CULTURA

Preguiça baiana dá doutorado a uma paulista!!!

26 de novembro de 2018, 07:52

Por Girimias Dourado  –  

“Preguiça baiana” é faceta do racismo. A famosa “malemolência” ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo, segundo concluiu uma tese de doutorado defendida na USP. A pesquisa que resultou nessa tese durou quatro anos.

A tese, defendida no início de setembro pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de “festa eterna”.

Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. “Quem se diverte é o turista”, diz a antropóloga.

O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas,que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatório contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia.

O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista.

A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que consideravam os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão????).

Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando- os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de “proteção” dos seus empregos.

Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem. “Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil”, diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: “A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo”.

Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente “Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.”

O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na américa latina.

Para tirar as conclusões acerca da origem do termo “preguiça baiana”, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnavaal na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também.

A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia).

Em fevereiro (Carnaval), uma empresa, com sede no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil).

Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados “desocupados” (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar.

Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflado a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor).

Faça o favor de encaminhar este artigo ao maior número possível de pessoas. Para que, desta forma, possamos acabar com este estereótipo de que o baiano é preguiçoso. Muito pelo contrário, somos dinâmicos e criativos. A diferença consiste na alegria de viver, e por isso, sempre encontramos animação para sair, depois do expediente ou da aula, para nos divertir com os amigos.

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Língua-irmã do português, galego luta contra o preconceito

25 de novembro de 2018, 08:18

Idioma falado em região no noroeste da Espanha tenta manter sua identidade

No bar A Repichoca, em Corunha, noroeste da Espanha, um grupo de jovens se reúne para beber e tocar instrumentos como gaitas de fole. Eles falam galego entre si e com quem mais estiver perto, sem se importar se o interlocutor responde em espanhol ou em português. Quase sempre, todo mundo se entende.

A estudante Raquel Pérez, 25, faz parte do grupo. “Minhas avós sabiam galego, mas só aprendi no colégio”, conta. Desde a faculdade, ela decidiu usar só a língua local. “Percebi que não havia sentido em viver aqui e não falar galego.”

No entanto, o uso da língua entre os jovens tem diminuído. “Temos uma falta de uso nessa faixa etária. Eles sabem ler e escrever, mas não usam tanto quanto as pessoas mais velhas”, explica Valentín García, secretário de Política Linguística da Xunta de Galícia, o governo local.

Segundo a RAG (Real Academia Galega), há cerca de 2 milhões de falantes do idioma, para uma população local de 2,7 milhões de pessoas.

No entanto, a língua é pouco ouvida em grandes cidades da região, como Corunha e Vigo, e tem presença mais forte nos povoados do interior.

“Tem havido uma diminuição no número de pessoas que a usam como primeira língua, e um aumento das que a utilizam como segundo idioma”, avalia Henrique Monteagudo, secretário da RAG.

Uma das razões que afastam os jovens é que a maior parte do conteúdo que buscam nos meios digitais está em inglês ou em espanhol. Embora haja muitos perfis em galego nas redes sociais, é raro que as séries tenham dublagem na língua local, por exemplo.

Entre os motivos para a falta de protagonismo do idioma estão a censura no passado e o preconceito social. “O castelhano era a língua das elites, e o galego, dos camponeses e dos pescadores. Havia o estigma de ser uma língua das classes baixas”, explica García.

Parte dessa má imagem tem origem na ditadura de Francisco Franco, que comandou a Espanha entre 1936 e 1975. No período, o galego sofreu censura e foi banido das escolas. O governo buscava sufocar o uso de línguas locais por temer que pudessem estimular o separatismo.

Antes de Franco, o galego vivia um momento de renascimento. A língua surgiu no século 12, como galaico-português. Na Idade Média, a capital galega, Santiago de Compostela, se consolidou como destino de peregrinos, o que ajudou a impulsionar a língua.

Separados pelo rio Minho, os reinos da Galícia e de Portugal desenvolveram versões próprias do galaico-português nos séculos seguintes. Entre as diferenças, o galego usa o x em casos em que o português usa o j (como em “xustiza”) e mantém termos do espanhol, como “pero” em vez de “mas”.

