GOSPEL

Decisão judicial põe em xeque encontros religiosos em órgãos públicos

16 de setembro de 2019, 06:49

Foto: Reprodução

Decisão que condenou ex-diretor-geral do Arquivo Nacional por improbidade pode servir de jurisprudência para impedir a prática da fé em prédios mantidos pela União.

Desde 2005, servidores do Arquivo Nacional, com autorização do então diretor, Jaime Antunes, reuniam-se na hora do almoço para atividade religiosa. O professor Marques foi multado numa importância que hoje deve beirar os R$ 70 mil. Mas a defesa frisa que, antes de posse dele, já tinham sido realizadas na sede do Arquivo 1.056 reuniões religiosas, enquanto, a partir de 2016, ocorreram apenas oito; e apela com base no “Princípio da Insignificância”, questionando o fato de o MPF despender tantos recursos e tempo diante de um assunto sem relevância justificada.

O que diz a lei

O Brasil é oficialmente um Estado laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações preveem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além de proteção e respeito às manifestações religiosas. O artigo 5º da Constituição estabelece: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Contudo, a laicidade pressupõe a não intervenção da Igreja no Estado, e um aspecto que contraria essa postura é o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras.

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Possível sítio da aparição de Jesus Cristo após ressurreição é descoberto em Israel

02 de setembro de 2019, 09:38

Foto: Reprodução

Os arqueólogos descobriram em Israel uma fortificação milenar que poderia ajudar a identificar a localidade de Emaús, onde, segundo a Bíblia, Jesus apareceu após a crucificação e posterior ressurreição.

Uma equipe de arqueólogos franceses e israelenses encontrou uma antiga fortificação de 2.200 anos de antiguidade, localizada nos arredores de Jerusalém.

O sítio, possivelmente construído pelo general Báquides, pode ajudar a identificar a cidade bíblica onde ocorreu a primeira aparição de Jesus Cristo, de acordo com o Novo Testamento.

Os arqueólogos têm feito, desde 2017, escavações em Quiriate-Jearim, uma colina com vista para o acesso a Jerusalém, localizada a poucos quilômetros da cidade, ao lado da localidade de Abu Ghosh.

Nos últimos meses, os cientistas encontraram uma fortificação com paredes de até três metros de espessura e até dois metros de largura. No sítio também foram descobertos o que parecem ser restos de uma torre.

O general selêucida Báquides fortificou todas as cidades que rodeavam Jerusalém. Se trata do único caso de construção de fortificações de grande escala na Judeia durante este período, disse ao jornal Haaretz Thomas Romer, professor de estudos bíblicos do Colégio de França, coautor do estudo sobre o sítio arqueológico.

Quiriat-Jearim não está incluída nos livros históricos onde eram registradas as fortificações construídas por Báquides, pelo menos com este nome. Porém, os registos indicam um lugar não identificado, localizado algures no oeste de Jerusalém, referenciado como Emaús pelo [historiador romano-judeu Josephus [Flavius] e pelo autor do Primeiro Livro dos Macabeus.

Dado que não existem outras fortalezas importantes deste tipo conhecidas no oeste de Jerusalém, os arqueólogos sugerem que a colina de Quiriate-Jearim e a localidade vizinha de Abu Ghosh corresponderiam à cidade de Emaús fortificada pelo general Báquides.

Para o colunista do Haaretz, “os investigadores não podem dizer se houve de fato ali uma aparição milagrosa, mas a arqueologia bíblica pode nos dar informação sobre o contexto histórico dos textos religiosos e seu nível de exatidão ao descobrir lugares que milhões de pessoas em todo mundo consideram sagrados”.

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Ex-morena do Tchan, Débora Brasil se torna missionária: “Foi o chamado de Deus”

22 de agosto de 2019, 08:01

Foto: Extra

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sucesso nos anos 90 com o ‘É o Tchan’ e a fama de ‘primeira morena do Tchan’ agora são apenas lembranças para Débora Brasil.

Convertida ao Evangelho há 10 anos, a ex-dançarina do grupo baiano se tornou missionária, compartilhando seu testemunho em diversas partes do Brasil e hoje também apresenta o programa cristão “Na Lente”, ao lado do jornalista Helton Carvalho.

Segundo a baiana, sua carreira no grupo não foi exatamente algo que a prejudicou, mas hoje ela simplesmente entende que aquele contexto não faz mais parte de sua vida.

