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No RS, prefeitura convida médico cubano para ser secretário de saúde

18 de novembro de 2018, 13:25

Foto: © Pixabay

‘Gostaríamos que ele continuasse no município, porque ele foi muito bem aceito pela comunidade. É um bom médico, nunca nos deixou na mão’, diz prefeito de Chapada

Anotícia de que Cuba decidiu sair do programa Mais Médicos, depois de cinco anos de parceria com o governo brasileiro, na quarta-feira (14), repercutiu na cidade gaúcha de Chapada (a 336 km de Porto Alegre). Com uma população de 9.597 habitantes, a preocupação era perder o único médico cubano da cidade.

O prefeito Carlos Alzenir Catto (PDT) resolveu pensar rápido. Por sugestão da atual secretária municipal de Saúde, ainda na quarta, chamou o médico Richel Collazo Cruz, 36, para conversar em seu gabinete e propor que ele assumisse a pasta.

“Gostaríamos que ele continuasse no município, porque ele foi muito bem aceito pela comunidade. É um bom médico, nunca nos deixou na mão. Se entrar na nossa página no Facebook, vai ver os elogios. Claro que gostaríamos que ele continuasse médico aqui, mas se não dá…”, diz o prefeito, que ainda não recebeu a resposta de Collazo ao convite.

Quinze dias antes da decisão do governo de Cuba, uma equipe da prefeitura foi a Brasília pedir mais profissionais dentro do programa Mais Médicos.

Richel Collazo Cruz, quando chegou a Chapada, em 2014

No começo de outubro, Chapada abriu um edital para contratar três médicos especializados em saúde da família, num regime de 40 horas semanais, pelo salário de R$ 11 mil, durante um ano. O mesmo valor que recebe o prefeito. Catto chegou a prorrogar o prazo de inscrições, mas não apareceram interessados.

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No RS, prefeitura convida médico cubano para ser secretário de saúde

‘Gostaríamos que ele continuasse no município, porque ele foi muito bem aceito pela comunidade. É um bom médico, nunca nos deixou na mão’, diz prefeito de Chapada

© Pixabay

HÁ 1 HORA POR FOLHAPRESS

BRASIL CHAPADA

Anotícia de que Cuba decidiu sair do programa Mais Médicos, depois de cinco anos de parceria com o governo brasileiro, na quarta-feira (14), repercutiu na cidade gaúcha de Chapada (a 336 km de Porto Alegre). Com uma população de 9.597 habitantes, a preocupação era perder o único médico cubano da cidade.

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O prefeito Carlos Alzenir Catto (PDT) resolveu pensar rápido. Por sugestão da atual secretária municipal de Saúde, ainda na quarta, chamou o médico Richel Collazo Cruz, 36, para conversar em seu gabinete e propor que ele assumisse a pasta.

“Gostaríamos que ele continuasse no município, porque ele foi muito bem aceito pela comunidade. É um bom médico, nunca nos deixou na mão. Se entrar na nossa página no Facebook, vai ver os elogios. Claro que gostaríamos que ele continuasse médico aqui, mas se não dá…”, diz o prefeito, que ainda não recebeu a resposta de Collazo ao convite.

Quinze dias antes da decisão do governo de Cuba, uma equipe da prefeitura foi a Brasília pedir mais profissionais dentro do programa Mais Médicos.

Richel Collazo Cruz, quando chegou a Chapada, em 2014

No começo de outubro, Chapada abriu um edital para contratar três médicos especializados em saúde da família, num regime de 40 horas semanais, pelo salário de R$ 11 mil, durante um ano. O mesmo valor que recebe o prefeito. Catto chegou a prorrogar o prazo de inscrições, mas não apareceram interessados.

“Essa história de que há profissionais sobrando é de quem está nos grandes centros, na capital. Tem que sair da casinha e ver o que acontece nos municípios menores. Quem perde com essa saída de 8.000 médicos é o povo de baixa renda, nós estamos tentando segurar o nosso”, afirma ele.

