aplicativos são gravados no armazenamento interno e quando eles são acessados por outros aplicativos, no armazenamento externo.  Essa janela é uma oportunidade para hackers intervirem e manipularem arquivos de mídia sem o conhecimento do usuário. Fotos, vídeos, documentos corporativos, faturas e áudios podem ser acessados. É, segundo a pesquisa, semelhante a uma corrida entre o invasor e o aplicativo que está carregando os arquivos. Caso o hacker tenha acesso às fotos e vídeos, por exemplo, o usuário verá os arquivos manipulados antes de ter acesso aos originais. Os dados podem ser alterados tanto no envio como no recebimento de arquivos.  Por padrão, o Whatsapp salva arquivos de mídia recebidos no armazenamento externo, como na galeria de fotos. No Telegram, o usuário precisa ativar recursos do aplicativo para que isso aconteça.  É possível evitar os ataques ao alterar algumas configurações nos aplicativos. No Whatsapp, usuários podem impedir que fotos, vídeos e áudios fiquem salvos no armazenamento externo ao desativaram a visibilidade de mídia. O mesmo pode ser feito no Telegram ao optar por não salvar os arquivos nas galerias do aplicativo.  Em resposta, o Whatsapp disse que analisou o problema mencionado pela pesquisa. De acordo com a nota, o aplicativo "segue as melhores práticas vigentes fornecidas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia".  Para a empresa, as alterações sugeridas na pesquisa podem "criar complicações de privacidade para os usuários e limitar a maneira como fotos e arquivos podem ser compartilhados". 

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Em média, 15 pessoas morrem de desnutrição por dia no Brasil

21 de julho de 2019, 14:43

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Jair Bolsonaro afirmou ser "uma grande mentira" dizer que há fome no Brasil SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ao todo, 5.653 pessoas morreram de desnutrição no Brasil em 2017 -último dado disponível-, segundo informações do Ministério da Saúde. Uma média de mais de 15 pessoas por dia. Os dados sobre segurança alimentar no país contradizem a fala do presidente da República, Jair Bolsonaro, que afirmou na manhã desta sexta (19) ser "uma grande mentira" dizer que há fome no Brasil. "Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira. Passa-se mal, não come bem. Aí eu concordo. Agora, passar fome, não", disse em café da manhã com correspondentes internacionais. "Você não vê gente mesmo pobre pelas ruas com físico esquelético como a gente vê em alguns outros países pelo mundo". À tarde, porém, o presidente recuou, e disse que "alguns passam fome". "A desnutrição é a expressão corporal da fome", afirma a professora Patricia Jaime, da Faculdade de Saúde Pública da USP. "A morte por desnutrição é um extremo, mas a gente tem estágios de desnutrição e estágios de insegurança alimentar nutricional. A gente não quer só que as pessoas não morram de fome, quer que as pessoas não vivam com fome", diz. O Ministério da Cidadania fez, em 2018, o Mapeamento da Insegurança Alimentar e Nutricional (Mapa InSAN). Os dados mostram que, no ano de coleta dos dados (2016), 427.551 crianças com menos de cinco anos que são atendidas pelo Bolsa Família tinham algum grau de desnutrição, que é medido de acordo com o déficit de peso por idade ou de altura por idade. A desnutrição em crianças, grupo mais vulnerável, é o indicador recomendado pela FAO (órgão da ONU para comida) para medir a fome, segundo a professora Patricia Jaime. De acordo com a última pesquisa do IBGE sobre o tema (com dados de 2013) 7,2 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança alimentar grave no país, que é quando alguém passa o dia todo sem comer por falta de dinheiro para comprar alimentos e há redução quantitativa de alimentos entre crianças. Outras 10,3 milhões de pessoas entraram na categoria de insegurança alimentar moderada.Entre as crianças com menos de cinco anos, 641 mil passam por insegurança alimentar grave, e 864 mil por insegurança alimentar moderada.