“Não fiz nada que prejudicasse a minha integridade, mas foi um círculo que se fechou e que não sinto falta”, explicou a apresentadora, segundo uma nota do jornal Extra.

Em uma entrevista anterior (2016), Débora explicou que sua conversão e consagração ministerial aconteceram em um processo.

“Eu saí a primeira vez do grupo, fiquei fazendo carreira solo, nesse período da carreira solo eu tive um encontro com Jesus, mas mesmo convertida, dentro da igreja, eu continuei fazendo shows. O grupo ‘É o Tchan’ me convidou pra participar dos 10 anos, um DVD de aniversário e eu participei”, contou.

Depois de participar do projeto com os antigos amigos do grupo, Débora sentiu o chamado de Deus e decidiu se desvincular totalmente de seu passado no meio secular.

“Eu entreguei totalmente a minha vida a um chamado que Deus me fez, um chamado missionário. Eu não fiquei mais naquela coisa de que ‘era crente, mas continuava no meio secular’. Eu saí e vim somente fazer a obra de Deus, porque esse foi o chamado de Deus para a minha vida”, acrescentou.

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Intolerância religiosa se agrava no Rio com ataques de traficantes evangélicos

18 de agosto de 2019, 09:07

Foto: Reprodução/Facebook

RIO – Os registros de intolerância religiosa são comuns Brasil afora, mas no Rio têm uma característica particular: passaram a envolver traficantes e evangélicos. Após ataques a terreiros de umbanda e candomblé na Baixada Fluminense, a polícia identificou o mandante e, na semana passada, prendeu oito traficantes acusados de integrar seu grupo, o chamado Bonde de Jesus.

Segundo a polícia, o mandante é Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, do Terceiro Comando Puro (TCP), um dos criadores do Bonde de Jesus, vertente inédita da intolerância religiosa no Estado. Estima-se que existam hoje 200 terreiros sob ameaça. Os casos são investigados pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), criada em 2018.

Investigações apontam que a peculiar relação entre religiosos e criminosos aconteceu depois que a cúpula do TCP foi convertida por uma igreja neopentecostal. Há informações, ainda não confirmadas, de que Peixão teria sido ordenado pastor. Trata-se de uma característica específica dessa facção, não sendo reproduzida nem pelos demais grupos de traficantes nem por milicianos.

“A situação de intolerância sempre existiu, mas tivemos uma piora quando indivíduos ligados à cúpula de uma facção resolveram se converter”, afirma o delegado da Decradi, Gilbert Stivanello. “Eles distorcem a doutrina religiosa e agridem outras religiões, sobretudo as de matriz africana.” As principais lideranças evangélicas do Rio condenam os ataques.

Conversão 

Um dos primeiros a se converter foi Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, há cerca de quatro anos. Ele era o chefe do tráfico no Morro do Dendê, Ilha do Governador, até ser morto pela polícia em junho. Outros, como Peixão, se converteram depois.

“Alguns deles se converteram dentro do presídio”, diz Stivanello. “Eles viveram uma experiência distorcida da conversão, se tornando ‘bandido de Jesus’, como se isso fosse um ato de fé. Se pararmos para pensar, não é muito diferente do terrorismo islâmico. É difícil mesmo entender a lógica”, afirma.

Coordenadora do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro Brasileira, Célia Gonçalves Souza diz que o problema da intolerância é nacional, mas que, de fato, vem ganhando contornos específicos no Rio, sobretudo pela penetração de evangélicos no sistema carcerário. “No Rio, esse problema é muito escancarado e o narcopentecostalismo só tende a crescer. E passa pela questão das penitenciárias, onde há uma entrada muito grande dos neopentecostais.”

Na Baixada Fluminense, traficantes passaram a ditar regras dos terreiros, como horários das cerimônias e uso de fogos de artifício e fogueiras. Eles também proíbem as pessoas de andarem com roupas brancas ou de santo nas ruas. As invasões a terreiros são cada vez mais frequentes, com destruição de oferendas e imagens sagradas.

Há uma semana, o terreiro Ilê Axé de Bate Folha, em Duque de Caxias, foi invadido por traficantes – no 10.º caso da região. Eles quebraram todas as imagens e oferendas e ameaçaram de morte a mãe de santo, que está fora do Estado, na casa de parentes.