Catto está no quarto mandato como prefeito da cidade, que tem renda per capita de R$ 37.423,52. Nas últimas eleições, os eleitores deram 63,7% dos votos válidos para o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Sobre a qualidade de atendimento dos cubanos, o prefeito faz questão de contar que ele e toda a família já se consultaram no posto municipal com Collazo. Além do cubano, há outros dois médicos atendendo em tempo integral na rede pública local.

“Sempre fomos muito bem atendidos, não tem trabalho escravo aqui. Ele sempre foi pontual, faz a carga horária, está inserido na comunidade. Eu torço para que ele fique como médico, se não for assim, como secretário”, diz.

Collazo chegou à cidade em março de 2014. Uma comitiva de Chapada foi recebê-lo ainda em Porto Alegre. Na primeira semana, já apresentaram o cubano a uma partida de futebol local e a uma festa no interior da cidade, para que ele fosse conhecendo a comunidade. Dois anos depois, o médico estava casado com uma moradora de lá.

Depois da repercussão da notícia e de outras entrevistas, Collazo preferiu não falar mais com a imprensa. À Rádio Gaúcha, ele disse: “Ninguém vem de Cuba para cá enganado. Todo mundo sabe o que vai ganhar e a parte com a qual o governo vai ficar. Quando você chega aqui, vem com a mente de que é isso. Quando a gente vê essa diferença, de R$ 300 para R$ 3.000, é uma grande diferença. Esses R$ 3.000 correspondem a um grande salário lá em Cuba”.

Durante o fim de semana, o prefeito encaminhou um pedido à Câmara de Vereadores para alterar a lei orgânica do município, que prevê que apenas brasileiros podem ocupar o cargo em secretarias. Assim, se Collazo aceitar o convite, não terá empecilhos para assumir. Com informações da Folhapress.

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Mais de 600 cidades do País podem ficar sem médicos após saída de cubanos

18 de novembro de 2018, 11:23

Foto: Reprodução

Alerta é do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde

 

Com a saída dos 8.332 médicos cubanos que integram o programa Mais Médicos, ao menos 611 cidades brasileiras podem ficar sem médicos a partir do próximo ano, de acordo com estimativa de secretarias municipais de saúde.

O alerta foi feito neste sábado, 17, por Mauro Junqueira, presidente do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Segundo ele, os médicos cubanos foram os únicos a aceitar trabalhar em unidades de saúde localizadas nas cidades mais distantes, isoladas ou pobres do País. Junqueira afirma que dificilmente será possível substituir todos os profissionais nessas localidades, tendo em vista que os médicos brasileiros preferem trabalhar nos grandes centros urbanos.

O Conasems calcula que os médicos cubanos representam mais da metade dos profissionais contratados pelo programa, que permitiu acesso à saúde a cerca de 29 milhões de brasileiros. No País, 79,5% dos municípios (3.243 de 5.570) são beneficiados pelo Mais Médicos e os cubanos representam 90% dos profissionais que aceitaram atuar em postos de saúde em aldeias indígenas. Além disso, compõem 100% do quadro em 611 cidades.

“O cancelamento abrupto de seus contratos representará uma perda cruel para toda a população, especialmente a mais pobre”, alertou, em comunicado, o Conasems. “Algumas regiões provavelmente ficarão sem médico por um período entre 60 e 90 dias. Tudo vai depender da rapidez do Ministério da Saúde para contratar os substitutos. O Conselho Federal de Medicina assegura que há médicos disponíveis no Brasil. Vamos rezar para que todos se inscrevam”, afirmou Junqueira.

A possibilidade de que milhões de brasileiros fiquem sem assistência médica levou a Defensoria Pública da União a apresentar um recurso na última sexta-feira, 16, à Justiça Federal para obrigar o governo a manter as regras atuais do programa.

Na última quarta-feira, 14, o governo de Cuba anunciou a decisão de abandonar o programa após declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Ele afirmou que os profissionais trabalham em condições de escravidão e condicionou a permanência do programa à realização do processo de revalidação do diploma. Também falou que o acordo poderia ser renovado se os profissionais pudessem trazer a família ao Brasil e recebesse pagamento integral – sem repasses ao governo cubano. Os médicos cubanos devem sair do Brasil nas próximas semanas.

