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Vida que segue

03 de janeiro de 2019, 13:08

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Que se ame o outro como a si mesmo

27 de dezembro de 2018, 12:58

Mundo/Corrupção

Presidente argentino é convocado a depor por corrupção

11 de dezembro de 2018, 16:56

Pesquisa: negros são maioria nos pequenos negócios do Brasil

25 de novembro de 2018, 08:56

Levantamento da pesquisa GEM indica que o número de empreendedores afrodescendentes equivale a 38% das micro e pequenas empresas no país, número superior ao dos brancos Atualmente, os negros formam o maior contingente de empreendedores no Brasil, segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Sebrae em 2017. O grupo representa 38,8% dos pequenos negócios no país, contra 32,9% dos brancos e lidera também, tanto no ranking dos empresários já estabelecidos, como iniciantes. A pesquisa revelou ainda que os empreendedores negros têm maior proporção de jovens (43% têm até 34 anos, contra 39% entre brancos). Porém, na comparação salarial, os negros continuam ganhando menos e têm escolaridade inferior aos brancos. A designer gráfica Maíra Da Costa Pedro Luz decidiu retornar ao Brasil em 2015, depois de passar alguns anos na Itália. Sua intenção era se recolocar no mercado de trabalho, mas partiu para o empreendedorismo junto com a mãe Ivanete, abrindo um restaurante na zona norte de São Paulo. Ela diz que a ideia foi uma forma de se autoafirmar como mulher em um segmento liderado por homens na capital paulista. Além disso, também era uma maneira de se fortalecer como negra, assim como Ivanete. Decidi partir para o empreendedorismo por necessidade”, afirma Maíra. “Foi um caminho longo e de muito aprendizado. Em primeiro lugar, restaurante não era minha área de formação e depois eu sou uma mulher negra”, acrescenta a empresária, que é sócia da mãe no Free Soul Food, um estabelecimento de comidas naturais e veganas. As duas empreendedoras não se intimidaram em função da cor da pele. Em lugar disso, decidiram que parte de seu quadro de funcionários seria formado por imigrantes. “Passamos a contratar pessoas de Angola, República Dominicana, Haiti, entre outros”, conta Maíra. E foi a partir disso que até seu cardápio mudou. “Hoje trabalhamos muito com raízes, uma especialidade dos imigrantes africanos”. Outros números • 33% dos brancos e 26% dos negros tem ao menos 1 empregado atualmente; • 46% dos brancos e 36% dos negros esperam criar algum emprego nos próximos 5 anos; • 47% dos brancos e 55% dos negros faturam até R$12 mil/ano. Além de que 9% dos brancos ainda não faturou, enquanto que 14% da cor negra ainda não faturou.

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Sem cubanos e violentas, favelas do Rio sofrem para atrair médicos