“O ataque aconteceu num sábado de casa cheia. Eles entraram com violência, mandando todo mundo sair e quebrando tudo”, contou uma testemunha. “O terreiro está fechado. Tiramos tudo de lá e não aconselhamos ninguém a voltar.” Segundo a mesma testemunha, outros religiosos fecharam os terreiros e se mudaram.

“Qualquer ataque com contornos de destruição do sagrado tem caráter de racismo religioso”, diz a defensora Livia Cásseres, do núcleo contra a desigualdade racial da Defensoria Pública. “À violência que já existe contra essas religiões – que têm uma série de direitos negados –, se soma agora a do varejo de drogas. Mas a violência contra elas é permanente desde a época colonial.” Por isso, para Livia, a solução passa por diferentes esferas.

Alerta

A gravidade da situação fez com que, em julho, fosse realizada uma reunião com membros da umbanda e do candomblé, lideranças evangélicas, e representantes da Polícia Civil, do Ministério Público e da Defensoria Pública.

O pastor Marcos Amaral, da Comissão Contra a Intolerância Religiosa, destaca que a denominação “evangélicos” abrange um segmento grande de religiosos, com posicionamentos diferenciados. Já o pastor Neil Barreto, da Igreja Batista Betânia, afirma que “a intolerância é o ápice da ignorância”. “E a única solução para a ignorância que produz intolerância é a educação. Precisamos de uma campanha de educação e conscientização em todas as comunidades de fé.”

Não tem como pensar em intolerância sem pensar em racismo, diz babalaô premiado nos EUA

O babalaô Ivanir dos Santos recebeu no mês passado, em Washington, o Prêmio Internacional de Liberdade Religiosa entregue pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos. Santos é coordenador da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa e organizador da Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, que é realizada há 12 anos, em Copacabana, no Rio.

1. Como foi receber esse prêmio internacional em um momento em que aumentam os ataques a terreiros, em especial no Rio?

Esse prêmio, na verdade, vem reconhecer e legitimar a luta pela causa da liberdade religiosa, contra o racismo, de respeito aos direitos humanos. Estamos passando por um momento muito difícil. E não tem como pensar em intolerância sem pensar em racismo e preconceito contra grupos minoritários.

2. As religiões de matriz africana sempre foram alvo de preconceito. O que mudou agora?

Sim, secularmente, elas sempre foram perseguidas: na Colônia e no Império, pela Igreja Católica; na República, pelo Estado; e nos últimos 30 anos, por grupos neopentecostais e, mais recentemente, por traficantes evangelizados. São traficantes que se dizem evangélicos.

3. Existe uma vertente racista nesse preconceito?

Sim. No Brasil temos um preconceito disseminado na sociedade, virou um comportamento social baseado, fundamentalmente, no racismo. As tradições de origem africana sofrem preconceito. O mesmo pensamento se reflete também no samba, na capoeira, na congada. Manifestações culturais de identidade africana são frequentemente relacionadas ao demônio.

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Cientistas fazem revelação sobre tecido que teria coberto corpo de Jesus Cristo

25 de julho de 2019, 10:30

Foto: reprodução

Uma equipe de investigadores italianos a franceses encontrou evidências sensacionais de que as conclusões anteriores da análise do famoso Santo Sudário de Turim, feita em 1988, estão erradas.

Os investigadores voltaram a verificar as informações obtidas em 1988, quando os cientistas conseguiram obter acesso pela primeira vez ao Sudário de Turim, ou Santo Sudário, uma peça de linho que teria coberto o corpo de Jesus Cristo após a crucificação.

Os resultados da primeira análise permitiram datar o tecido. Concluiu-se que este pertence ao período entre os anos 1260 e 1390. Estes dados são considerados prova de que o famoso Sudário não pôde ter sido usado durante a época  de Cristo, de acordo com o portal Phys.org.

Agora, a Nova equipe de investigadores solicitou um pedido à Universidade de Oxford, que tinha participado na primeira análise, e por isso dispunha de dados. Foi necessário mais dois anos para realizar uma nova análise.

Descobriu-se que as conclusões tiradas em 1988 não estavam certas. A primeira investigação não fez a análise de todo o sudário, mas só de algumas das partes das suas bordas.

Acredita-se que, na Idade Média, as freiras consertavam algumas partes do tecido para emendar os danos causado pelo tempo.