O reino da Galícia foi incorporado ao império espanhol, que fez do castelhano o idioma oficial. Com isso, o galego entrou em declínio a partir do século 16. Houve um movimento de resgate a partir do século 19, interrompido com a ascensão de Franco.

Com a volta da democracia, a Galícia se tornou comunidade autônoma e decretou o galego como língua oficial. Em 1983, uma lei incluiu aulas do idioma nas escolas e traduziu os nomes oficiais dos lugares. Assim, La Coruña virou oficialmente A Coruña.

Em 1997, outra lei obrigou o uso do idioma em todos os documentos e ações oficiais. No verão, os avisos aos banhistas na praia são anunciados em dois idiomas.

A Xunta investe 8 milhões de euros (R$ 34,7 milhões) anuais em ações para estimular o galego, como a produção de livros e shows. O dinheiro também vai para TVs, rádios e jornais. No entanto, há críticas pelo fato de nenhum diário impresso atualmente ser escrito 100% em galego.

Nos últimos anos, houve reveses. Em 2009, o PP (Partido Popular), de direita, assumiu o comando da Xunta e aprovou medidas como a redução do ensino da língua nas escolas públicas.

“Antes, no mínimo 50% das aulas eram em galego. Com a mudança, o conteúdo mínimo passou a ser de 33%”, aponta Monteagudo. “Aprender o galego faz com que os jovens possam se comunicar mais facilmente em outros idiomas, inclusive em português”, diz. Com informações da Folhapress.

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Quadro de Hockney é vendido a US$ 90 mi, recorde para um artista

16 de novembro de 2018, 12:32

Foto: © Getty Images

O quadro “Retrato de um Artista (Piscina com Duas Figuras)”, do inglês David Hockney, foi vendido nesta quinta (15) num leilão da Christie’s por US$ 90,3 milhões (cerca de R$ 342 milhões), batendo o recorde de vendas para um artista vivo – antes a marca era do americano Jeff Koons pela escultura “Balloon Dog”, que atingiu US$ 58,4 milhões.

Hockney, 81, despontou na cena de arte britânica no início dos anos 1960 e se tornou um dos mais populares artistas vivos, apesar de seu trabalho nem sempre ter sido levado a sério. Muitos criticavam que suas cores era muito fortes e suas figuras, realistas demais.

Recentemente, foi tema de retrospectivas em grandes museus, uma no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, e outra no Tate Britain, recorde de público da instituição inglesa.

“Retrato de um Artista (Piscina com Duas Figuras)” , um dos seus trabalhos mais admirados, é também um dos mais misteriosos. A tela, que mostra um jovem olhando para alguém que mergulha numa piscina, foi feita durante três meses de 1972, logo após o artista terminar um relacionamento com um jovem estudante chamado Peter Schlesinger -é num retrato dele que Hockney se inspirou para criar a figura em pé.

Curador da exposição sobre o inglês no Metropolitan, Ian Alteveer disse ao New York Times que destacou a tela no catálogo da mostra porque ela atesta o ápice dos retratos duplos de Hockney e também uma mudança na forma em que o artista retrata a água: de um jorro distinto para uma solução de “encharcar” a tela. Com informações da Folhapress.

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Aldery

08 de agosto de 2018, 13:41

Por Marcelo Rodrigues

 

Noite passada, sonhei com Aldery. No sonho, alguém me dizia que ele já se encontrava com oitenta e cinco anos, uma vez que seus cabelos estavam totalmente brancos e o seu corpo encolhera. Mas eu estranhava essa observação, pois acreditava que a sua idade não fosse além dos sessenta anos. Tudo bem. Era apenas um sonho.