O Ministério da Saúde anunciou que vai lançar, ainda neste mês, um edital para contratação de médicos brasileiros e de outros países que possam substituir os cubanos.

Soluções emergenciais

A Associação Médica Brasileira (AMB) emitiu uma carta onde apresenta soluções emergenciais para evitar que pacientes fiquem sem assistência médica no País. A entidade foca em três pontos: a reformulação do Piso de Atenção Básica (PAB), o reforço no atendimento em áreas indígenas e de difícil acesso e o incentivo à adesão ao programa por profissionais jovens.

No que diz respeito ao PAB, a associação sugere que a União aumente o valor repassado para que os municípios possam contratar profissionais da região e que o cálculo seja reformulado para que municípios menores recebam mais recursos.

Para as áreas mais remotas, a proposta é aumentar o investimento nas Forças Armadas, que, segundo a entidade, tem experiência em regiões de difícil acesso e poderia levar “não somente médicos para esses locais, mas toda a infraestrutura necessária para a saúde: transporte de medicamentos, deslocamento de profissionais, hospitais de campanha, helicópteros e barcos para remoção em locais de difícil acesso. Para isso, usaria o efetivo atual de médicos das Forças Armadas, incrementaria o efetivo por concurso e selecionaria também novos Médicos Oficiais Voluntários para atuarem de forma temporária.”

No caso dos profissionais em início de carreira, a proposta da AMB seria a criação de subsídios e incentivos aos jovens médicos com dívida no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). “Durante o período em que os médicos atuarem no programa, as parcelas do financiamento ficam suspensas. Além disso, haverá o benefício de descontos no montante geral da dívida, de acordo com o tempo de permanência e o município ou região escolhido (quanto menor o município ou de mais difícil provimento, maiores os descontos). Também é preciso garantir as mesmas condições ofertadas aos cubanos hoje: moradia, alimentação e transporte.”

Em seu posicionamento, a AMB criticou o programa e o classificou como “eleitoreiro”. Afirmou que o problema da assistência médica no Brasil não está relacionada à falta de médicos, mas de “políticas públicas que atraiam e fixem esses médicos nos municípios”. Para a entidade, a solução definitiva para o problema seria a criação de uma carreira médica de Estado. Segundo a AMB, há 458.624 médicos no País e esse número é suficiente para as demandas da população. (Jornal do Brasil – com agências)

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Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade

23 de agosto de 2018, 11:43

Por Gervásio Lima  –  

A demora por tomadas de decisões afeta consideravelmente governos que possuem todas as prerrogativas para serem considerados de excelência. Já criar expectativa para outrem é uma falta séria de compromisso com a dignidade e o sentimento alheio. Não se promete o que não pode ser cumprido, isto é fato e, infelizmente, uma prerrogativa usada por poucos.

O Brasil que os brasileiros querem é utópico por conta do comportamento dos próprios brasileiros. Corruptores criticam corruptos e o que deveria ser uma obrigação é caracterizado de virtude, com a moral e a ética não sendo mais valores intrínsecos, passando a serem ‘princípios em extinção’.

Não basta apenas achar que o erro se encontra no outro sem antes se auto avaliar. Ao descobrir e corrigir suas falhas inevitavelmente mudará suas, até então, atitudes equivocadas. Enquanto isso não acontecer não será possível cobrar o que não contribuiu para se tornar realidade. É bom sempre lembrar que o bem é fruto de um conjunto de ações positivas e do envolvimento de todos que almejam o mesmo objetivo.

Nas gestões públicas a palavra ‘errar’ não deve se quer ser pronunciada, até porque, parafraseando o ditado popular, ‘errar é para humanos’. Conforme Paulo Daniel Barreto Lima, especialista em gestão pública, em seu livro “Gestão é a capacidade de fazer o que precisa ser feito” (2006), em uma gestão pública não se pode esquecer a capacidade de se atentar e permanecer no posicionamento da organização planejada, para que assim, a missão possa ser cumprida, que neste caso primordial é o desenvolvimento da cidade em benefício ao povo que nela reside. Lima ainda acredita que uma boa organização na gestão pública está relacionada à uma alta capacidade de gestão, que por sua vez, relaciona-se com a melhor relação entre recurso, ação e resultado”.