De acordo o chefe da investigação, Tristan Casabianka, as amostras usadas em 1988 não eram uniformes, o que invalida automaticamente os resultados obtidos.

Os cientistas pensam que todo o tecido deve ser completamente submetido a uma nova análise. Somente isso permitirá estabelecer a idade exata. Porém para que isso aconteça, o Vaticano deve conceder acesso dos investigadores à relíquia cristã.

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Manuscrito cristão mais antigo do mundo é descoberto na Suíça

15 de julho de 2019, 15:20

Foto: @PdPolitica

A carta P.Bas. 2.43, escrita por um membro da elite provincial romana, é 40-50 anos mais antiga que os outros textos cristãos conhecidos  –  

Um dos papiros da coleção da Universidade de Basileia (Suíça) é o manuscrito cristão mais antigo que se conhece, afirmou essa entidade em um comunicado com referência a uma monografia escrita este mês pela professora de História Antiga Sabine Huebner.

Trata-se de um papiro que provém do povoado de Theadephia, localizado no centro de Egito. Ele contém uma carta escrita por Arrianus, membro da elite provincial romana, ao seu irmão Paulus na qual ele conta como vão as coisas na sua família e pede para lhe enviar um bom molho de peixe.

O que chamou a atenção dos investigadores é a forma de expressão que aparece na última linha do texto: “Rezo ao Senhor para que tudo esteja bem contigo.”

“O uso desta abreviatura, conhecida neste contexto como “nomen sacrum”, não deixa lugar para dúvidas sobre as crenças cristãs do remetente. É uma forma exclusivamente cristã que se conhece dos manuscritos do Novo Testamento”, explicou Huebner.

Para além disso, a professora pensa que o nome do destinatário é “extremamente raro” para aquela época, indicando que os pais de Arrianus e Paulus, fazendeiros e funcionários públicos, também seriam cristãos.

De acordo com o comunicado, o manuscrito contraria o conceito de acordo com o qual os primeiros cristãos “eram retratados como excêntricos que se refugiavam do mundo e eram ameaçados por perseguição”. Pelo contrário, mostra que algumas famílias cristãs ocupavam cargos importantes na província romana de Egito já no início do século III d.C.

Uma análise meticulosa do documento permitiu a Huebner afirmar o texto teria sido elaborado na década de 230, se tornando assim no manuscrito conhecido mais antigo escrito por um cristão. De fato, o papiro é 40 a 50 anos mais antigo que o resto das cartas cristãs conhecidas, indica o mesmo comunicado.

O P.Bas. 2.43 é guardado na Universidade de Basileia junto com outros 64 papiros egípcios. Ele faz parte do chamado ‘arquivo Heroninos’, um dos maiores desta época, que contém cerca de 1.000 papiros.

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Padre Marcelo afirma ter perdoado mulher que o empurrou de palco

15 de julho de 2019, 11:58

Foto: © Egberto Nogueira/ÍMÃ/VEJA/Reprodução

Arremessado para fora do palco por uma mulher que alegou sofrer de bipolaridade, o padre Marcelo Rossi afirma ter perdoado sua agressora.

Ele não quis fazer boletim de ocorrência — a queixa ficou sob responsabilidade da Canção Nova, onde a missa era realizada.

Padre Marcelo não teve nenhuma fratura ou problema grave, a não ser por pequenas escoriações. “Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente”, disse o padre após o episódio.

Ele está recluso no momento, não quer dar entrevistas.

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10 fatos desconhecidos sobre a Bíblia

07 de junho de 2018, 17:02

Aberta a interpretações, a bíblia pode ser considerada um livro cheio de mistérios e enígmas.

 

O livro mais vendido da história não precisa de marketing. Traduzida para cerca de 2.500 idiomas, a bíblia ainda desperta bastante curiosidade.

Aberta a interpretações, a bíblia pode ser considerada um livro cheio de mistérios e enígmas.

É provável que você não saiba que 666 não é realmente um número infernal, e nem que Eva foi a primeira mulher batizada por Deus. Para desvendar alguns mistérios sobre a bíblia, vamos listar aqui algumas curiosidades. Veja!

1 – A Bíblia foi o primeiro livro impresso do mundo, é o mais traduzido e o mais vendido

Em 1460, o alemão Johannes Gutenberg finalizou um trabalho que demorou 5 anos. A invenção da prensa com tipos móveis revolucionou o mundo. O primeiro livro impresso dessa maneira foi a Bíblia e isso foi fundamental para a Reforma Protestante.