Há muito tempo que estive com Aldery. Na última vez que o vi, ele já era um homem derrotado, que perdera tudo: o patrimônio, os amigos e principalmente qualquer crença na vida e nas pessoas.
Conheci-o em 1981, quando morava em Natal, na casa do meu irmão mais velho, no ensolarado bairro de Ponta Negra. Aldery fora nos apresentado pela minha cunhada. Naquela ocasião, ele possuía um bom emprego na loja de roupa do seu pai, no centro da cidade, era um rapaz forte, bonito e extremamente agradável. As suas visitas eram sempre aguardadas, pois sempre nos trazia deliciosos lanches. E nos restaurantes em que íamos, ele sempre se antecipava e pagava a conta. Até com livros luxuosos da sua biblioteca particular ele nos presenteava, se por acaso percebesse algum interesse nosso por qualquer volume. Assim, todos os finais de semana, ansiávamos pela sua vinda, que era, especialmente para mim, sinônimo de fartura e diversão.
Um dia, o pai, acreditando que fazia um bom negocio, desfez-se da rentável loja da família e partiu para o interior da Bahia, levando consigo o nosso querido amigo. Depois de um ano, porem, inseguro e com o patrimônio comprometido, Aldery retornou. Jamais se encontraria novamente. Aventurou-se em vários negócios, onde sempre perdia dinheiro. Por ultimo, vendeu seu único imóvel e, após desastrosos investimentos comerciais, terminou por ir morar de favor na casa da sua mãe.
Por essa época, eu tinha sido aprovado no concurso para a academia militar e logo fui embora para São Paulo. Algum tempo depois, o meu irmão também sairia de Natal. Poucas vezes retornaria ao Rio Grande do Norte para reencontrar o nobre Aldery. Isso já faz muitos anos.
E, na última noite, sem que há muito o lembrasse, sonhei com ele. No sonho, parecia realmente velho, mas a minha angústia não vinha tanto da sua velhice precoce, mas de vê-lo, antes jovem, bonito e generoso, pronunciar frases ininteligíveis. E no esforço que fazia para se comunicar, eu compreendia que apenas mendigava algum dinheiro para que pudesse se embriagar ainda mais.

Salvador, maio de 2018

 

antomarcelo@gmail.com

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Era uma vez o forrobodó

04 de julho de 2018, 14:33

  • Por Gervásio Lima –

O período das festas juninas encerrou oficialmente no dia 30 de junho, após as comemorações do dia do último santo do mês, o São Pedro, o primeiro papa da Igreja Católica, (não confunda com São Pedro de Alcântara, santo padroeiro do Brasil, cuja comemoração acontece no dia 19 de outubro). Mas por ter uma população ‘festeira de nascimento’, muitas cidades do nordeste, mas especificamente na Bahia, as festas se prorrogam por praticamente todo o mês de julho.

Os ‘arraiás’ ainda arrastam pé e arrastam muita gente. O forró de raiz, mesmo que a cada ano esteja sendo ameaçado de extinção, sobrevive nostalgicamente. O ‘dois pra lá, dois pra cá’ da dança vem sendo trocado por coreografias que mais parecem passos de balizas de fanfarras (uma mistura de ginástica artística, rítmica, teatro e arte circense). Já o gênero musical oriundo basicamente do conjunto de instrumentos como o triângulo, a sanfona e a zabumba está cada vez mais desconfigurado, sendo substituído por estilos denominados de ‘urbanos e modernos’. A guitarra, o teclado e a bateria são os responsáveis em produzir os sons do novo ‘forró universitário’ e de uma espécie de pop chamado de ‘forró eletrônico’. Triste realidade.

Existe espaço para todos os estilos e gostos musicais, mas apelar e insistir em usar e descaracterizar o forró pé de serra é uma forma ingrata de contribuir com o desaparecimento de uma das principais tradições nordestina. As novas gerações precisam conhecer a verdadeira história vivida por seus pais, avós e bisavós, de maneira, a saber, preservá-la. Copiar uma identidade não seria tão salutar quanto construir e conquistar seus próprios valores.

Qualquer nordestino, desde os mais novos (graças às comemorações realizadas nas escolas), sabe reconhecer uma típica festa junina. As vestimentas, a culinária e as ornamentações são únicas; totalmente diferente dos shows espetaculares com extravagâncias de som e luz e músicos e bailarinas com roupas coloridas e cheias de brilho.