Em uma infeliz, mas real e cotidiana, inversão de valores, a crítica sobrepõe o elogio ao correto, principalmente quando se refere à política e aos políticos, assuntos na moda atualmente. Nunca na história deste país o provérbio, ‘o sujo falando do mal lavado’ esteve tão presente, sendo inclusive a frase mais coerente para o momento. É fácil condenar o outro pelos erros que também se comete.

Hipocrisias e falsos moralismos andam de mãos dadas e, o pior, são seguidos por uma legião que torce pelo quanto pior melhor. A mentira não é mais antagônica da verdade. Já dizia Joseph Goebbels, que foi ministro da Propaganda de Adolf Hitler na Alemanha Nazista, exercendo severo controle sobre as instituições educacionais e os meios de comunicação: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.

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Vereador é preso por naturalizar eleitores em troca de votos

29 de maio de 2018, 11:52

Para atrair os eleitores, ele teria oferecido lotes em um condomínio de Araçariguama

O vereador de Araçariguama Genivaldo Vidal dos Santos (PSB), atual vice-presidente da Câmara Municipal, foi preso pela Polícia Civil nesta segunda-feira (28). O político conhecido como “Tubaína” deve cumprir oito anos de prisão por corrupção eleitoral. Ele foi condenado após “naturalizar” eleitores de outras cidades para ganhar votos nas urnas.

Conforme relata o G1, o caso começou a ser investigado quando a polícia percebeu que o número de eleitores de Araçariguama era maior que o de moradores do município.

Genivaldo foi apontado como um dos chefes do esquema em torno da falsificação de documentos para a “naturalização” de moradores de outras cidades, a fim de transferirem os seus votos para Araçariguama. Para atrair os eleitores, ele teria oferecido lotes em um condomínio daquele município.

O vereador já havia sido preso em 2016, junto com outros dois assessores, mas vinha respondendo ao processo em liberdade. Naquele mesmo ano, ele conseguiu se reeleger no primeiro turno, com 347 votos.

Em 2016, Genivaldo chegou a ser preso junto com outros dois assessores, mas foi solto para responder ao processo em liberdade. No mesmo ano, se candidatou e foi reeleito com 347 votos no primeiro turno. A Prefeitura e a Câmara de Vereadores ainda não se manifestaram sobre o caso.

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Homem que quebrou coluna em pula-pula recebe alta após 10 meses

27 de fevereiro de 2018, 14:47

O vaqueiro de 44 anos ficou tetraplégico após quebrar a coluna durante aniversário de um ano da filha

Após dez meses internado, o vaqueiro Admilson Santana Santos, que fraturou a coluna em uma cama elástica enquanto festejava o aniversário de um ano da filha, em abril de 2017, recebeu alta nesa segunda-feira (26). Admilson, 44 anos, estava no Hospital Clériston Andrade, localizado em Feira de Santana, cidade a cerca de 211 km de Euclides da Cunha.
Segundo revela o G1, o vaqueiro ficou tetraplégico após quebrar a coluna e o quadro dele é irreversível, informou a assessoria de imprensa do Hospital Clériston Andrade.

Admilson sofreu 11 paradas cardíacas em dois meses e, ainda segundo a assessoria da unidade hospitalar, ele sofreu mais de 20 paradas cardiorrespiratórias durante esses 10 meses de internação.

A assessoria do hospital contou ainda que em alguns momentos Admilson respirou somente com a ajuda de aparelhos. Os médicos da unidade de saúde entendem que o propósito da desospitalização de pacientes como Admilson, que passam longa permanência no hospital, é permitir que eles voltem a conviver com as famílias e que não sejam moradores da unidade de saúde.

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Comerciantes e clientes reclamam das condições de funcionamento do Ceasa de Simões Filho

26 de fevereiro de 2018, 08:24

A mega feira de 4,6 mil metros quadrados e seus diversos galpões, possui problemas tão grandes quanto sua estrutura.