25 de novembro de 2018, 08:31

Sete dias foi quanto uma médica pernambucana aguentou na favela antes de desistir do emprego em 2017 Nas paredes e vidraças, 12 marcas de bala. Na entrada, uma sala de espera vazia, transferida para um auditório escondido da linha de tiro. Nos fundos, uma porta de emergência, construída para facilitar a fuga em caso de confrontos armados. Pode parecer um bunker de guerra, mas é a clínica da família Ministro Adib Jatene. Ela fica no meio do complexo de favelas da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, de frente para uma rua com conflitos recorrentes entre policiais e traficantes de drogas. Sete dias foi quanto uma médica pernambucana aguentou ali antes de desistir do emprego em 2017. Desde o início do ano, há três vagas para brasileiros no programa Mais Médicos, de um total de 12, sem reposição por falta de interesse. O risco de ser atingido por disparos que afugenta os médicos brasileiros das unidades de saúde em favelas do Rio é mais um desafio do governo federal desde a semana passada -quando os médicos cubanos começaram a deixar o Brasil após o fim do convênio entre os dois países. Só eles que ocupavam de forma duradoura esses postos, que sofrem com a alta rotatividade de profissionais brasileiros assustados com os episódios de violência. Havia 224 cubanos do programa no estado e 41 na capital, a grande maioria em áreas periféricas. Era o caso de Liliet Karin Cruz, que passou dois anos na unidade da Maré. Antes atuava na clínica da família Palmeiras, no alto do Complexo do Alemão (zona norte). O motivo da transferência foi o fechamento definitivo da clínica do Alemão, que atendia quase 10 mil pessoas por mês, depois que policiais invadiram e usaram o local como base para disparar tiros durante um confronto com traficantes, em dezembro 2016. Ela socorreu uma enfermeira que desmaiou e um colega que teve convulsões. Orientou equipe e pacientes a se deitarem no chão, onde se arrastou para checar se todos estavam bem. No dia seguinte, funcionários enchiam as mãos com cápsulas de balas recolhidas. Na unidade em que atuou até a semana passada, na Maré, funcionários já sabem que o risco é iminente quando o caveirão blindado da polícia surge na via expressa mais próxima da clínica -que foi alvejada nove vezes nos últimos dois anos. O procedimento padrão é fechar o portão, correr para as salas mais protegidas e esperar o tiroteio passar. A decisão de retomar o atendimento ou ir embora depende de uma consulta a uma rede de contatos locais, incluindo moradores, agentes comunitários e até traficantes. No último ano, os tiroteios levaram a fechamentos temporários de clínicas no Alemão, Maré, Jacarezinho (zona norte) e Vila Kennedy (zona oeste). Para além dos conflitos armados, a violência impacta no dia a dia desses profissionais de outras formas. Em uma cidade violenta da Baixada Fluminense, por exemplo, o medo de represálias de milicianos impediu uma equipe de médicos de denunciar uma adulteração de exames de sífilis pela prefeitura, segundo conta um supervisor do Mais Médicos que pede para não ser identificado. A reportagem conversou com seis gerentes, colegas e supervisores de médicos cubanos em áreas de conflito no Rio, além de pacientes, que defenderam a sua atuação. A principal diferença, dizem, é que eles se aproximam mais dos pacientes e estão sempre presentes. Segundo os relatos, os estrangeiros cumprem à risca as 40 horas semanais de trabalho, enquanto brasileiros às vezes faltam ou descumprem a carga horária -muitos veem o emprego como temporário e atuam em outros locais. "Os médicos brasileiros não param no posto. Antes da cubana chegar, cada hora a gente era atendido por um", conta a dona de casa Charla Muniz, 45, moradora da comunidade Manguariba (extremo oeste). "Na relação interpessoal, os cubanos também têm mais facilidade", diz Carlos Vasconcelos, médico de família na Maré. "O brasileiro vem de classe mais alta, então tem dificuldade de dialogar com aquela população, num lugar sem saneamento, com fuzil na porta." Se a língua é uma barreira transponível (às vezes com a ajuda de enfermeiros), as diferenças na formação e na estrutura do sistema de saúde dos dois países podem causar dificuldades para os cubanos. "Às vezes eles usam uma medicação ou técnica diferente pelo fato de o sistema deles ser mais simples, mas não compromete", diz um supervisor da região da Baixada. "Os que eu supervisionei não eram tecnicamente excelentes, mas oscilavam num nível aceitável." Garcia Vergara, também supervisor de médicos do programa e coordenador do curso de medicina da família na Universidade do Estado do Rio, avalia que "o cubano é mais focado na doença, e o brasileiro, no paciente". "Não quer dizer que são ruins, a formação é boa, mas diferente." Além das 32 horas de trabalho e 8 horas de especialização e estudos semanais obrigatórias no programa, os estrangeiros recebem um mês de aulas de português e treinamentos com protocolos brasileiros. Eles não precisam revalidar seu diploma no Brasil. Para a empregada doméstica Helena A., 56, porém, que sofre com problemas renais, a única preocupação é a falta de médicos. "Deus queira que consigam repor essas vagas. Não importa ser cubano ou brasileiro, desde que tragam mais gente para a Maré", diz. Com informações da Folhapress.

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Língua-irmã do português, galego luta contra o preconceito