Em 2017, um evento particular denominado ‘Forro Sertão’, realizado durante os festejos do São João da cidade de Irecê, no norte da Bahia, as principais atrações foram as cantoras Anitta e Ivete Sangalo, os cantores Gustavo Lima e Léo Santana e a dupla Henrique e Juliano. Uma clara demonstração da descaracterização musical do termo ‘forró’. Neste ano (2018), Senhor do Bonfim, cidade localizada também no norte da Bahia, conhecida como a ‘Capital Baiana do Forró’, antes referência na preservação do tradicional festejo junino se rendeu ao modismo e teve entre as atrações contratadas pelo executivo municipal os cantores Tayrone, Gabriel Diniz, Wallas Arrais e a sul-mato-grossense Paula Mattos. Como já dizia o maior forrozeiro do Brasil, Luiz Gonzaga, ‘aqui tudo mudou, tudo tá mudado’.

O pior das mudanças nas festas juninas será a ausência da canjica, do bolo de aipim, do amendoim, do milho cozido, do licor de jenipapo e do quentão. Ô dó!

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

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Curiosidades surpreendentes sobre o Vaticano

29 de maio de 2018, 13:18

A Cidade do Vaticano é um Estado eclesiástico ou teocrático-monárquico, governado pelo bispo de Roma, o Papa.

 

O Vaticano é um dos países mais ricos do mundo, que abriga coleções de arte e documentos de valor inestimável e que é um dos locais mais visitados do mundo.

A Cidade do Vaticano é um Estado eclesiástico ou teocrático-monárquico, governado pelo bispo de Roma, o Papa. A maior parte dos funcionários públicos são todos os clérigos católicos de diferentes origens raciais, étnicas e nacionais.

Mas há pequenas curiosidades que passam desconhecidas, das quais não fazíamos ideia, até agora.

1. Localizado dentro da cidade de Roma, na Itália, o Vaticano é o menor país do mundo. A cidade-estado possui apenas 44 hectares e 800 habitantes, mas também conta com selo, correio, bandeira e hino.

2. Apesar de a Igreja Católica existir há 2 mil anos, o Vaticano como cidade-estado foi reconhecido apenas em 1929, após a assinatura do Tratado de Latrão.

3. É o único país inteiro a ser reconhecido como Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. O título foi outorgado em 1984.

4. Nascer no Vaticano não garante cidadania a ninguém. Para isso, é preciso trabalhar na cidade-estado – algo que praticamente só os cardeais e os cavaleiros da Guarda Suíça fazem. E se você perde o emprego, também perde a cidadania.

5. Em média, os habitantes do Vaticano “consomem” 54,26 litros de vinho por ano, encabeçando o topo de maiores consumidores per capita no mundo. Mas, na verdade, muito dessa bebida é servido durante a comunhão nas igrejas.

6. Antes de ocuparem o Vaticano, os papas viviam no Palácio de Latrão, localizado também em Roma. Isso mudou em 1309, quando eles passaram a comandar a Igreja Católica a partir de Avignon, na França, onde permaneceram até 1377 – foram 7 os papados desse período. Assim que o governo episcopal voltou para Roma, o antigo palácio foi destruído num incêndio e o Vaticano passou a ser a sede da Igreja.

7. A Guarda Suíça que protege os papas foi fundada em 1506 por Júlio II. Para fazer parte dela, é preciso ser homem, católico e solteiro e ter no mínimo 1,74 m de altura e idade entre 19 e 30 anos.

8. O Vaticano é o paraíso dos batedores de carteira, por isso é considerada a cidade com maior criminalidade do mundo – 1,5 crimes por habitantes todos os anos! A falta de prisões de longa duração faz essa estatística aumentar.

9. Se no caixa eletrônico você ler a mensagem “Inserito scidulam quaeso ut faciundam cognoscas rationem”, não se assuste: ele está só pedindo para você inserir o cartão. O Vaticano é o único lugar do mundo com caixas eletrônicos também em latim.

10. O Museu do Vaticano abriga uma das maiores coleções de obras de arte do mundo: são cerca de 70 mil, com apenas 20 mil delas sendo expostas ao público. O teto da Capela Sistina é uma das pinturas mais admiradas.

