GOSPEL

10 fatos desconhecidos sobre a Bíblia

07 de junho de 2018, 17:02

Aberta a interpretações, a bíblia pode ser considerada um livro cheio de mistérios e enígmas.

 

O livro mais vendido da história não precisa de marketing. Traduzida para cerca de 2.500 idiomas, a bíblia ainda desperta bastante curiosidade.

Aberta a interpretações, a bíblia pode ser considerada um livro cheio de mistérios e enígmas.

É provável que você não saiba que 666 não é realmente um número infernal, e nem que Eva foi a primeira mulher batizada por Deus. Para desvendar alguns mistérios sobre a bíblia, vamos listar aqui algumas curiosidades. Veja!

1 – A Bíblia foi o primeiro livro impresso do mundo, é o mais traduzido e o mais vendido

Em 1460, o alemão Johannes Gutenberg finalizou um trabalho que demorou 5 anos. A invenção da prensa com tipos móveis revolucionou o mundo. O primeiro livro impresso dessa maneira foi a Bíblia e isso foi fundamental para a Reforma Protestante.

Continua sendo o livro mais vendido do mundo desde então. Segundo as estatísticas mais recentes, ela já foi traduzida em cerca de 2900 línguas e dialetos.

Em 2014, somente as Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) distribuíram 34 milhões de exemplares em todo o mundo. Considerando somente o Brasil, foram 7,6 milhões de volumes impressos pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que publica as versões evangélicas. São mais cerca de 3,4 das católicas, totalizando 11 milhões.

2 – Não há nenhuma descrição da aparência de Jesus na Bíblia

Nenhum versículo da Bíblia descreve a aparência de Cristo em nenhum momento. As centenas de maneiras como ele é representado são liberdades criativas dos autores das imagens que o representam.

Segundo as Escrituras, ele tinha a aparência de um homem normal do Oriente Médio. Como a Europa foi o centro de divulgação do cristianismo por séculos, a imagem de um Jesus de cabelos e olhos claros é influência da percepção de mundo que eles tinham.

3 – O maior e o menor capítulo

Nos originais, o Salmo 119 é o capítulo mais longo da Bíblia, é um acróstico. Os 176 versículos são divididos em 22 seções de oito versos cada uma, correspondendo a cada uma das letras do alfabeto hebraico. O menor é o Salmo 117, com apenas dois versículos.

4 – 616, o número da besta

Na verdade o número 666 é um erro de tradução, e o real número do capeta – que, a propósito, é um código para o nome do imperador romano Nero – é 616.

5 – De onde vem a palavra Bíblia?

Curiosamente, esta palavra não aparece em nenhuma de suas páginas ou nos textos que compõem a própria Bíblia. O nome vem do grego e significa “papiro para escrever”.

6 – De toda a Bíblia apenas uma parte mínima são as palavras exatas de Deus

Segundo a Bíblia, Deus só escreveu uma pequena mas super importante parte do livro. Adivinha qual parte? Exatamente: os dez mandamentos. Nas outras ocasiões, foi a voz dele que fez com que os outros escrevessem sobre ele e suas palavras.

7 – Todos os números que aparecem na Bíblia têm um significado

Isso mesmo, e esta é uma das curiosidades bíblicas mais fascinantes. Sempre que você se deparar com dados numéricos da Bíblia, deve suspeitar que está tentando transmitir mais do que uma simples quantidade.

8 – Os nomes de Deus na Bíblia (Antigo Testamento)

Uma das curiosidades da Bíblia é que, como você sabe, existem vários nomes de Deus na Bíblia, especificamente no Antigo Testamento, para se referir ao Todo-Poderoso. Vamos descobrir alguns deles:

Adonai – Significa “o Senhor”, em hebraico.
Elohim – Significa “deuses” em hebraico.
Yahweh ou Yahweh – Yahweh é frequentemente traduzido como “aquele que é” ou “aquele que vive” em hebraico.
Elyon – significa “o mais alto”
9 – A primeira mulher batizada não foi Eva

O primeiro nome que Deus dá a uma mulher na verdade é o de Sara, esposa de Abraão. Isso porque seu antigo nome, Sarai, é trocado para Sara (que significa “princesa entre as mulheres”) para denotar o pacto do casamento divino entre ambos, sendo, na verdade, a primeira mulher bíblica.

10. O tempo que demorou para escrever a Bíblia

Uma das curiosidades bíblicas que se destaca por seu contraste é que, enquanto o Antigo Testamento levou cerca de 1000 anos para ser escrito, o Novo Testamento foi criado em aproximadamente 50-75 anos.

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Igreja evangélica é acusada de trabalho escravo e maus tratos

09 de março de 2018, 10:43

Foto: © Pixabay

O Ministério Evangélico Comunidade Rhema e um colégio ligado à instituição são acusados de se utilizariam dos ‘pecados’ dos fiéis para não pagar salários.

Uma igreja evangélica em Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo, está sendo processada por submeter fiéis a maus tratos e trabalho forçado. A ação contra o Ministério Evangélico Comunidade Rhema foi movida pelo Ministério Público do Trabalho. Além da instituição religiosa, estão sendo processados os pastores que fundaram a igreja — Juarez de Souza Oliveira e sua mulher, Solange da Silva Granieri Oliveira — e o colégio ligado à Rhema.

As investigações identificaram por meio de depoimentos que a igreja coagia os seus fiéis a realizar trabalho não remunerado usando pressão psicológica.