25 de novembro de 2018, 08:18

Idioma falado em região no noroeste da Espanha tenta manter sua identidade No bar A Repichoca, em Corunha, noroeste da Espanha, um grupo de jovens se reúne para beber e tocar instrumentos como gaitas de fole. Eles falam galego entre si e com quem mais estiver perto, sem se importar se o interlocutor responde em espanhol ou em português. Quase sempre, todo mundo se entende. A estudante Raquel Pérez, 25, faz parte do grupo. "Minhas avós sabiam galego, mas só aprendi no colégio", conta. Desde a faculdade, ela decidiu usar só a língua local. "Percebi que não havia sentido em viver aqui e não falar galego." No entanto, o uso da língua entre os jovens tem diminuído. "Temos uma falta de uso nessa faixa etária. Eles sabem ler e escrever, mas não usam tanto quanto as pessoas mais velhas", explica Valentín García, secretário de Política Linguística da Xunta de Galícia, o governo local. Segundo a RAG (Real Academia Galega), há cerca de 2 milhões de falantes do idioma, para uma população local de 2,7 milhões de pessoas. No entanto, a língua é pouco ouvida em grandes cidades da região, como Corunha e Vigo, e tem presença mais forte nos povoados do interior. "Tem havido uma diminuição no número de pessoas que a usam como primeira língua, e um aumento das que a utilizam como segundo idioma", avalia Henrique Monteagudo, secretário da RAG. Uma das razões que afastam os jovens é que a maior parte do conteúdo que buscam nos meios digitais está em inglês ou em espanhol. Embora haja muitos perfis em galego nas redes sociais, é raro que as séries tenham dublagem na língua local, por exemplo. Entre os motivos para a falta de protagonismo do idioma estão a censura no passado e o preconceito social. "O castelhano era a língua das elites, e o galego, dos camponeses e dos pescadores. Havia o estigma de ser uma língua das classes baixas", explica García. Parte dessa má imagem tem origem na ditadura de Francisco Franco, que comandou a Espanha entre 1936 e 1975. No período, o galego sofreu censura e foi banido das escolas. O governo buscava sufocar o uso de línguas locais por temer que pudessem estimular o separatismo. Antes de Franco, o galego vivia um momento de renascimento. A língua surgiu no século 12, como galaico-português. Na Idade Média, a capital galega, Santiago de Compostela, se consolidou como destino de peregrinos, o que ajudou a impulsionar a língua. Separados pelo rio Minho, os reinos da Galícia e de Portugal desenvolveram versões próprias do galaico-português nos séculos seguintes. Entre as diferenças, o galego usa o x em casos em que o português usa o j (como em "xustiza") e mantém termos do espanhol, como "pero" em vez de "mas". O reino da Galícia foi incorporado ao império espanhol, que fez do castelhano o idioma oficial. Com isso, o galego entrou em declínio a partir do século 16. Houve um movimento de resgate a partir do século 19, interrompido com a ascensão de Franco. Com a volta da democracia, a Galícia se tornou comunidade autônoma e decretou o galego como língua oficial. Em 1983, uma lei incluiu aulas do idioma nas escolas e traduziu os nomes oficiais dos lugares. Assim, La Coruña virou oficialmente A Coruña. Em 1997, outra lei obrigou o uso do idioma em todos os documentos e ações oficiais. No verão, os avisos aos banhistas na praia são anunciados em dois idiomas. A Xunta investe 8 milhões de euros (R$ 34,7 milhões) anuais em ações para estimular o galego, como a produção de livros e shows. O dinheiro também vai para TVs, rádios e jornais. No entanto, há críticas pelo fato de nenhum diário impresso atualmente ser escrito 100% em galego. Nos últimos anos, houve reveses. Em 2009, o PP (Partido Popular), de direita, assumiu o comando da Xunta e aprovou medidas como a redução do ensino da língua nas escolas públicas. "Antes, no mínimo 50% das aulas eram em galego. Com a mudança, o conteúdo mínimo passou a ser de 33%", aponta Monteagudo. "Aprender o galego faz com que os jovens possam se comunicar mais facilmente em outros idiomas, inclusive em português", diz. Com informações da Folhapress.

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Eduardo Ribeiro lança candidatura à presidência da Câmara de Vereadores de Jacobina