Continua sendo o livro mais vendido do mundo desde então. Segundo as estatísticas mais recentes, ela já foi traduzida em cerca de 2900 línguas e dialetos.

Em 2014, somente as Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) distribuíram 34 milhões de exemplares em todo o mundo. Considerando somente o Brasil, foram 7,6 milhões de volumes impressos pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que publica as versões evangélicas. São mais cerca de 3,4 das católicas, totalizando 11 milhões.

2 – Não há nenhuma descrição da aparência de Jesus na Bíblia

Nenhum versículo da Bíblia descreve a aparência de Cristo em nenhum momento. As centenas de maneiras como ele é representado são liberdades criativas dos autores das imagens que o representam.

Segundo as Escrituras, ele tinha a aparência de um homem normal do Oriente Médio. Como a Europa foi o centro de divulgação do cristianismo por séculos, a imagem de um Jesus de cabelos e olhos claros é influência da percepção de mundo que eles tinham.

3 – O maior e o menor capítulo

Nos originais, o Salmo 119 é o capítulo mais longo da Bíblia, é um acróstico. Os 176 versículos são divididos em 22 seções de oito versos cada uma, correspondendo a cada uma das letras do alfabeto hebraico. O menor é o Salmo 117, com apenas dois versículos.

4 – 616, o número da besta

Na verdade o número 666 é um erro de tradução, e o real número do capeta – que, a propósito, é um código para o nome do imperador romano Nero – é 616.

5 – De onde vem a palavra Bíblia?

Curiosamente, esta palavra não aparece em nenhuma de suas páginas ou nos textos que compõem a própria Bíblia. O nome vem do grego e significa “papiro para escrever”.

6 – De toda a Bíblia apenas uma parte mínima são as palavras exatas de Deus

Segundo a Bíblia, Deus só escreveu uma pequena mas super importante parte do livro. Adivinha qual parte? Exatamente: os dez mandamentos. Nas outras ocasiões, foi a voz dele que fez com que os outros escrevessem sobre ele e suas palavras.

7 – Todos os números que aparecem na Bíblia têm um significado

Isso mesmo, e esta é uma das curiosidades bíblicas mais fascinantes. Sempre que você se deparar com dados numéricos da Bíblia, deve suspeitar que está tentando transmitir mais do que uma simples quantidade.

8 – Os nomes de Deus na Bíblia (Antigo Testamento)

Uma das curiosidades da Bíblia é que, como você sabe, existem vários nomes de Deus na Bíblia, especificamente no Antigo Testamento, para se referir ao Todo-Poderoso. Vamos descobrir alguns deles:

Adonai – Significa “o Senhor”, em hebraico.
Elohim – Significa “deuses” em hebraico.
Yahweh ou Yahweh – Yahweh é frequentemente traduzido como “aquele que é” ou “aquele que vive” em hebraico.
Elyon – significa “o mais alto”
9 – A primeira mulher batizada não foi Eva

O primeiro nome que Deus dá a uma mulher na verdade é o de Sara, esposa de Abraão. Isso porque seu antigo nome, Sarai, é trocado para Sara (que significa “princesa entre as mulheres”) para denotar o pacto do casamento divino entre ambos, sendo, na verdade, a primeira mulher bíblica.

10. O tempo que demorou para escrever a Bíblia

Uma das curiosidades bíblicas que se destaca por seu contraste é que, enquanto o Antigo Testamento levou cerca de 1000 anos para ser escrito, o Novo Testamento foi criado em aproximadamente 50-75 anos.

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Igreja evangélica é acusada de trabalho escravo e maus tratos

09 de março de 2018, 10:43

Foto: © Pixabay

O Ministério Evangélico Comunidade Rhema e um colégio ligado à instituição são acusados de se utilizariam dos ‘pecados’ dos fiéis para não pagar salários.

Uma igreja evangélica em Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo, está sendo processada por submeter fiéis a maus tratos e trabalho forçado. A ação contra o Ministério Evangélico Comunidade Rhema foi movida pelo Ministério Público do Trabalho. Além da instituição religiosa, estão sendo processados os pastores que fundaram a igreja — Juarez de Souza Oliveira e sua mulher, Solange da Silva Granieri Oliveira — e o colégio ligado à Rhema.