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Brasil pode ter número recorde de praias com certificado internacional de qualidade de água

20 de julho de 2019, 09:00

Praia de Ponta Nossa Senhora, em Salvador

O Brasil pode ter um número recorde de praias com o certificado internacional Bandeira Azul, promovido pela Foundation for Environmental Education (Fundação pela Educação Ambiental, em tradução livre). Ele leva em consideração a qualidade da água e a gestão e educação ambiental. O Instituto Ambientes em Rede, que organiza a seleção no Brasil, prefere não revelar o nome das 14 praias candidatas antes da decisão do júri internacional. Estão na lista atualmente a Praia Grande de Caravelas, em Governador Celso Ramos, a Praia do Estaleirinho e a Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú, a Praia de Piçarras, em Balneário Piçarras, e a Praia da Lagoa do Peri, em Florianópolis, em Santa Catarina; a Praia do Tombo, no Guarujá. em São Paulo; a Praia de Ponta Nossa Senhora, em Salvador; e a Praia do Peró, em Cabo Frio, Rio de Janeiro. As informações foram publicadas pela Agência Brasil. Os critérios são divididos em quatro temas principais: a qualidade da água; a segurança e os serviços, como a presença de guarda-vida, policiamento, passarelas; a gestão ambiental, como o manejo sustentável de resíduos; e a educação ambiental. Se aprovadas, as praias devem hastear a bandeira azul do programa a partir de novembro, e manter informações educativas à disposição dos banhistas. O certificado Bandeira Azul começou na França na década de 1980, criado pela Foundation for Environmental Education e atualmente já são 4,5 mil praias, marinas e barcos de turismo de 45 países que estão certificados. No Brasil, além das oito praia, há cinco marinas certificadas em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, Guarujá e Ubatuba, em São Paulo, e Florianópolis e Balneário Camboriú, em Santa Catarina. 

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Putin diz estar ‘preocupado’ com escalada de tensão entre EUA e Irã

19 de julho de 2019, 17:07

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse estar seriamente preocupada com o confronto entre os Estados Unidos e o Irã por conta da proximidade geográfica com as fronteiras russas. "Isso nos preocupa muito porque está acontecendo perto de nossas fronteiras. Pode desestabilizar a situação em torno do Irã, afetar alguns países com os quais temos relações muito próximas, causar ondas adicionais de refugiados em grande número, causar danos significativos à economia global e a indústria mundial de energia", disse Putin em entrevista ao diretor de cinema americano Oliver Stone. A tensão entre Estados Unidos e Irã tem aumetado. O presidente estadunidense, Donald Trump, abandonou o acordo nuclear costurado com potências europeias, Rússia e China que condicionava o fim de sanções contra Teerã em troca de garantias de que o programa nuclear do país persa tenha fins pacíficos. Washington também aplicou sanções contra o Irã. Teerã, então, pediu ação de outros países para impedir que as sanções afetem sua economia e colocou em xeque a possibilidade de não mais obedecer os limites de enriquecimento de urânio do acordo nuclear. Nesta sexta-feira (19), o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) apreendeu o petroleiro britânico Stena Impero no Estreito de Ormuz e disse que a embarcação desrespeitou a legislação internacional de navegação.

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‘O Rei Leão’ já é maior estreia do cinema na história