23 de novembro de 2018, 13:20

O vereador Eduardo Ribeiro, o ‘Dudu do Paraíso’, lançou seu nome como pré-candidato para concorrer à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jacobina, para o biênio 2019/2020. O anúncio foi feito durante a sessão da Câmara Municipal, na noite desta quinta-feira (22). Em um discurso rápido e objetivo, Eduardo justificou a decisão como “uma necessidade de mudança na condução dos trabalhos do Legislativo local, sentida pelo clamor da população e até mesmo dos seus pares”. Segundo o vereador, a chapa denominada Renovação é um marco de um novo tempo em que prevalecerá a abertura política e o diálogo com a sociedade. “Vamos dar mais publicidade aos atos dos vereadores e convidar todos os segmentos da sociedade jacobinense para usar a tribuna livre e participar ativamente da vida política do município”, promete. O edil que é considerado o parlamentar mais próximo do prefeito Luciano Pinheiro compromete, caso seja o escolhido, por em prática uma agenda positiva pra cidade, mantendo uma boa harmonia com o Executivo e primar pela independência e a participação mais efetiva da sociedade nos debates com o objetivo de alcançar os benefícios coletivos. A pesar de ser jovem na idade e na legislatura, Eduardo é considerado como uma surpresa pela experiência demonstrada na condução do seu mandato. Boa Praça e com um vínculo muito próximo do prefeito, acredita-se que ele seria o único irá dar suporte efetivamente à administração municipal, no sentido de se conseguir a implantar os projetos para o desenvolvimento da cidade. Eduardo revelou que foi convidado por outros colegas de bancada que já passaram pela presidência da Casa, mas ao agradecer os convites comunicou que seguirá a vontade popular que é o desejo de mudança. “Chegou a hora da mudança, de renovação”, enfatizou, informado que não estão definidos os nomes que comporão a chapa. De acordo o pré-candidato, serão convidados os vereadores que nunca participaram da mesa. A eleição para presidência da Mesa Diretora do Legislativo municipal acontece no próximo dia 20 de dezembro. O vereador Eduardo Ribeiro que tem 34 anos de idade, é filho da ex-vereadora Nilda do Paraíso e exerce pela primeira vez um mandato eletivo, depois de ter concorrido duas vezes ao pleito; sendo que na primeira candidatura obteve mais de 700 votos e na segunda tentativa, mil e 20 votos, ficando com a quarta melhor votação. Filiado ao DEM, apoia o deputado federal reeleito, Elmar Nascimento. Logo após o anúncio da pré-candidatura, o atual presidente da Mesa Diretora da Câmara de Jacobina, o vereador Noelson Oliveira declarou o voto no nome de Eduardo Ribeiro, caso a chapa venha a ser concretizada.

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Padre faz desfile em Porsche e coloca 50 crianças para puxar veículo

22 de novembro de 2018, 14:10

(Foto: © Reprodução / YouTube)

Episódio ocorreu na cidade de Zebbug, arquipélago de Malta, e gerou uma série de críticas ao religioso Recém-chegado à cidade de Zebbug, na ilha de Gozo, uma das 21 que constituem o arquipélago de Malta, o padre John Sultana resolveu sair em um desfile em carro aberto, pelas ruas locais, com o propósito de se aproximar da população. Nada de anormal, não fosse a maneira como tudo aconteceu. O religioso escolheu um Porsche Boxster conversível para fazer o percurso. Mais: colocou 50 crianças para puxar o veículo, que lentamente seguia pelas vias da cidade, enquanto o padre acenava para os moradores. O episódio causou controvérsia e foi bastante criticado. Para muitos, a proposta é contrária ao que prega o líder máximo da Igreja Católica, o papa Francisco, que pauta o seu trabalho baseado na simplicidade. Tanto que, ao ser presenteado com uma Lamborghini, vendeu o veículo e destinou os recursos para instituições de caridade. Desaprovação Embora alguns tenham tentado entender a ideia do padre, imaginando que cerca de 2 km, percorridos a uma velocidade de cortejo, exigiriam muito da embreagem do carro, a maioria desaprovou a cena. O Porsche, aliás, conforme sites de notícia internacionais, foi emprestado por um primo de Sultana, apontado como sendo dono de uma concessionária na ilha. Esta última informação, no entanto, não foi confirmada. Para René Camilleri, professor de teologia na Universidade de Malta, o episódio pode ser considerado “uma porcaria”. Em entrevista à rádio One Breakfast, ele disse que “a igreja revela um grau de leviandade que torna difícil atrair novos crentes, realizando ações estúpidas como esta”. Já Sandra Grech, prefeita de Zebbug, tentou explicar a ação e disse que o pároco “não pretendeu ser ofensivo”. O padre, ao ser questionado pelos jornalistas, preferiu não comentar. “Para mim, não é um assunto”, respondeu, acrescentando ainda que “algumas das críticas” que lhe foram dirigidas “não são corretas”.