As investigações identificaram por meio de depoimentos que a igreja coagia os seus fiéis a realizar trabalho não remunerado usando pressão psicológica.

Alunos do colégio eram proibidos de frequentar aulas e recebiam castigados, como golpes de régua de madeira nos quadris, da pastora Solange. Os alunos capinavam a escola e trabalhavam em outros reparos fora do horário de aula, inclusive à noite.

Como apurado pela Folha de S. Paulo, a procuradora Andrea da Rocha Carvalho Gondim pede que a igreja e o colégio sejam suspensos preventivamente e depois dissolvidos definitivamente, por desvio de finalidade.

Procurados pelo jornal, os acusados ainda não se pronunciaram. Em depoimento, eles admitiram trabalho não remunerado no colégio, mas defendem ser voluntário. A procuradora, no entanto, rebate: “As ameaças de castigo e exclusão da comunidade são claras. Trabalho escravo não é só o acorrentado, mas o que tira a livre autodeterminação”.

Segundo a denúncia, o trabalho irregular se estendia para outras empresas de diretores da igreja, como uma serralheria, fábrica de moldura e salão de cabeleireiros.

De acordo com o jornal, os empresários “se utilizariam dos ‘pecados’ dos fiéis como desculpa para não pagamento ou atraso de direitos trabalhistas”.

A investigação afirma que o colégio Rhema tem 25 professores, mas apenas 3 são registrados.

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Por que a maçã é o fruto proibido se ela sequer é citada na Bíblia?

28 de fevereiro de 2018, 11:42

No terceiro capítulo de Gênesis, o primeiro livro Bíblico, uma serpente persuade Eva e Adão a comerem o fruto proibido da árvore que está no meio doJ do Éden. Deus havia liberado todos os outros frutos, menos o dessa árvore específica. Em nenhum momento, entretanto, fica explícito qual seria esse fruta. Então, por que a maçã acabou se tornando o símbolo do proibido?

Tudo aconteceu por conta de um escritor e poeta inglês chamado John Milton. Em 1667, ele lançou uma de suas obras-primas: “Paraíso Perdido”. Trata-se de um poema épico escrito na época em que Milton já estava cego, entre 1658 e 1664. Acredita-se que a cegueira do autor tenha sido causada por um deslocamento de retina ou por um glaucoma, mas o motivo exato é incerto.

Nesse longo poema, que tem mais de 10 mil linhas, Milton fala de uma das principais histórias da Bíblia, justamente a de Adão e Eva. Na obra, por duas vezes, o autor cita o fruto proibido como sendo a maçã, por mais que isso não seja falado na Bíblia. E isso aconteceu por conta de um problema de tradução.


Livro “Paraíso Proibido”, publicado em 1667, ajudou a consolidar a ideia da maçã como fruto proibido

Voltando mais no tempo, o papa Dâmaso I, que teve o pontificado entre os anos 366 e 384 d.C., solicitou que um de seus principais escribas, Jerônimo, traduzisse a Bíblia hebraica para o latim. Acontece que, nessa língua, tanto “mal” quanto “maçã” possuem a mesma grafia: “malus”.

Antes disso, o fruto proibido era encarado sob a forma de diferentes frutas: figo, romã, uva, damasco e cidra são algumas delas. Até mesmo o trigo podia ser o responsável pela expulsão de Adão e Eva do Paraíso. Na Bíblia hebraica, a palavra original é “peri”, que é realmente traduzível como “fruto”.

Aconteceu que Jerônimo resolveu traduzir essa expressão como “malus”, já que, poderia tanto significar o “mal” quanto a “maçã”, ainda que pudesse fazer referência, na época, a outros frutos carnudos, como a pera e o figo. O Teto da Capela Sistina, uma das obras-primas de Michelangelo, traz uma serpente enrolada em uma figueira. Essa obra foi pintada entre 1508 e 1512.

Um pouquinho antes, em 1504, o desenhista alemão Albrecht Dürer representou o primeiro casal ao lado de uma macieira e acabou se tornando uma referência para os futuros retratistas da Bíblia. A publicação de “Paraíso Proibido”, no século seguinte, consolidou a figura da maçã com o “verdadeiro” fruto do pecado original, sem que, é claro, isso seja especificado na Bíblia.


Desenho de Albrecht Dürer, de 1504, mostrando Adão e Eva comendo uma maçã, acabou se tornando uma referência

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