11. O Vaticano é um dos únicos países no mundo, ao lado das Filipinas, onde o casamento tem que durar a vida inteira. Por lá, não é permitido o divórcio. Obviamente, influência da Igreja Católica.

12. Não existe aeroportos no Vaticano. Apenas um heliponto e uma ferrovia de bitola padrão conectando-se à rede da Itália e à estação de São Pedro de Roma.

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Justiça pede que a Globo escale mais atores negros em novela

12 de maio de 2018, 11:20

Foto: Divulgação

Recomendações à emissora devem ser adotadas em até 10 dias.

O Ministério Público do Trabalho pede que a Rede Globo escale mais atores negros em “Segundo Sol”, novela que estreia segunda-feira (14).

Segundo informações do UOL, o órgão enviou um documento à emissora em que faz 14 recomendações para que haja maior representação racial. A emissora terá dez dias para cumprir a medida em relação à novela das 21h, caso contrário responderá à Justiça.

Ambientada na Bahia, Estado com o maior percentual de população negra do Brasil, “Segundo Sol” tem recebido críticas pelo baixo número de atores negros em seu elenco.

De acordo com o site, em se tratando especialmente de “Segundo Sol”, a Promotoria recomendou a realização de adequações no roteiro e produção para assegurar a participação de atores negros e atrizes negras “de forma que represente a diversidade étnica.

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Liesa cancela rebaixamento da Grande Rio e Império Serrano

01 de março de 2018, 12:45

Foto: Foto: Reuters

A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) decidiu na noite de ontem (28) que nenhuma agremiação será rebaixada do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Com a mudança no regulamento, a Império Serrano, última colocada no ano passado, e a Grande Rio, a penúltima, se manterão na elite do samba no ano que vem.

Em 2019, o Grupo Especial terá 14 escolas, já que a Unidos do Viradouro, campeã da Série A, retornará ao desfile principal. O acordo prevê também que duas escolas serão rebaixadas no ano que vem e em 2020, para que o grupo volte a ter 12 agremiações em 2021.

A decisão foi comunicada em nota pela Liesa. Segundo o texto, as 12 escolas do Grupo Especial concordaram com a manutenção das duas que seriam rebaixadas.

O presidente da Liesa, Jorge Castanheira, afirmou na nota que a decisão foi tomada pensando no futuro do espetáculo. “Foi um Carnaval extremamente competitivo, no qual as escolas demonstraram, mais uma vez, toda sua força e capacidade de superação. Tomamos esta decisão pensando no futuro do espetáculo e as escolas concordaram, ainda, que exceto se houver uma situação de calamidade, não mais acontecerá este tipo de alteração no regulamento”. A liga afirma ainda que a decisão foi tomada “em clima de forte emoção”.

O Grupo Especial já contava com uma escola a mais em 2018, porque nenhuma agremiação foi rebaixada em 2017. Na época, a decisão foi tomada devido aos acidentes que deixaram 32 feridos nos desfiles da Paraíso do Tuiuti e da Unidos da Tijuca. As duas agremiações seriam rebaixadas.

Escolas com tradição

Apesar não ter conquistado títulos, a Grande Rio é considerada uma das gigantes do Carnaval carioca, por seu bom desempenho nos anos anteriores. Desde 2001, a escola desfilou entre as campeãs 13 vezes. No desfile deste ano, a Grande Rio levou um enredo sobre o apresentador Chacrinha para a avenida, mas foi penalizada pelo atraso ao encerrar o desfile.

O problema foi causado pela alegoria O Carnaval em Minha Vida, que ficou presa na agulha de acesso à pista da Avenida Presidente Vargas, quando estava sendo deslocada para entrar na Marquês de Sapucaí.

Já a Império Serrano, escola tradicional da região de Madureira, na zona norte, retornou ao Grupo Especial no ano passado, com o título da Série A. A escola já foi campeã do Carnaval carioca, mas estava desde 2009 na segunda divisão do samba.