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Mulher mata namorado e serve corpo a dezenas de pessoas por “vingança”

22 de novembro de 2018, 13:45

(Foto: Caroline Attwood/Unsplash)

Um dente humano encontrado no processador de carne de uma empresa em Al-Ain, nos Emirados Árabes Unidos, levou à descoberta do assassinato de um rapaz desaparecido há três meses na região. A namorada da vítima, uma mulher marroquina que não teve o nome revelado pelas autoridades, é acusada de ter matado o homem e esquartejado o corpo para cozinhá-lo. De acordo com o jornal britânico Metro, os promotores que atuam no caso acreditam que a mulher serviu a carne do namorado em um prato tradicional, feito com arroz e carne, conhecido como machboos. A comida foi servida a dezenas de funcionários paquistaneses de uma empresa para a qual ela trabalhava. À polícia, ela relatou ter matado o homem, com quem mantinha um relacionamento há sete anos, em um “momento de insanidade”. A mulher se disse motivada por vingança após ele ter contado a ela que pretendia se casar com outra pessoa. Em depoimento, relatou ter bancado financeiramente o namorado por muitos anos. O dente foi encontrado pelo irmão do rapaz, que suspeitava do desaparecimento dele sem nenhum vestígio. Ao investigar a cozinha da cunhada, encontrou um dente e submeteu-o a um exame de DNA. O resultado comprovou se tratar da vítima. A mulher teria recebido ajuda de terceiros para se livrar do restante do corpo. No entanto, pessoas próximas a ela negam qualquer envolvimento com o caso.

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Novos profissionais inscritos no Mais Médicos querem atuar em capitais

22 de novembro de 2018, 08:54

(Foto: © Agência PT)

Profissionais se inscreveram após cubanos saírem do programa Ogoverno abriu na quarta-feira (251) as inscrições do Programa Mais Médicos para preencher vagas abertas com a saída dos médicos cubanos. O edital estará aberto até o dia 25 deste mês. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, dos dez primeiros médicos brasileiros que se inscreveram para as 8.517 vagas deixadas pelos cubanos, cinco deles escolheram atuar em capitais e municípios de regiões metropolitanas. Entre os municípios escolhidos, apenas um é considerado de extrema pobreza, outro está em área vulnerável e um terceiro em uma cidade com até 50 mil habitantes. Nas três primeiras horas de abertura do sistema foram registradas 3.336 inscrições, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde na tarde de quarta.

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Marte teve lagos que transbordaram e formaram desfiladeiros

22 de novembro de 2018, 08:46

(Foto: © Lusa)

No estudo, os autores estimam que mais de 200 crateras ('paleolagos') serão pontuadas por desfiladeiros Marte teve no passado lagos que transbordaram e levaram à formação de desfiladeiros, sugere um estudo realizado por cientistas da universidade norte-americana do Texas. Ao estudarem as formações geológicas do planeta, a partir de imagens de satélite, os especialistas chegaram à conclusão que centenas de crateras na superfície de Marte estiveram em tempos cheias de água, formando lagos e mares. Segundo cientistas da Universidade do Texas, às vezes os lagos, alguns tão grandes como o mar Cáspio, considerado o maior lago do mundo, tinham tanta água que transbordavam, provocando cheias. Em poucas semanas, a água 'esculpia' as rochas, criando desfiladeiros. No estudo, publicado na revista científica Geology, os autores estimam que mais de 200 crateras ('paleolagos') serão pontuadas por desfiladeiros com dezenas a centenas de quilômetros de comprimento e vários quilômetros de largura. Ao todo, os investigadores analisaram 24 antigos lagos e respectivos desfiladeiros. Um desses 'paleolagos', a cratera Jezero, é o local escolhido para a aterrissagem de um novo veículo robotizado que irá procurar eventuais vestígios de vida passada em Marte. A missão, da agência espacial norte-americana NASA, tem lançamento previsto para o meio de 2020. Ao contrário da Terra, Marte não tem placas tectônicas, o que significa que, de acordo com os cientistas, cataclismos como inundações ou a colisão de asteróides podem ter gerado alterações permanentes na paisagem à sua superfície. Com informações da Lusa.