19 de julho de 2019, 16:49

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Já em cartaz no Brasil, a nova versão de "O Rei Leão" chega aos cinemas americanos nesta sexta-feira (19) com uma arrecadação de US$ 94,5 milhões (mais de R$ 350 milhões). O longa já é sucesso na China e abre como o maior lançamento da história. "O Rei Leão" estará em 4.725 salas ao redor do mundo. Um recorde, segundo a revista americana Mojo. Esse número supera a estreia de "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2" (2011), que abriu em pouco mais de 4.300 salas e rendeu US$ 169 milhões (mais de R$ 630 milhões) no primeiro fim de semana, e, ainda, outro título da Disney, o live-action "A Bela e a Fera" (2017), que abriu em 4.210 salas. Já em cartaz na China, onde já rendeu US$ 54 milhões (mais de R$ 200 milhões), o filme também já estava em cartaz na França, Alemanha, Holanda, Austrália, Nova Zelândia e outros, como o Brasil, fazendo a arrecadação chegar aos US$ 94,5 milhões nesta quinta-feira (18). Até o final deste fim de semana, todos os outros mercados já terão recebido o longa em seus cinemas. A expectativa é que a arrecadação só do primeiro fim de semana chegue próximo aos US$ 200 milhões (mais de R$ 750 milhões).  ÁLBUM DE BEYONCE FOI DIVULGADO Junto da estreia oficial, sai também o álbum que Beyoncé preparou em homenagem à animação.  "The Lion King: The Gift". Além da já divulgada "Spirit", o disco tem músicas inéditas com participações de Jay-Z, Kendrick Lamar, Pharrell Williams, Salatiel, Childish Gambino (Donald Glover), Wiz Kid e até Blue Ivy, a filha de 7 anos da cantora.  Em entrevista ao programa Good Morning America, a cantora falou sobre o álbum: "Essa trilha sonora é uma carta de amor para a África. Quis ter a certeza de que encontramos os melhores talentos dali e não apenas usar uns sons, fazendo a minha interpretação deles. Nós meio que criamos o nosso próprio gênero", afirmou a cantora.

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Voo MH370 pode ter sido sequestrado por terroristas tendo engenheiros dos EUA como alvo

19 de julho de 2019, 16:35

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Terroristas poderiam ter sequestrado o avião desaparecido do voo MH370 tendo como alvo engenheiros americanos de uma poderosa empresa tecnológica de defesa que estavam a bordo, sugere a nova teoria. De acordo com o tabloide britânico Express, um total de 20 engenheiros americanos da empresa Freescale Semiconductor estavam a bordo do avião da Malaysia Airlines quando este sumiu dos sistemas de radar no dia 8 de março de 2014. "Estas eram todas pessoas com muita experiência e antecedentes técnicos e eram pessoas muito importantes […] Isso foi definitivamente uma perda para a empresa", afirmou o porta-voz da Freescale, Mitch Haws. Das vítimas que trabalhavam para a companhia americana, 12 eram da Malásia e outros oito eram cidadãos chineses, mas não foi especificado se eles trabalhavam em produtos de defesa. Equipe de engenheiros qualificados O pessoal altamente qualificado a bordo do Boeing 777 deu origem a teorias sobre o motivo pelo qual o avião caiu. Os especialistas ficaram perplexos com a forma como um grande avião de passageiros supostamente voou sem ser detectado pelos radares. Evitar radares através da "tecnologia de camuflagem" tem sido um dos objetivos da indústria da defesa e a Freescale tem desenvolvido ativamente chips para radares militares. A empresa declarou em seu site que seus produtos de radiofrequência cumprem os requisitos para aplicações em "aviônica, radares, comunicações, orientação de mísseis, guerra eletrônica e identificação de amigo-inimigo". Em junho passado, a empresa anunciou a criação de uma equipe de especialistas dedicados à produção de "produtos de energia de radiofrequência" para a indústria de defesa, e no dia 3 de março anunciou o lançamento de 11 desses novos gadgets para uso em "radares e radiocomunicações de alta frequência, VHF e UHF". Investigação em curso De acordo com o jornal Le Parisien, a Seção Antiterrorismo da Polícia Nacional (SDAT) e a Direção-Geral de Segurança Interna da França (DGSI) estão participando da investigação para analisar possíveis intervenções externas. Os agentes de polícia especializados utilizaram software de reconhecimento facial a partir das gravações vídeo do embarque, mas a operação não teria sido muito conclusiva. Em 8 março de 2014, o avião do voo MH370 desapareceu dos radares 40 minutos após deixar o aeroporto de Kuala Lumpur com destino a Pequim com 239 pessoas a bordo. Apesar de vários destroços que pertenceriam ao avião terem sido encontrados no litoral de ilhas do oceano Índico, a procura pela aeronave foi finalizada em 2018.