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Caetano Veloso cobra que ACM Neto pague direitos autorais a artistas

30 de janeiro de 2018, 15:07

Grupo de cantores afirma que a prefeitura da capital baiana não cumpre pagamentos por apresentações em eventos como o Ano Novo e o Carnaval

 

O cantor Caetano Veloso publicou nesta segunda-feira (29) um texto em que pede que o prefeito de Salvador, ACM Neto, pague direitos autorais aos artistas que se apresentam na capital baiana em datas como o Ano Novo e o Carnaval.

“‪Salvador foi eleita a “cidade da música” pela Unesco e é a capital brasileira que mais promove festas e eventos ao longo do ano. Porém, a prefeitura da cidade é desrespeitosa e prejudicial com os autores, pois os direitos autorais de eventos públicos, como o Carnaval e o Réveillon, não são pagos devidamente”, diz trecho do texto.

De acordo com o site Bahia Notícias, nomes como Marisa Monte, Marina Lima, Paula Lavigne, Djavan, Xande de Pilares, Mart’nália, Lan Lan, Mauricio Mattar, Paula Burlamaqui, Diogo Nogueira, Leo Gandelman, Mosquito, Flávio Renegado e Nando Reis também apoiam a causa.

O texto publicado por Caetano cita dívida de R$ 30 milhões. “Em 2014, foi proposto que a prefeitura pagasse R$ 8 milhões, mas a proposta foi recusada pelo prefeito ACM Neto”, afirma o manifesto.

O Ecad [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição] já moveu inúmeras ações e continua acionando a cidade e tentando um diálogo. Porém, a prefeitura não se dispõe a negociar. Precisamos nos mobilizar para enfrentar esse absurdo”, conclui o texto.

 

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O Grande Encontro vai comemorar 20 anos em Salvador

26 de janeiro de 2018, 13:29

Ao completar duas décadas, nova “Caravana” de Elba, Alceu e Geraldo apresenta diferenças em relação ao formato anterior

Um dos espetáculos mais aclamados da música brasileira, o Grande Encontro vai voltar a Salvador, com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença. O trio – que surgiu como um quarteto, com a participação de Zé Ramalho – passou pelo Réveillon da Praia de Copacabana, em 2017, e realizou um show antológico na última edição do Rock in Rio. Após percorrer as principais capitais do país, agora vai levar à capital baiana o seu novo formato, no dia 7 de abril, na Concha Acústica.
Em 2016, os três artistas juntaram novamente as suas vozes, composições e instrumentos para gravar o disco e álbum comemorativos dos 20 anos do primeiro Grande Encontro- o que lhes rendeu mais um disco de Ouro, além de uma turnê por todo o Brasil.
A nova “Caravana” apresenta diferencças em relação ao formato anterior do espetáculo. Enquanto o show original possuía um formato acústico, com versões que recriavam a mística do cancioneiro com intimismo e delicadeza, a edição atual incorpora uma sonoridade mais elétrica e percussiva, sem perder a ternura do repertório dos nordestino.

Entre trios, duetos e momentos solos em cena, o repertório promete contemplar os clássicos mais pedidos pelo público, como “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar” e “Bicho de Sete Cabeças”.

Duas joias do túnel do tempo, “Papagaio do Futuro” (apresentada por Alceu, Geraldo e Jackson do Pandeiro no Festival Internacional da Canção de 72) e “Me Dá um Beijo” (parceria de Alceu e Geraldo, do primeiro disco da dupla) são resgatadas no espetáculo. Zé Ramalho é homenageado com “Chão de Giz” e “Frevo Mulher”, nas vozes de seus companheiros.

Serviço

Grande Encontro – Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença

Dia: 07 de abril de 2018, a partir das 20 horas

Local – Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Endereço: Praça Dois de Julho, s/n – Campo Grande, Salvador – BA, 40080-121

Arquibancada: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)Camarote: R$ 240 (inteira) e R$ 120 (meia)Desconto: 20% sobre a inteira para assinantes do Clube Correio*Classificação: 16 anos

VENDAS

Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelo site www.ingressorapido.com.br. Telefone: (71) 3535-0600

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