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Saiba como conservar alimentos na geladeira

22 de novembro de 2018, 08:22

Alguns cuidados são indicados para manter os produtos em boas condições por mais tempo e evitar o desperdício O desperdício de alimentos no Brasil é um assunto alarmante, contabilizando 26 toneladas descartadas por ano, levando em consideração produtos em boas condições que são jogados fora ou o descuido na hora do armazenamento, atitude que aumenta a probabilidade de o produto estragar antes do vencimento. A Tirolez, marca de laticínios, dá dicas para evitar um dos erros mais frequentes: a má organização da geladeira. Confira alguns cuidados fundamentais para manter a qualidade dos produtos: Separando o processo por etapas, o primeiro passo é a higienização do interior da geladeira. É recomendado esvaziar o espaço e usar bicarbonato de sódio e água para limpar. Removedores ou outras soluções com álcool não são indicados por conta do cheiro, que pode ser absorvido pelos alimentos. Antes de devolver os produtos ao seu devido lugar, é necessário checar a data de validade e o estado de conservação de cada um; Considere sempre o tipo de produto que será armazenado na geladeira antes de separar cada um por compartimentos. Por exemplo, na porta, podem ser inseridos produtos em conservas, bebidas, condimentos e outros alimentos industrializados, que não requerem refrigeração intensa; As prateleiras superiores são mais frias, pois estão mais próximas do freezer. Nelas, devem ser armazenados alimentos que tenham maior sensibilidade a variações de temperaturas, como as carnes cruas, frios e os laticínios, como queijos, cremes e requeijões; As prateleiras intermediárias devem acomodar alimentos semipreparados, sucos, ovos, saladas prontas e sobras de alimentos; As gavetas inferiores podem comportar legumes e verduras. Acima, podem ficar as frutas e os produtos que, em breve, serão descongelados; Não é recomendável deixar os ovos na porta da geladeira, pois essa área sofre constante mudança de temperatura, o que pode possibilitar o desenvolvimento e reprodução de bactérias; Fique atento ao vencimento dos alimentos e ao tempo de duração após as embalagens estarem abertas.

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MPF expede recomendações para impedir assédio moral a professores

21 de novembro de 2018, 13:54

(Foto: Reprodução)

As recomendações se deve a sanções que representem violação aos princípios constitucionais e demais normas que regem a educação nacional O Ministério Público Federal (MPF) em Goiás e o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) expediram recomendações para impedir o assédio moral a professores. Os órgãos recomendaram à Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce) e à Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME) de Goiânia que se abstenham de qualquer atuação ou sanção arbitrária em relação a professores. As secretarias terão 20 dias para informar as medidas adotadas para o cumprimento das recomendações ou para explicar as razões para não acatá-las. As recomendações se deve a sanções que representem violação aos princípios constitucionais e demais normas que regem a educação nacional. De acordo com o MPF, em especial quanto à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, além do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. As recomendações orientam ainda que as Secretarias adotem as medidas cabíveis e necessárias para que não haja qualquer forma de assédio moral contra esses profissionais por parte de servidores, outros professores, estudantes, familiares ou responsáveis e que atuem com objetivo de evitar intimidações a docentes e alunos, decorrentes de divergências político-ideológicas que resultem em censura. As ações integram um movimento coordenado nacional. A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), sugeriu a expedição das recomendações às instituições públicas de educação básica e superior de todo o país. A medida faz parte da “Ação Coordenada PFDC – Princípios Educacionais. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber. Pluralismo de ideias e concepções pedagógicas. Respeito à liberdade e apreço à tolerância”. As gravações de aulas e denúncias de professores têm sido incentivadas por apoiadores do movimento Escola sem Partido, projeto de lei que está em discussão no Congresso Nacional. Individualmente, mais de 200 promotores e procuradores assinaram nota técnica em defesa do movimento. “Os projetos de lei federal, estadual ou municipal baseados no anteprojeto do Programa Escola sem Partido não violam a Constituição Federal; ao contrário, visam a assegurar que alguns dos seus mais importantes preceitos, princípios e garantias sejam respeitados dentro das escolas pertencentes aos sistemas de ensino dos estados e dos municípios”, diz trecho do documento. Em oposição ao movimento, a organização Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) em parceria com professores e educadores lançou o movimento Escola com Diversidade e Liberdade, que angariou mais de 67 mil assinaturas. “A falta de clareza sobre o que é doutrinação possibilita que cada um entenda o que quiser sobre o termo e intérprete as aulas também de acordo com suas próprias convicções e ideologias. Assim, abrem-se caminhos para denúncias indevidas que podem corroer profundamente as relações de confiança entre educadores, estudantes e seus familiares, fundamentais ao bom funcionamento das escolas e à aprendizagem dos alunos”, diz trecho do texto. Com informações da Agência Brasil.