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Procon notifica FaceApp, Apple e Google

19 de julho de 2019, 15:47

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A Fundação alegou que as empresas não são claras com suas políticas de uso de dados A Fundação Procon de São Paulo notificou nesta quinta (18) o aplicativo FaceApp e as empresas Apple e Google, proprietárias das lojas virtuais que disponibilizam o aplicativo. De acordo com o Procon, as empresas deverão esclarecer a a políticas de coleta, armazenamento e uso dos dados dos consumidores que utilizam o aplicativo de celular. “Informações divulgadas na imprensa afirmam que a licença para uso do aplicativo contém cláusula que autoriza a empresa a coletar e compartilhar imagens e dados do consumidor, sem explicar de que forma, por quanto tempo e como serão usados. E ainda, essas permissões não estão disponíveis em língua portuguesa”, destacou a entidade em nota. O FaceApp, disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android, da Google) e Apple Store (para o sistema operacional iOS), virou febre nas redes sociais. O aplicativo faz edição e aplicação de filtros em imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros.  O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Especialistas apontam que o aplicativo pode trazer uma série de riscos à privacidade do usuário e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países. Com informações da Agência Brasil

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Senador americano pede ao FBI que investigue o polêmico FaceApp

18 de julho de 2019, 14:58

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Chuck Schumer receia que a empresa russa responsável pelo aplicativo tenha ligações ao governo de Putin O sucesso em torno do aplicativo viral FaceApp acabou gerando vários alertas para o fato dos usúarios estarem cautelosos a respeito da sua privacidade e relacionados com a forma como o aplicativo acessa a dados pessoais. O senador democrata Chuck Schumer dos EUA pediu ao FBI para que o FaceApp seja investigado. Mais do que o próprio app, Schumer quer que sejam investigadas ligações do app ao governo russo já que a empresa responsável está sediada naquele país. “A localização do FaceApp na Rússia levanta preocupações a respeito de como e quando a empresa providencia acesso aos dados de cidadãos norte-americanos a terceiros, incluindo potenciais governos estrangeiros. Dada a popularidade do FaceApp e destas preocupações com privacidade e segurança nacional, peço ao FBI que analise se os dados pessoais carregados por milhões de americanos para o FaceApp podem vir a cair nas mãos do governo russo ou de entidades com ligações ao governo russo”, pode se ler na carta da autoria de Schumer que foi compartilhada pelo Daily Mail.  

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Ministro silencia sobre cobrança de taxa em Fernando de Noronha