Prestes a completar 45 anos de construção (28 de março), o maior centro de abastecimento da Bahia, o popular Ceasa, localizado no município de Simões Filho, na rodovia CIA-Aeroporto (BA 526), não tem recebido atenção na mesma altura da sua importância. Construído com o objetivo de promover, desenvolver, regular, dinamizar e organizar a comercialização de produtos da hortifruticultura a nível de atacado para suprir a demanda de toda a região metropolitana, o equipamento carece da presença do Estado, que seria o responsável por sua manutenção e conservação.

A movimentação inicia na madrugada, mesmo com pouca iluminação
Apesar de enunciar publico e institucionalmente que o Ceasa tem o compromisso de manter “a garantia do fluxo contínuo, qualidade e condições higiênico-sanitárias dos produtos ofertados ao consumo, estruturando o mercado com informações de preços de hortifrútis praticados no atacado”, a Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), autarquia da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), não demonstra na prática a preocupação de manter ou realizar o que se propõe.
Os problemas se arrastão há anos. A falta de organização e segurança no local, estão dando lugar para a sujeira e as constantes ocorrências de roubo e outros delitos. Várias são as reclamações dos comerciantes e clientes que iniciam suas atividades ainda no início da madrugada. No escuro, com ajuda do flash de um aparelho de celular, o vendedor de abacaxis anota alguns pedidos e reclama da falta de reciprocidade da administração do Ceasa junto aos comerciantes que pagam uma taxa pela permissão de comercialização e o condomínio. “Isso é uma falta de respeito. Nós comerciantes e nossos clientes não merecemos ser tratados desta forma Não dispomos de segurança, limpeza e outros apoios básicos como um controle de fluxo de veículos”, reclamou um comerciante que pediu para não ser identificado.

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Monumento que representa 1ª missa celebrada no Brasil será demolido

23 de fevereiro de 2018, 09:02

Foto: © Reprodução / TV Santa Cruz

Iphan diz que as esculturas foram construídas em Área de Preservação Permanente.

A Justiça determinou a demolição do monumento ue representa primeira missa celebrada no Brasil, localizado em Santa Cruz Cabrália. De acordo com o Iphan, as esculturas foram construídas em Área de Preservação Permanente. A Prefeitura irá recorrer da decisão.

O G1 destaca que o monumento é formado por três conjuntos de esculturas, feitas com cimento e cerâmica, esculpidas pela artista plástica Bernadete Varela, a pedido da prefeitura de Santa Cruz Cabrália.

Jorge Cruz, que trabalha como guia turístico na região, explica as esculturas: “Aqui, temos a imagem do padre Anastácio, que é jesuíta, temos o duque Alorino Miguel. Temos o soldado fazendo sua proteção e, ao redor, os índios. Do lado, temos outro jesuíta, que está também fazendo a suas orações, nesse processo que era a primeira missa”.

O município instalou o monumento no local com o objetivo de fazer uma divisa entre a área indígena de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália, e o município de Porto Seguro. “Existia uma polêmica da divisa entre os municípios. A prefeitura colocou um marco divisório, identificando o início da área indígena e, baseado naquele marco, o prefeito da época resolveu enfatizar isso e criar um monumento”, disse o atual secretário de Infraestrutura de Santa Cruz Cabrália, Geraldo Gordilho.

A decisão judicial surpreendeu a comunidade indígena da região, que não foi ouvida sobre o caso. “Aquilo é um patrimônio, uma história do povo pataxó daqui de Coroa Vermelha”, disse o cacique Pequi Pataxó.

Em entrevista ao G1, o procurador do município, Emmanuel Ferraz, afirmou que a retirada pode causar impacto na economia local e diz que vai tentar reverter a decisão. “Trata-se de uma área indígena. Há várias questões jurídicas envolvidas ali e a gente tem muita crença de que, no recurso, a gente possa reverter a decisão. Vamos levar até as últimas instâncias para defender esse patrimônio”, destaca.

O Denit disse que irá procurar detalhes sobre o processo para se posicionar. O Iphan reforçou que o monumento foi instalado sem a autorização do instituto e que, como a área onde as esculturas estão é de responsabilidade também no Denit e da Fundação Nacional do Índio (Funai), está tomando as providências administrativas.