Alunos do colégio eram proibidos de frequentar aulas e recebiam castigados, como golpes de régua de madeira nos quadris, da pastora Solange. Os alunos capinavam a escola e trabalhavam em outros reparos fora do horário de aula, inclusive à noite.

Como apurado pela Folha de S. Paulo, a procuradora Andrea da Rocha Carvalho Gondim pede que a igreja e o colégio sejam suspensos preventivamente e depois dissolvidos definitivamente, por desvio de finalidade.

Procurados pelo jornal, os acusados ainda não se pronunciaram. Em depoimento, eles admitiram trabalho não remunerado no colégio, mas defendem ser voluntário. A procuradora, no entanto, rebate: “As ameaças de castigo e exclusão da comunidade são claras. Trabalho escravo não é só o acorrentado, mas o que tira a livre autodeterminação”.

Segundo a denúncia, o trabalho irregular se estendia para outras empresas de diretores da igreja, como uma serralheria, fábrica de moldura e salão de cabeleireiros.

De acordo com o jornal, os empresários “se utilizariam dos ‘pecados’ dos fiéis como desculpa para não pagamento ou atraso de direitos trabalhistas”.

A investigação afirma que o colégio Rhema tem 25 professores, mas apenas 3 são registrados.

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Por que a maçã é o fruto proibido se ela sequer é citada na Bíblia?

28 de fevereiro de 2018, 11:42

No terceiro capítulo de Gênesis, o primeiro livro Bíblico, uma serpente persuade Eva e Adão a comerem o fruto proibido da árvore que está no meio doJ do Éden. Deus havia liberado todos os outros frutos, menos o dessa árvore específica. Em nenhum momento, entretanto, fica explícito qual seria esse fruta. Então, por que a maçã acabou se tornando o símbolo do proibido?

Tudo aconteceu por conta de um escritor e poeta inglês chamado John Milton. Em 1667, ele lançou uma de suas obras-primas: “Paraíso Perdido”. Trata-se de um poema épico escrito na época em que Milton já estava cego, entre 1658 e 1664. Acredita-se que a cegueira do autor tenha sido causada por um deslocamento de retina ou por um glaucoma, mas o motivo exato é incerto.

Nesse longo poema, que tem mais de 10 mil linhas, Milton fala de uma das principais histórias da Bíblia, justamente a de Adão e Eva. Na obra, por duas vezes, o autor cita o fruto proibido como sendo a maçã, por mais que isso não seja falado na Bíblia. E isso aconteceu por conta de um problema de tradução.


Livro “Paraíso Proibido”, publicado em 1667, ajudou a consolidar a ideia da maçã como fruto proibido

Voltando mais no tempo, o papa Dâmaso I, que teve o pontificado entre os anos 366 e 384 d.C., solicitou que um de seus principais escribas, Jerônimo, traduzisse a Bíblia hebraica para o latim. Acontece que, nessa língua, tanto “mal” quanto “maçã” possuem a mesma grafia: “malus”.

Antes disso, o fruto proibido era encarado sob a forma de diferentes frutas: figo, romã, uva, damasco e cidra são algumas delas. Até mesmo o trigo podia ser o responsável pela expulsão de Adão e Eva do Paraíso. Na Bíblia hebraica, a palavra original é “peri”, que é realmente traduzível como “fruto”.

Aconteceu que Jerônimo resolveu traduzir essa expressão como “malus”, já que, poderia tanto significar o “mal” quanto a “maçã”, ainda que pudesse fazer referência, na época, a outros frutos carnudos, como a pera e o figo. O Teto da Capela Sistina, uma das obras-primas de Michelangelo, traz uma serpente enrolada em uma figueira. Essa obra foi pintada entre 1508 e 1512.

Um pouquinho antes, em 1504, o desenhista alemão Albrecht Dürer representou o primeiro casal ao lado de uma macieira e acabou se tornando uma referência para os futuros retratistas da Bíblia. A publicação de “Paraíso Proibido”, no século seguinte, consolidou a figura da maçã com o “verdadeiro” fruto do pecado original, sem que, é claro, isso seja especificado na Bíblia.


Desenho de Albrecht Dürer, de 1504, mostrando Adão e Eva comendo uma maçã, acabou se tornando uma referência

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Moda evangélica dribla crise e faz sucesso na internet

22 de janeiro de 2018, 16:26

“Tive muito problema para me vestir quando era mais nova. É muito difícil achar peças para gente em lojas convencionais”, conta Renata Castanheira

Você já ouviu o termo “moda evangélica”? Basta colocar no Google para ter uma enxurrada de referências, contas no Instagram e pessoas discutindo sobre o assunto. Ao contrário da maioria das lojas que se retraíram por conta da crise econômica do Brasil, as voltadas ao segmento evangélico estão com tudo.


“Tive muito problema para me vestir quando era mais nova. É muito difícil achar peças para gente em lojas convencionais”, conta Renata Castanheira, conhecida no Instagram como Crente Chic, ao UOL Estilo. A blogueira tem mais de 82 mil seguidores e lembra que “Só há dez anos, começaram a surgir marcas gospel. Agora, todo dia, nasce uma loja nova”.
De acordo com a Abrepe (Associação Brasileia de Empresas e Profissionais Evangélicos), o segmento de moda evangélica cresce cerca de 14% ao ano. Para Renata, isso acontece porque “Crente não gasta dinheiro com outra coisa que não seja roupa para ir à Igreja. O público evangélico é muito consumista nesse sentido”.

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