18 de julho de 2019, 14:56

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Ricardo Salles decidiu não comentar sobre a taxa cobrada para visitação de praias de Fernando de Noronha FERNANDO DE NORONHA, PE (FOLHAPRESS) - O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não quis responder se a taxa cobrada para visitação de praias do Parque Marinho Nacional de Fernando de Noronha será revista.  Salles desembarcou às 11h desta quinta-feira (18) na ilha após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmar, no sábado (13), que a cobrança de ingressos era um roubo e precisava ser revista. O ministro declarou que vai verificar questões como a destinação do lixo, o saneamento e a estrutura do aeroporto. "Não vou responder perguntas", avisou. Ele comunicou que só voltará a falar com jornalistas no sábado (20), quando fará um relato das vistorias. "Há questões importantes relativas à dessalinização da água e várias questões de trilhas e infraestrutura do parque que nós vamos vistoriar. Serão dois dias de vistorias", comunicou. Após o desembarque, Salles foi ao hotel de trânsito da Aeronáutica, onde ficará hospedado até sábado. Em seguida, acompanhado do presidente da Embratur, Gilson Machado, e do administrador de Fernando de Noronha, Guilherme Rocha, almoçou numa pousada do local. "Ele não vai falar com vocês. Só no sábado mesmo. Não adianta falar agora. Faremos uma coletiva", disse Machado. Em seguida, após insistência, a assessoria do ministro avisou que ele daria uma breve declaração. A assessoria comunicou que não tinha recebido a agenda e, por isso, não tinha como informar o destino do ministro no arquipélago.  Na tarde desta quinta-feira, Salles deve participar de uma reunião com a Administração de Fernando de Noronha. O encontro não foi confirmado oficialmente. A polêmica em torno da cobrança da taxa teve início no sábado passado (13). Em vídeo publicado em redes sociais, o presidente citou o valor dos ingressos para turistas brasileiros (R$ 106) e estrangeiros (R$ 212) visitarem o parque -o bilhete vale por dez dias. "Isso explica porque quase inexiste turismo no Brasil", disse. A EcoNoronha é a empresa responsável pela administração do parque marinho desde 2012. Até agora, após vencer a licitação, foram investidos R$ 15 milhões no parque. Só no ano passado, a empresa arrecadou R$ 9,6 milhões.  Segundo o ICMBio, braço do Ministério do Meio Ambiente responsável pela conservação de fauna e flora, 70% do valor do ingresso é usado em melhorias diretas do parque nacional (como sinalização e manutenção de trilhas). Foram instaladas lojinhas e catracas nas praias do Sancho, Leão e Sueste.  Visitantes de Noronha pagam ainda uma taxa de preservação ambiental de R$ 73,52 por dia (administrada pelo governo de Pernambuco), com teto de um mês.  Nem isso nem os altos preços das pousadas na ilha, contudo, parecem ter inibido o movimento: o arquipélago registrou novo recorde de visitantes em 2018, tendo recebido 103 mil pessoas -70% acima do que recebia até 2013. 

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Pai é acusado de afogar filhos autistas nos EUA para receber o seguro de vida

18 de julho de 2019, 14:04

O incidente ocurreu em 2015 no porto de San Pedro, ao sul e Los Angeles

Um egípcio que vive na Califórnia foi acusado nesta quarta-feira pelo assassinato de seus dois filhos autistas em 2015, que morreram afogados após ele dirigir o carro onde as crianças estavam por um pier até cair no mar. O objetivo de Ali Elmezayen, segundo as autoridades, era receber o dinheiro da apólice de seguro dos filhos de 13 e 8 anos, que estavam presos aos cintos de segurança do banco traseiro do veículo que guiava, que caiu no mar após cruzar o pier de San Pedro, ao sul de Los Angeles. O homem de 44 anos foi acusado também de tentar assassinar sua esposa Raba Diab, que se salvou graças a ajuda de um pescador que jogou para ela um salva-vidas, enquanto o acusado nadava até o porto. O terceiro filho do casal, mais velho que os outros dois e que possui uma forma leve de autismo, estava num acampamento no momento da tragédia. Elmezayen, que foi detido em novembro passado sem direito a fiança, também é acusado por fraude de seguros em relação ao incidente. Ao ser interrogado pelo, o homem disse aos policiais que não sabia o motivo de ter caído do pier, que pode ter sido o fato de ter pisado por engano no acelerador ao invés do freio ou que poderia ter algo de "mau dentro dele que o levou a fazer isso". O cidadão egípcio recebeu mais de 260 mil dólares de duas seguradoras, apesar de ter informado aos investigadores que seus filhos não tinham seguro de vida. As autoridades informaram que Elmezayen transferiu a maior parte do dinheiro para o Egito e deixou cerca de 80 mil nos Estados Unidos, que foram confiscados. O julgamento do egípcio, no qual enfrenta cerca de 20 acusações federais, incluindo fraude, está previsto para começar em 3 de setembro. Em seguida será julgado novamente por uma corte do estado da Califórnia por homicídio e tentativa de homicídio, crimes pelos quais os promotores podem pedir a pena de morte.

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