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Passageiro morre dentro de avião após passar mal em aeroporto da BA

05 de fevereiro de 2018, 15:03

Segundo Anvisa, homem chegou a ser atendido por médicos da emergência do aeroporto de Porto Seguro, mas não resistiu

Um passageiro morreu dentro de um avião da companhia aérea Azul na manhã de domingo (4). A aeronave seguiria de Porto Seguro, no sul da Bahia, para Campinas, no interior de São Paulo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou ao ‘G1’ que Damião Honorato dos Santos, que não teve idade divulgada, foi o último a entrar na aeronave. Segundo os comissários de bordo, ele já estava passando mal e com falta de ar quando embarcou.

O homem chegou a ser socorrido por médicos da emergência do aeroporto de Porto Seguro e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu.

O corpo de Damião foi levado para o o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Em nota, a Azul informou que está prestando assistência aos familiares da vítima. A empresa não informou se o voo chegou a decolar.

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Comunidade quilombola recebe investimentos para fortalecer a produção de café no Sudoeste

27 de janeiro de 2018, 11:47

Em visita ao município de Vitória da Conquista, nesta sexta-feira (26), o governador Rui Costa autorizou a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) a firmar convênio com a Associação de Agricultores Familiares da Comunidade de Remanescentes de Quilombo da Lagoa de Melquiedes e Amancio, no valor de mais de R$ 430 mil, para fortalecer a cadeia produtiva do café no Território no Sudoeste Baiano.

O convênio integra os investimentos do edital de Fruticultura Café, do Bahia Produtiva, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vincula à SDR.

Com o aporte financeiro, a Associação vai investir na implantação de uma unidade simplificada para secagem de café, e serviço de assistência técnica e extensão rural (ATER). Mais 30 famílias serão beneficiadas diretamente. SECOM/BA.

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Policlínica em Irecê ultrapassa marca de 2 mil pacientes atendidos

25 de janeiro de 2018, 09:42

Após pouco mais de um mês de funcionamento, a Policlínica do Consórcio Público Interfederativo de Saúde de Irecê, no centro norte da Bahia, já atendeu 2119 pacientes dos 22 municípios que integram o consórcio. Desde a inauguração, a unidade de saúde realizou 1066 consultas e 1053 exames. São ofertadas nove especialidades médicas, como cardiologia e neurologia, e exames de imagem, como tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma.

Uma das pacientes que utilizaram o serviço da policlínica foi Maria José Paz Araújo, moradora de João Dourado. Ela conta que teve uma consulta com um dermatologista e está com o problema de saúde sendo resolvido. “Eu já estava precisando desse especialista há um bom tempo, mas não encontrava aqui na região pelo Sistema Único de Saúde [SUS]. Fui encaminhada pelo posto de saúde e tive um ótimo atendimento”, afirma, destacando que ainda utilizou o ônibus oferecido pela policlínica.

Além dos atendimentos com médicos, os pacientes têm acesso a atendimento com outros profissionais. Já foram realizadas dez consultas de psicologia e nove com nutricionista. A policlínica oferece também trabalhos educativos e palestras com orientações de saúde.

Inaugurada no dia 8 de dezembro de 2017, a unidade recebeu um investimento de R$ 25 milhões, entre obras civis e aquisição de equipamentos. A manutenção mensal é dividida entre Estado, que arca com 40%, e municípios consorciados, que rateiam os 60% restantes. A policlínica promove a regionalização da prestação de serviço de alta qualidade em saúde, à medida que garante a cobertura de diversos os exames gratuitos solicitados pelo SUS no interior.
O diretor da policlínica, Fernando Luiz Failla, explica que o acesso ao serviço é a partir da Estratégia de Saúde da Família de cada município. “A população vai procurar o médico da atenção básica. Se o profissional identificar a necessidade por um especialista ou exame, fará o encaminhamento. Desta forma, o paciente já vai com o seu horário agendado”, explica o diretor.

Para a população que não reside em Irecê estão sendo disponibilizados micro-ônibus especiais que fazem o deslocamento dos pacientes dos municípios consorciados. Desde a inauguração, 127 viagens foram realizadas com os veículos do consórcio. SECOM/BA.

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