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Polícia de Veneza multa criança de 4 anos por usar patinete

21 de novembro de 2018, 13:43

(Foto: © Pixabay)

Cidade proíbe qualquer "acelerador de velocidade" em suas praças Dois policiais municipais de Veneza, na Itália, multaram na última segunda-feira (19) uma criança de 4 anos que andava de patinete na piazzetta dei Leoncini. Por se tratar de um menor de idade, o total de 66,80 euros foi atribuído ao pai da criança. A foto da sanção foi parar nas redes sociais e, em pouco minutos, comentários contrários à atuação policial surgiram alegando "vergonha", "loucura", "tristeza", entre outras coisas. Muitos também diziam que crianças são crianças, devem e podem jogar, senão Veneza se tornará uma cidade fantasma. "A pessoa consentia ao filho menor de idade utilizar um acelerador de velocidade (patinete) na proximidade da piazzetta dei Leoncini", constava no registro da multa. O pai do menino, assim que recebeu a multa, foi até a sede policial protestar contra a aplicação da medida, ameaçando chamar um advogado. "Acho se tratar de uma sanção exagerada e absurda", disse a chefe do Partido Democrático (PD) no Conselho Municipal, Monica Sambo. "Piazza San Marco não deve virar um parque de jogos, mas que dano pode ter causado uma criança de 4 anos?", continuou. Nas próxima semanas, estará em curso a aprovação de um novo regulamento da Polícia Municipal que prevê a derrogação à circulação sobre patinete para crianças menores de 10 anos, mas dispõe a tutela de áreas mais delicadas e artísticas da cidade, como San Marco e Rialto. Enquanto essas novas regras não são votadas, rege o regulamento antigo, que veta todo e qualquer acelerador de velocidade, incluindo patins, além de proibir jogos coletivos e individuais que envolvam o lançamento de objetos. A Prefeitura de Veneza tem colocado nos últimos meses novas restrições a moradores e turistas, para maior controle da piazza San Marco e das suas proximidades. Algumas das medidas têm gerado polêmica na Itália. (ANSA)

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Até que a morte nos separe

21 de novembro de 2018, 13:26

Por Gervásio Lima  -   O sentimento de perda talvez esteja entre as piores dores sentidas por um ser humano. A palavra perder, por si só, já amedronta e leva automaticamente o positivo para o negativo, independente do que está em ‘jogo’. Como dizem os mineiros, ‘é ruim demais da conta sô’ saber que não mais contará com algo que saiu do presente para o ausente. Muita oração e reza por parte dos cristãos e yoga e meditação para os praticantes poderão minimizar o sofrimento daqueles que passam por algum tipo de acometimento. A morte é sem dúvida a mais temida perda para o ser humano. Seu conceito, para a classe médica e científica é a cessação das funções vitais, ou seja, é a interrupção definitiva da vida de um organismo vivo que havia sido criado a partir do seu nascimento. A perda de um ente querido é imensamente dolorosa, chegando a ser insuportável. É algo durável, e permanente, que não se pode destruir, suprimir ou fazer desaparecer totalmente, um acontecimento geralmente difícil de ser enfrentado. O sofrimento é uma marca indelével do ser humano, não resta outra possibilidade se não suportá-lo. Mas o termo morte não corresponde apenas ao final da vida física, será tudo aquilo que de alguma forma deixou de existir, que foi banido ou cerceado. Assim como uma patologia que pode ser curada através do uso de medicamento, existem infinitas maneiras de se evitar e até mesmo combater atitudes moralmente condenáveis e danosas contra uma sociedade. A participação popular, exigindo seus direitos e, ou, usando dos mesmos, de forma consciente para provocar as mudanças almejadas, contribuirá integralmente aplacar sofrimentos morais. A perda de direitos conquistados com muitas lutas e até mesmo derramamento de sangue não pode e não deve ser uma complacência. A crise moral não pode ser desculpa para acreditar que um salvador da pátria irá conseguir resolver os problemas atribuídos apenas a uma sigla, em detrimento de fatores outros que corroboraram e ainda corroboram para uma situação estabelecida com fins políticos. A quem interessar possa: quem atira no que viu não pode dizer que acertou no que não viu. Nada de sem querer querendo. Existem coisas na vida que podem ser evitadas, inclusive a morte. A falta de intenção não seria desculpas por erros premeditados. Não culpemos para não sermos culpados. Quem vai pela cabeça dos outros é piolho, por tanto é preciso explorar e valorizar sentimentos como a consciência através da razão. Como dizia Fernando Pessoa: “como facto a morte tem pouco interesse; morrer é só não ser visto, a morte é a curva da estrada”. * Jornalista e historiador

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